Connect with us

Videos

Como fazer Frippertronics em casa

Published

on

Como fazer Frippertronics em casa

“Eu gravo na máquina da esquerda, a guitarra é gravada na máquina da esquerda, o sinal passa pela fita para a máquina da direita onde é tocado para a máquina da esquerda e gravado uma segunda vez”, contou Robert Fripp aqui, explicando qual era a da técnica dos Frippertronics, inventada por ele. “O sinal gravado pela segunda vez passa ao longo da fita para a máquina certa, onde é reproduzido uma segunda vez e gravado uma terceira”. Ponto.

Parece fácil. Bom, é fácil quando se sabe. A técnica de Frippeertronics foi usada pelo guitarrista do King Crimson em discos como No pussyfooting, gravado ao lado de Brian Eno (1973), e depois em seu álbum solo Exposure, de 1979, que passou igualmente por processos bastante experimentais de gravação, com vocais registrados num pequeno gravador Sony de bolso. “Incorporamos inclusive o som gerado pelo ambiente”, esclarecia Fripp, interessadíssimo no que chamava de audio verite, áudio verdade. Para divulgar o disco, realizou a turnê Frippertronics, com o guitarrista fazendo som sozinho, ao lado de dois gravadores. Tipo isso aí.

Fripp não considerava isso como uma turnê. “Este não é uma tour. É em certo sentido, mas não em outro. Existem certas implicações na palavra turnê que implicam um certo … Há uma sabedoria convencional sobre turnê. Nesse sentido, nunca mais farei uma turnê, espero. Não tenho planos de formar uma banda e tocar música para promover um álbum nesses termos”, contava ele, que esperava a oportunidade certa para fazer shows com ninguém menos que Daryl Hall, da dupla com John Oates. Hall havia participado de Exposure e em 1977, havia gravado um disco solo produzido por Fripp, Sacred songs que só sairia em 1980.

Mas enfim, essa longa introdução é só pra explicar que um sujeito gravou um vídeo explicando como fazer frippertronics em casa, usando dois gravadores. Tem legendas em inglês. Acompanhe e… tente isso em casa.

Advertisement

Aliás, se você não está satisfeito/satisfeita, segue aqui um guia para os Frippertronics, com a chancela do próprio Fripp.

>>> Apoia a gente aí: catarse.me/popfantasma

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

Eleanor Rigby, dos Beatles, metendo medo

Published

on

Eleanor Rigby, dos Beatles, metendo medo

Eleanor Rigby, segunda faixa do disco Revolver (1966), dos Beatles, já é fúnebre e um tantinho assustadora. Agora imagina se todas as notas forem substituídas por notas Mi e Fá. Se você não faz ideia do que significa isso, pega aí o que um usuário do YouTube chamado Uberphawx fez na música e tente dormir de noite.

>>> Apoia a gente aí: catarse.me/popfantasma

Continue Reading

Videos

Tenj? Sajiki: teatro ultrajante do Japão em documentário da BBC

Published

on

Tenj? Sajiki: teatro ultrajante do Japão em documentário da BBC

O grupo de teatro experimental Tenj? Sajiki, liderado por Sh?ji Terayama e ativo no Japão entre 1967 e 1983 (ano em que Terayama morreu), era conhecido pelo uso da provocação, do ultraje, do surrealismo e do erotismo grotesco nos palcos.

Terayama, um poeta, dramaturgo e fotógrafo, criou um conceito de espetáculo que se assemelhava a uma versão teatral dos filmes de Kenneth Anger, com cenas tão perturbadoras quanto atraentes. As peças usavam videoarte, música assustadora, bonecos medonhos, imagens que se assemelhavam a estranhos rituais e verdadeiros sustos nas plateias.

Se você ficou a fim de conhecer o Tenj? Sajiki, tem um documentário da BBC Arena feito em 1978, com 20 minutos de entrevistas e trechos de peças. O único problema é que é todo em inglês sem legendas, mas dá para curtir os momentos mais experimentais e malucos dos espetáculos.

>>> Apoia a gente aí: catarse.me/popfantasma

Advertisement
Continue Reading

Televisão

Micos em telejornais na TV americana

Published

on

O canal News Be Funny, voltado a mostrar como notícias (na TV americana) podem ser engraçadas, montou um vídeo de 12 minutos com erros em telejornais nos EUA na década de 1970.

Se você está achando que não é nada demais, prepare-se para rir logo no começo, com a câmera focalizando dois apresentadores indecisos sobre quem começa primeiro. Segue pouco depois com a ocasião em que várias pessoas cercaram um repórter que fazia uma matéria da rua – o jornalista resolve deixar bem claro que estava sendo incomodado por uma moça e a empurra pra longe (bom, imagine isso hoje). Outras situações bem engraçadas são mapas do tempo que dão totalmente errado e, em vez de mostrarem o chroma key (ou coisa parecida) focalizam algum outro tipo de imagem.

>>> Apoia a gente aí: catarse.me/popfantasma

Continue Reading
Advertisement

Trending