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Oliver Tree traz disco gravado em 82 países para show em São Paulo

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Oliver Tree (Foto: Divulgação)

O cantor e produtor Oliver Tree faz show em São Paulo neste sábado (6), no Studio Stage, na Lapa de Baixo. A apresentação faz parte do giro World’s First World Tour e acontece pouco depois do lançamento de Love you madly, hate you badly, quarto álbum de estúdio do artista.

O disco tem 17 faixas escritas e produzidas por Oliver Tree. Entre as músicas, Superhero, Joyride, Flowers, Deep end e All you ever wanted. O trabalho mantém a mistura de pop alternativo, música eletrônica e hip hop que marca os lançamentos do músico.

Outra faixa do álbum, Fuck the whole world, ganhou destaque após Oliver apresentar um remix da música no Coachella. A música acabou ganhando também um clipe.

Love you madly, hate you badly é fruto de uma jornada global sem precedentes. Nos últimos dois anos, Tree gravou o álbum em sete continentes e 82 países, passando por regiões da África, China e Afeganistão. Essas experiências estão incorporadas ao disco, com instrumentos diversos, texturas sonoras e influências culturais que moldam um som ao mesmo tempo aventureiro e profundamente pessoal.

Além do álbum, Tree também prepara o lançamento de um documentário de longa-metragem que acompanha a criação do projeto na Antártida.

O show em São Paulo é realizado pela Numb Brasil Produções em parceria com a Cultmix Live.

Foto: Divulgação

SERVIÇO
Evento: Oliver Tree – World’s First World Tour em São Paulo

Data: 6 de junho de 2026 (Sábado)
Local: Studio Stage – Espaço para show e eventos

Endereço:
Av. José Maria de Faria – Lapa de Baixo, São Paulo
Abertura das Portas: 18h
Início do Show: 20h
Classificação Etária: 16 anos. (Jovens de 16 e 17 anos têm entrada permitida com a apresentação de documento de identidade oficial com foto. Menores de 16 anos terão acesso permitido somente se acompanhados pelos pais ou responsável legal, mediante comprovação).

Os ingressos para esta apresentação única já estão disponíveis para compra através da plataforma Articket

Valores (Pista 1o Lote):
Pista Meia-Entrada: R$ 180,00 (+ taxas)
Pista Ingresso Solidário:
R$ 280,00 (+ taxas)
Pista Inteira: R$ 360,00 (+ taxas)
Nota: O Ingresso Solidário é válido mediante a doação de 1kg de alimento não perecível na entrada do evento. Uma excelente oportunidade para contribuir com a comunidade e pagar menos pelo ingresso!

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Republica celebra 30 anos com turnê e edição especial do álbum de estreia

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Republica celebra 30 anos com turnê e edição especial do álbum de estreia

RESUMO: O Republica comemora 30 anos de estreia com turnê pelo Reino Unido e edição dupla em vinil de Republica, reunindo o álbum original e um show de 1997.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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Se você esperava para qualquer momento a volta do Republica – aquela banda liderada pela cantora Saffron e que estourou em 1996 com o dance-rock Ready to go – pode comemorar. Sim, a banda não apenas anunciou uma grande turnê pelo Reino Unido, prevista para rolar entre outubro e novembro deste ano, como também vai comemorar 30 anos de sua estreia Republica (o disco de hits como Ready to go e Drop dead gorgeous) com uma edição especial do álbum em vinil duplo.

A nova edição, que sai dia 9 de outubro, vai reunir o disco original e mais um show gravado em agosto de 1997. Detalhe: a cor do vinil foi inspirada no cabelo vermelho e preto de Saffron. “É incrível pensar que já se passaram 30 anos. Essas músicas ainda soam tão urgentes e empolgantes quanto naquela época — mal podemos esperar para comemorar com todos vocês”, diz ela.

Na real, “volta” do Republica é maneira de falar: o grupo ainda existe – tinha se separado em 2001 e assim ficou até 2008, quando voltou aos palcos. No últimos anos, a música da banda ressurgiu em filmes como Capitã Marvel e séries como Yellowjackets e Ted Lasso. E mais recentemente, em março, Saffron foi uma das convidadas no concerto da Britpop Orchestra de Alex James (Blur).

