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Cultura Pop

Tão leiloando o sintetizador que Prince tocou em “Purple rain”

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Tão leiloando o sintetizador que Prince tocou em "Purple rain"

Tem uns 25 mil dólares sobrando? Pelo que diz o site Music Radar, você já tem onde gastar essa grana: um ex-colaborador de Prince tem guardado o sintetizador DX7 que o músico teria comprado pouco antes de gravar a trilha do filme Purple rain (e que ele teria usado no disco), e decidiu botar a peça em leilão.

O tal colaborador é Shane T. Keller, ex-funcionário do Paisley Park Studios que trabalhou com Prince entre 1991 e 1996. Shane foi vigia do estúdio, batalhou até virar engenheiro de som e comprou alguns bens do patrão quando ele começou a batalha contra a Warner, nos anos 1990. De uma tacada só, levou o synth, o sampler EMAX II e a coleção de discos do artista, no fim de 1995. Na época, o cantor fez uma venda de equipamentos e objetos de estimação (discos, por exemplo) para financiar uma turnê pelo Japão.

“O dinheiro estava apertado, pois Prince estava em sua batalha com a Warner (sua gravadora na época), então não havia fontes de renda para a turnê”, explicou Keller ao site. “O gerente da turnê, Stuart White, me contou sobre isso de passagem no estúdio. Eu disse que precisava de um sampler e Stu respondeu que eu poderia comprar o EMAX II. Eu também queria um teclado para acionar o sampler. Eu sabia que não seria capaz de obter um teclado mais novo, mas sabia do teclado antigo de Prince na sala de tecnologia da banda. Estava na prateleira dos fundos”.

Keller garante que se tratava do único DX7 no estúdio do cantor, e que provavelmente é o único que Prince possuiu. Lembra de ter ido apanhar o teclado a pedido do chefe quando ele decidiu regravar várias músicas antigas num pot-pourri chamado Purple medley, que saiu em 1995. “Eu tive que procurá-lo. Foi assim que soube onde ele ficava no final do ano durante a venda”, conta.

A RR Auction incluiu os itens (discos, sampler, teclado) em sua venda de “maravilhas da música moderna”. Se o teclado pode alcançar 25 mil paus, o sampler e os discos, espera-se, devem arrecadar mais de US$ 5 mil. Se você é mulltimilionário e sequer sentiu os efeitos da pandemia (e ainda tem um emprego para chamar de seu), corre lá que os lances vão só até quinta (18).

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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