Cultura Pop
Fizeram uma versão do Black Sabbath em alemão, com letra falando do romance O Cão dos Baskerville

Popular em países como Alemanha, Bulgária, Suécia, Albânia e Escandinávia, a chamada schlager music era nada mais do que um pop pegajoso, com letras sentimentais (opa, o ABBA, orgulho sueco, era tido como um passo além desse tipo de som) e que vivia batendo ponto no festival Eurovision.
Como acontecia aqui no Brasil com Roberto Carlos, era um estilo de música sujeito ao desprezo da turma mais radical (no caso, a esquerda europeia e a galera do krautrock). E que revelava quase um talento por semana. Entre os talentos revelados pelo estilo (e pelo Eurovision!) estava um casal, Cindy & Bert. Eles se casaram em 1967, começaram a gravar em 1969 e participaram do Eurovision em 1972, ficando em segundo lugar com essa música aí, Geh’ die Straße.
E esse introito todo é só pra dizer que em 1971, Cindy & Bert gravaram uma versão em alemão de Paranoid, do Black Sabbath. Só que o nome da versão deles era Der hund von Baskerville, e a letra era sobre o livro… O cão dos Baskerville, de Arthur Conan Doyle. Pega aí.
Tinha uma versão de Holly holy, de Neil Diamond, no lado B desse single de Cindy & Bert.
Olha a capa do disco aí.

O destino de Cindy & Bert não foi muito diferente do ABBA, já que a dupla se divorciou em 1988. A única diferença com relação ao grupo das quatro letras foi que eles não demoraram muito a se reunir. Voltaram aos shows nos anos 1990 e até lançaram coisas novas. Bert morreu em 2012 e Cindy ainda mantém carreira solo. Olha ela aí.
E olha o ex-casal apresentando seu hit ao vivo.
Via Boing Boing
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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