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Pessoa: dos dramas da pandemia às alegrias do verão

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Se você piscar o olho, o músico e compositor baiano Leandro Pessoa surge com uma música nova, ou até um EP novo. Durante a pandemia, ele produziu bastante: quando batemos o papo abaixo, ele estava lançando um clipe, Azoada, sobre os problemas enfrentados por músicos que gravam em casa e enfrentam vizinhos que fazem obras. Dessa vez, o clima já mudou um pouco e ele lançou até uma canção mais alegre, O verão chegou, feita para festejar o começo de 2022. De 2020 para cá rolaram também dois EPs, Surreal e Não fique jururu. Pessoa (como é mais conhecido) andou privilegiando bastante a composição de músicas curtas, do tipo que prendem rapidinho a atenção do ouvinte.

Batemos um papo com ele e Pessoa falou um pouco sobre como ficou a produção dele durante a pandemia, além das novidades (foto: David Lingerfelt/Divulgação)

Primeiro, me parece que você fez muita coisa durante a pandemia: EP, clipes, alguns singles, um EP em 2020 que foi um experimento (só canções bem curtas)… Isso de lançar e criar várias coisas é comum para você ou foi algo que veio no momento do isolamento?

O contexto de isolamento pandêmico me levou a olhar para o baú de canções, dedicar tempo e atenção a elas; percebi uma oportunidade de me reconectar com inquietações artísticas que estavam adormecidas. Aos poucos foi caindo a ficha de que produzir música pra distribuir na rede seria uma maneira de seguir o fluxo de criação em que me encontrava no fim de 2019. Meses antes da pandemia tinha acabado de lançar o show do Esse é pra tocar no streaming e em pouco tempo aquilo foi se tornando a memória de um outro mundo.

Hoje sinto que essa decisão me aproximou da dimensão terapêutica que há na criação, essa possibilidade de suspensão de uma lógica da produtividade, de me permitir sair do uso constante das telas e somente respirar na Arte. Eu acho que desde a adolescência cultivo um ritmo de criação, na ideia de que uma música puxa outra, mas acho que esse movimento de lançar as criações veio mesmo com a Pandemia, quando saquei a possibilidade da produção à distância através do homestudio. Foi nesse sentido que decidi arregaçar as mangas e sentei pra escrever canções com os sentimentos que me inquietavam naquele início de quarentena, como A lei, Big data, e Surreal – que acabaram se juntando a outras que estavam no baú – O bom filho a casa torna e Bufo Alvarius.

A pandemia e questões ligadas a ela serviram de inspiração para algumas canções, como Mania de zap, Rock dá saudade e Azoada. Você sentiu que diante dessa novidade, não teria como não ser influenciado por este tema? Como foi?

Cara, quando o contexto pandêmico se apresentou busquei olhar para o mundo com novos olhos: foram tantas mudanças, adaptações, novas experiências… que só mesmo a Arte pra tentar dar conta, eu disse pra tentar. Foi um período em que me aproximei de pessoas que também buscaram digerir esse novo momento através da Arte. E na minha expressão isso teve início com o movimento do EP Surreal, que tem um aspecto mais introspectivo, e veio desembocar no EP Não fique jururu, que busca diálogo com o que foi possível aprender na vivência da quarentena.

Pra mim foi mesmo inevitável buscar uma conexão com as situações cotidianas, levá-las às músicas e tentar assim assim nutrir o elo com as pessoas, porque o convívio social se tornou algo muito restrito. Em alguns momentos eu me sentia numa mesa de bar, feito quando a gente conta para desconhecidos uma resenha de alguma experiência fantástica da vida, sabe? E foi nessa que acabei escrevendo sobre o novo normal, sobre a saudade de shows, o uso abusivo das redes, sobre a obra do vizinho…

Aliás como foi quando você soube que rolaria o isolamento? Estava com shows marcados ou algo assim? Como tava sua vida profissional na época?

