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Cultura Pop

“Deep six”: Soundgarden estreando em 1986

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Deep six - coletânea que trouxe as primeiras gravações do Soundgarden

Quando o Soundgarden começou, em 1984, era um power trio que misturava punk e hard rock e tinha uma configuração bem estranha: o recém falecido Chris Cornell tocava bateria e cantava, Kim Thayil encarregava-se das guitarras e no baixo, Hiro Yamamoto, que ficou na banda até o disco “Louder than love” (1989) e saiu para terminar faculdade. Em 1985, Cornell ficou mais concentrado nos vocais e entrou Scott Sundquist na bateria – o músico, que já tinha mulher e filho naquela época, acabou deixando a banda em um ano. Essa formação teve tempo de fazer as primeiras gravações do Soundgarden a serem lançadas e também conseguiu ajudar a colocar nas lojas o primeiro lançamento a reunir grupos do “som de Seattle”. Era um LP, hoje esquecido, chamado “Deep six”, com Melvins, Green River, Malfunkshun, Skin Yard, Soundgarden e U-Men. Olha aí as três participações do Soundgarden no disco, “Heretic”, “Tears to forget” e “All your lies”.

O disco foi o marco inaugural do selo C/Z, dirigido por Chris Hanzsek e Tina Casale. Nem o álbum nem o selo conseguiram muito sucesso na ocasião e a gravadora foi mudando de equipe com o tempo – existiu até 2001 e foi responsável pelo lançamento de bandas como 7 Year Bitch e Presidents Of The USA (lançaram seu primeiro compacto lá, “Fuck California”). “Deep six” chegou até a sair em CD, quando o Soundgarden passou a fazer sucesso, ja que a gravadora A&M decidiu lançá-lo.

E esse aí é o Soundgarden em 1986, com áudio bizarro e imagem borrada, ainda com a formação do álbum.

R.I.P. Chris Cornell

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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