Rolaram algumas gravações novas: após o retorno, o Republica lançou alguns singles e o EP Christiana obey (2013). New York e Hallelujah, os dois compactinhos mais recentes da banda, foram lançados como batedores de um álbum chamado Damaged gods, prometido inicialmente para 2025, e até hoje inédito. Vai que com a tour comemorativa, Saffron (hoje a única remanescente dos anos 1990 no grupo) se anima a lançar o disco.

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Lunveil cruza nu metal, pós-hardcore e shoegaze em “Véu do luar”

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Lunveil - Foto: Divulgação

RESUMO: A paulistana Lunveil combina guitarras pesadas, atmosferas etéreas e influência de Deftones em Véu do luar, último single antes do álbum de estreia.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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A Lunveil, banda formada na Zona Leste de São Paulo em 2024, chega a um novo single apostando no contraste entre peso e atmosfera. Véu do luar combina elementos de nu metal, pós-hardcore e shoegaze e vem acompanhado pelo primeiro videoclipe oficial do quinteto.

A faixa é a última amostra autoral antes do álbum de estreia da banda, atualmente em fase final de gravação. Depois do single Limiar, o grupo formado por Aly Santos (voz), Victor Rodolpho (voz e guitarra), Vitor Gonçalves (guitarra), Thiago Albuquerque (baixo) e Giovani Hann (bateria) aprofunda uma sonoridade que alterna guitarras pesadas e momentos mais etéreos.

Véu do luar levou quase um ano para chegar à versão final e ganhou forma depois que a rotina de shows ajudou a banda a entender melhor o que queria fazer. A influência de Deftones e Loathe aparece principalmente nas guitarras, que trabalham com distorções densas, camadas sobrepostas e mudanças bruscas de dinâmica.

“Usamos três guitarras com acordes que soam bem atípicos em uma distorção alta, e o grande desafio foi harmonizar tudo na mixagem”, explica Vitor Gonçalves. A ideia, segundo ele, era criar uma sensação próxima à de um sonho.

A letra segue por um caminho igualmente sombrio. Victor Rodolpho descreve a música como uma espécie de despedida de uma versão anterior de si mesmo, menos ligada à superação do que ao alívio de finalmente deixar algo para trás. O peso instrumental acompanha essa sensação sem transformar a canção em um exercício de agressividade contínua.

O lançamento também apresenta o primeiro clipe da Lunveil. Produzido de forma independente e dirigido por Pedro Arantes, vocalista da banda Falso Sol, o vídeo foi gravado em um apartamento com decoração vintage cedido à banda. A limitação de recursos acabou determinando parte da estética do trabalho.

“Queríamos criar a sensação de estar dentro de um sonho”, resume Vitor. É uma boa definição para Véu do luar: uma música que tenta colocar o ouvinte entre o impacto físico das guitarras e uma atmosfera mais nebulosa, onde o shoegaze funciona menos como adorno e mais como contraponto ao peso.

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Cipó Fogo e FetaGruesa juntam peso e política em “Fogogrosso”

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Cipó Fogo e FetaGruesa juntam peso e política em “Fogogrosso”

RESUMO: O duo alagoano Cipó Fogo e o coletivo uruguaio FetaGruesa unem rock pesado, experimentalismo e discurso político em Fogogrosso, faixa contra a opressão e em defesa da terra e dos povos.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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O Cipó Fogo, de Alagoas, é um duo formado por André Corradi (guitarras) e Marcelo Cabral (voz). Já o FetaGruesa, do Uruguai, é um coletivo formado por dez integrantes (!), sendo que um deles é responsável por perfrmances ao vivo. Do encontro da dupla e da multidão, nasceu um som veloz, pesado e politizado: Fogogrosso, uma canção que fala sobre temas que mobilizam os dois projetos musicais.

“A luta contra a opressão, o autoritarismo e as injustiças cometidas contra trabalhadores, povos indígenas e comunidades tradicionais em territórios sul-americanos, em nome do poder e do lucro”, como afirma o Cipó Fogo. “Uma realidade que pode representar o nordeste do Brasil, Cumaná, na Venezuela, ou as periferias de Montevideo”. Na letra, versos como “fogo contra toda opressão / grosso para gritar bem forte / fogo contra toda opressão / eu grito grosso é pela terra e pelo povo”, em meio a um clima que lembra Black Sabbath e Ratos de Porão unidos.

Tudo a ver com o rock pesado do FetaGruesa e com o experimentalismo igualmente intenso do Cipó Fogo – este último criado a partir da necesssidade de fazer “uma música brutal, diante da brutalidade de um mundo que parecia girar para trás”.

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