Cara, no primeiro momento foi bem difícil: tinha planos de gravar um compacto ao vivo com a banda e parte dos recursos para essa gravação viriam de circular com o show que a gente tinha montado. E de repente o mais seguro e saudável pra todos nós seria suspender os shows, não ter mais os ensaios. Foi dureza. Essas músicas, inclusive, continuam inéditas, agora é que estou começando a movimentá-las de novo para gravar. Nessa eu tive de vender equipamentos, investir no homestudio, trocar de computador. Comecei então a produzir as músicas à distância e começaram a pintar alguns trabalhos com jingles, spots, vinhetas.

Azoada veio de uma história real?

Sim, é uma história real com pitadas de ficção. Durante o período pandêmico convivi com três obras grandes aqui na residência. A primeira foi uma geral no térreo do prédio, daí quando começou a segunda, no apartamento do vizinho de cima, pintou a ideia de escrever a música. Eu tinha de gravar um vocal para um jingle, mas não conseguia porque a zoada da obra estava sendo captada pelo microfone. Comecei a cantarolar o refrão – “azoada não deixa, azoada não deixa”- e criei um desabafo no meio daquela barulheira, registrando a situação. A parte do vizinho ter viajado e largado a obra nos ouvidos da vizinhança é que foi a pitada de ficção.

Quem são os personagens do clipe de Azoada e de onde vieram aquelas imagens de obra?

O personagem do vizinho eu prefiro manter sob sigilo. O clipe conta com duas participações especiais de produtores musicais que também vivem esse dilema de trabalhar em casa com obras na vizinhança: Marcela Bellas e Carlos Vilas Bôas, vale muito conhecer o trabalho deles. Já as imagens das obras foram retiradas da internet: existe um universo de influencers que ensinam como você mesmo pode resolver as coisas estruturais da sua casa, como por aqui eu não estava em obra, meu exercício foi selecionar de imagens que melhor interagissem com as que tinha produzido de cá.

Você costuma contar várias histórias nas letras. As músicas surgem das histórias? Ou você começa a escrever e aí vai vendo?

Comigo acontece das duas maneiras, mas o mais recorrente é encontrar a letra uma melodia. Essa melodia geralmente surge cantarolando em um idioma inventado, de onde irei tentar pescar palavras. Fico um bom tempo nessa prosa com a melodia, que é também uma escuta interna até chegar nas palavras. Assim as histórias surgem à medida que as palavras vão sendo escolhidas, o que vai ser contado na letra tem como ponto de partida essa descoberta melódica.

Como estão seus planos para novos discos em 2022 e como tá sendo essa volta aos shows?

Para 2022 vou começar trabalhando no lançamento de dois singles pelo selo Aquahertz Corporation, em um novo encontro musical com o produtor Marcelo Santana (com quem gravei Acorda, irmão). São faixas com sabor de verão e que buscam oferecer para o ouvinte momentos de contemplação e prazer. Estou trabalhando também um EP inédito que reúne canções de reggae e que deve ser lançado no segundo semestre.

Ainda não tenho previsão para shows, mas já retomei os ensaios e estou mergulhado na construção de um repertório que contemple as músicas já lançadas até aqui, a vontade de tocá-las ao vivo e de reencontrar o público só aumenta, mas sinto que ainda temos de ser prudentes com o controle do contágio.

O que você tem feito aí no seu homestudio? Têm rolado coisas para outras pessoas?

Aqui no homestudio faço pré-produções de músicas do trabalho autoral e envio elas em faixas separadas para o produtor com quem estou trabalhando no momento. Daí, a partir de videochamadas, vamos desenvolvendo em cima desse material. Tenho me arriscado também na mixagem com drops musicais que divulgo nas redes sociais. De cá trabalho também para outras pessoas, em geral a partir de quem já conhece o meu trabalho na música e convida ou indica. Algumas coisas inusitadas pintaram na pandemia: um jingle para um coletor de cobras, outro para um vendedor de coco e um repente para uma campanha de cuidados com a diabetes. Vamos que vamos!

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Urgente!: Quatro apostas nossas pro Grammy 2026

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Urgente!: Quatro apostas nossas pro Grammy 2026

A 68ª edição do Grammy Awards vai rolar neste domingo (1º) em Los Angeles, com transmissão pela TNT e pela HBO Max, a partir das 21h30 – a apresentadora Carol Ribeiro vai acompanhar tapete vermelho. O comediante Trevor Noah ocupa mais uma vez o cargo de mestre de cerimônias. A lista inteira de indicados você já acompanha em vários sites por aí – tem até Caetano Veloso e Maria Bethânia concorrendo na categoria Melhor álbum de música global por causa de Caetano e Bethânia ao vivo, registro da turnê dos irmãos. Os dois são os únicos brasileiros da lista, aliás.

