Se você tem nervoso com qualquer coisa que envolva, hum, partes delicadas do corpo de um ser humano, nem olhe para este post. Afinal o assunto aqui é um sujeito chamado Alfred Langevin, que viveu parte da vida em Detroit, no Michigan, e morreu em fevereiro de 1974 aos 89 anos. E fumava pelos olhos.

Por causa dessa habilidade tão sui generis, Alfred fez parte, entre 1933 e 1940, do Odditorium de Robert Ripley, o criador da coluna de jornal Believe it or not – que anos depois virou aquele programa de TV de mesmo nome, exibido no Brasil pela Rede Manchete como Acredite se quiser.

Langevin (que era mais conhecido como, ora bolas, The Eye Smoker) não era cego. Os olhos dele funcionavam perfeitamente bem. Mas o fato é que, por alguma razão, ele conseguia usar a órbita ocular para atividades incomuns, como fumar cachimbo e encher balões de gás (!).

Um textinho do site The Human Marvels garante que não há muita explicação para o fato de Alfred fumar pelo olho. Talvez seja uma anomalia no desenvolvimento da glândula lacrimal. E se for isso, é o mesmo defeito que criou uma das categorias mais malucas do Guinness Book: a do recorde de quem esguicha mais leite pelos olhos. Um sujeito chamado Mike Moraal, do Canadá, conseguiu atingir 8.745 pés de distância em 2001. Vai tentar também?