Cultura Pop
Ih! “Pablo honey” e “Ray of light” fazem aniversário hoje!

O POP FANTASMA relembra diariamente alguns discos que estão fazendo aniversário. Os textos serão escritos e postados com total desrespeito ao velho apetite do jornalismo por datas redondas, clássicos indiscutíveis (opa, alguns dos que vamos colocar são clássicos sim) e efemérides de meter medo. Veja (e ouça também!) oito discos que sopram velinhas em 22 de fevereiro.
Um deles é “Stonedhenge”, segundo disco do Ten Years After, lançado em 1969…
… teve também a clássica estreia de David Crosby, “If I could only remember my name”, de 1971…
https://www.youtube.com/watch?v=Q18Tht5bBtg
… em 22 de fevereiro de 1980, saíam dois discos. Um deles, a estreia do grupo synthpop Orchestral Manoeuvres In The Dark…
… e, reeditado (tinha saído em formato EP, com faixas a menos, um ano antes), o primeiro disco de Toyah, “Sheep farming in Barnet”. Se você não faz a menor ideia de que banda é essa, era um grupo punk liderado por uma punkette famosa da época, Toyah Wilcox, que para o horror da turma dos alfinetes e das roupas rasgadas, casou-se (e está até hoje) com Robert Fripp, guitarrista do monolito progressivo King Crimson…
https://www.youtube.com/watch?v=60tSDTJAoY8
… e que maravilha!! “Pablo honey”, primeiro e MELHOR disco do Radiohead (nossa opinião) também foi lançado em 22 de fevereiro, em 1993. Essa é pra comemorar…
https://www.youtube.com/watch?v=KZx00YXCRnM&list=PLPG3Hz_oxPF6wC9hAP2eMPiYHjhaGhTEk
… em 22 de fevereiro de 1994, Beck mantinha um contrato com a Geffen que lhe permitia lançar discos independentes, às vezes concomitantemente, enquanto permanecia no selo. O segundo álbum desta leva foi “Stereopathetic soulmanure”…
… e teve também “Ray of light”, um dos melhores discos de Madonna, em 22 de fevereiro de 1998…
… e tivemos também quase uma hora e pouquinha de heavy metal com o Stratovarius e seu disco “Nemesis”, lançado em 22 de fevereiro de 2013. Parabéns aos discos e aos fãs!
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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