Cultura Pop
Quando Kurt Cobain fez filmes de terror

Quem viu o documentário Cobain: Montage of heck, dirigido por Brett Morgen, e que contava a história da vida do vocalista do Nirvana, Kurt Cobain (1967-1994), lembra de terem aparecido lá pelas tantas umas cenas de uns filminhos que o cantor fazia na adolescência. Numa das cenas, Kuirt, ou alguém muito parecido com ele, desenhava um pentagrama no chão, colocava umas velinhas, invocava um demônio, fingia cheirar cocaína com um pó cenográfico e depois destruía todo o cenário.
Essas cenas vinham dos famosos “filmes de terror” que Kurt fez na adolescência, ao lado do amigo Dale Crover, que foi um dos fundadores do Melvins e chegou a tocar no Nirvana. Os filminhos começaram a circular em 2000 entre fãs e amigos, e as primeiras cópias foram sendo substituídas por outras, após problemas de rastreamento.
Muito tempo depois chegaram à internet, em sites que nem estão mais no ar (um deles você pode conferir pelo infalível Archive.org), depois pelo YouTube. A cópia que você vê hoje na internet teve como fonte Scotty Hile, “MC Satanic”, um cara que cresceu em Aberdeen, WA, com Krist Novoselic e Dale Crover e, supostamente, obteve a gravação deles.
Numa das cenas, Kurt aparece fingindo se cortar – o que já fez com que algumas pessoas se apressassem em dar à fita o apelido de “suicídio sangrento de Kurt”. Mike Ziegler, arquivista do Nirvana, chegou a conversar com Crover e ouviu dele que não havia nem sequer a ideia de dar um nome ao conjunto de filmes. “Estávamos brincando com uma câmera”, contou. Kurt fez o tal altar satânico e aparece cheirando a tal cocaína falsa.
Os tais filmes de terror de Kurt ainda têm um monte de cenas aleatórias. Aparece até uma estátua da Virgem Maria que depois apareceria num cartaz de show, além de cenas de Kurt lavando uma parede e fingindo esfaquear um cachorro (!), e de um senhor andando pela rua. Aliás, o conceito dos filmes é bem aleatório, se é que dá para dizer que há um conceito. Muita coisa não fica nada a dever a um Kenneth Anger, ou coisa parecida.
No vídeo acima, vale citar, a trilha sonora foi acrescentada depois e consiste de músicas do EP Eggnog, dos Melvins (1991).
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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