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Cultura Pop

Fizeram uma playlist com o DJ set de David Bowie na BBC em 1979

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Fizeram uma playlist com o DJ set de David Bowie na BBC em 1979

Pouco antes de lançar o single DJ, David Bowie foi ser… DJ na BBC. Participou do programa This is your life mostrando um pouco do repertório que influenciou seu trabalho, pouco antes de encerrar a trilogia de Berlim com Lodger (1979). O repertório incluía desde referências evidentes em seu som, como John Lennon e Velvet Underground, até sons de Bruce Springsteen (It’s hard to be a saint in the city, que ele próprio tinha gravado), Bob Seger e Jeff Beck.

Fizeram uma playlist com o DJ set de David Bowie na BBC em 1979

Em vários momentos, fãs dele subiram essa relação de músicas no YouTube, ou o próprio DJ set gravado – e sempre foi tirado do ar por causa de direitos autorais. Um site chamado The Dowsers fez uma playlist no Spotify com as músicas. Tá aí embaixo. O único problema é que algumas músicas da relação original não estão na plataforma, como Lies, das Staple Singers, ou a versão original de estúdio de 21th century schizoid man, do King Crimson (subiram uma ao vivo pra playlist).

A relação original de músicas do set:

The Doors, Love street
Iggy Pop, TV eye
John Lennon, Remember
? & The Mysterians, 96 tears
Edward Elgar, The nursery suite (extract)
Danny Kaye, Inchworm
Philip Glass, Trial prison
The Velvet Underground, Sweet Jane
Mars, Helen Fordsdale
Little Richard, He’s my star
King Crimson, 21st century schizoid man
Talking Heads, Warning sign
Jeff Beck, Beck’s bolero
Ronnie Spector, Try some, buy some
Marc Bolan, 20th century boy
The Mekons, Where were you?
Steve Forbert, Big city cat
The Rolling Stones, We love you
Roxy Music, 2HB
Bruce Springsteen, It’s hard to be a saint in the city
Stevie Wonder, Fingertips
Blondie, Rip her to shreds
Bob Seger, Beautiful loser
David Bowie, Boys keep swinging
David Bowie, Yassassin
Talking Heads, Book I read
Roxy Music, For your pleasure
King Curtis, Something on your mind
The Staple Singers, Lies

E olha o clipe de DJ aí.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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