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Cultura Pop

Sonic Youth: esquecidos pelo Rock And Roll Hall Of Fame

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Quando o Sonic Youth gravou Beach Boys

A lista de induções do Rock And Roll Hall Of Fame, todos os anos, provoca sorrisos, alegrias e…narizes torcidos. Bandas como The Cure demoraram séculos para serem indicadas para o salão. Grupos como Iron Maiden e Devo, além de artistas como Kate Bush e Todd Rundgren, estão conseguindo a honraria apenas neste ano. O T. Rex demorou até 2020 para chegar lá. Nina Simone, em 2018. Dionne Warwick, só vai rolar este ano. E nem na festa deste ano, que rola no dia 30 de outubro, os fãs do Sonic Youth vão ter a oportunidade de ver a banda ganhar alguma indicação.

A banda já está separada desde 2011, por sinal, mas mesmo quando existia, nunca rolou nada. De qualquer jeito, Kim Gordon, ex-baixista e cantora do grupo, passou pela premiação não faz muito tempo, mas não como indicada. Ela foi uma das cantoras que participaram do show de introdução do Nirvana no salão.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Quando o Sonic Youth gravou Beach Boys

Quando souberam que teriam que bolar um show especial para a ocasião, os integrantes vivos da banda, Dave Grohl (bateria), Pat Smear (guitarra) e Chris Novoselic (baixo) decidiram convidar só mulheres para cantar as canções do grupo. Na real, a ideia original incluía convidar cantores também, mas o peso de substituir o saudoso Kurt Cobain por alguns minutos assustou todo mundo. Joan Jett, Lorde, St. Vincent e Kim Gordon foram lá e a ex-Sonic Youth foi definida por Grohl como “um farol de luz na cena punk rock underground predominantemente masculina”. Cantou o lado B Aneurysm na ocasião.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Peraí, quem é esse tal de Richard Edson?

A pergunta sobre “por que o Sonic Youth nunca esteve no Rock And Roll Hall Of Fame?” chegou aos ouvidos de Kim Gordon algumas vezes. Aliás, publicamente a cantora teve que responder sobre isso quando foi entrevistada pelo apresentador Evan Smith em seu programa Overheard.

“Não acho que tenhamos vendido discos o suficiente, nem que fôssemos populares o suficiente pra isso”, contou ela. Ainda que em 2021 o New York Dolls, banda que durou poucos álbuns e vendeu bem pouco, esteja sendo indicada, diga-se de passagem. Ao ser perguntada sobre se ela ligava ou não para o prêmio, ela fica meio sem graça e responde a Evan: “Bom, é lisonjeiro ser indicada…”, diz, rindo.

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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