E seguem aí quatro apostas nossas para a premiação (esse texto não tem patrocínio de nenhuma bet e aconselhamos você a não apostar dinheiro em premiação nenhuma).

Álbum do ano: Chromakopia, Tyler The Creator. Lançado em 2024, e não em 2025, Chromakopia é mais um divisor na carreira de um artista cuja discografia só tem divisores. O álbum vai além do hip hop e cai pra cima de r&b, jazz, rock, psicodelias e maluquices – algo que Tyler já vinha fazendo em discos anteriores, mas que aqui ganha outro foco. Como costuma acontecer na discografia de Tyler, é pra ouvir prestando atenção nas letras, já que, partindo de histórias de sua infância e adolescência, o cantor dialoga com sua mãe, com antigos amores, com velhas versões de si próprio, e com vários lados diferentes de sua versão atual.
Quem mais concorre: Bad Bunny, Debí tiras más fotos. Justin Bieber, Swag. Sabrina Carpenter, Man’s beat friend. Clipse, Pusha T & Malice, Let God sort em out. Lady Gaga, Mayhem. Kendrick Lamar, GNX. Leon Thomas, Mutt.
Quem deve ganhar: Bad Bunny, ou Sabrina Carpenter. Recentemente, a academia botou todos os votantes do Grammy Latino para votar junto com eles, o que talvez ajude Bad Bunny.

Canção do ano: Abracadabra, Lady Gaga. Mayhem, seu disco de 2025, foi prometido desde o início como um retorno à fase “grêmio recreativo” de Gaga. E sim, ele entrega o que promete: Gaga revisita sua era inicial, piscando para os fãs das antigas, trazendo clima de sortilégio no refrão do single Abracadabra (que remete ao começo do icônico hit Bad romance), e mergulhando de cabeça em synthpop, house music, boogie, ítalo-disco, pós-disco, rock, punk (por que não?) e outros estilos.
Quem mais concorre: Doechii, Anxiety. Rosé, Bruno Mars, Apt. Bad Bunny, DtMF. Guerreiras do K-Pop, Golden. Kendrick Lamar e SZA, Luther. Sabrina Carpenter, Manchild. Billie Eilish, Wildflower
Quem deve ganhar: Pode ser que Bad Bunny ganhe. Ou Kendrick, que tem o maior número de indicações de 2026.

Artista revelação do ano: Olivia Dean. Não resenhamos ainda o ótimo The art of loving, seu segundo disco – fica para uma das próximas semanas. A Variety aposta que ela será a vencedora por causa de sua turnê concorridíssima e cara que está a caminho, ainda que seu disco não tenha entrado na lista de melhores discos porque saiu tarde demais para isso. Como é um baita disco pop, é uma aposta bem especial para a gente.
Quem mais concorre: Katseye, The Marias, Addison Rae, Sombr, Leon Thomas, Alex Warren, Lola Young.
Quem deve ganhar: Talvez o histórico complicado de Lola Young comova os jurados, mas algo nos diz que Sombr, grande cantor a bordo de um disco mediano, I barely know her, tem um bom número de benzedores.

Álbum de rock: HAIM, com I quit, discão lançado em junho e que aparentemente, foi pouco lembrado ao longo do ano – mas cujo repertório pode conquistar muitos jurados. O que pode parecer uma versão musical da novela Quatro por quatro (no caso Três por três, enfim) na real é um disco bastante arrojado, rock de olho no pop e vice-versa. É também um disco que ensina que, às vezes, as histórias mais duras não terminam em vingança nem em perdão – terminam no entendimento de que esse mundo é cheio de gente sonsa mesmo.
Quem mais concorre: Deftones, com Private music. Linkin Park, com From zero. Turnstile, com Never enough. Yungblud, com Idols.
Quem deve ganhar: A tal info de que os votantes do Grammy Latino estão no corpo de jurados talvez ajude os Deftones. Ou o Linkin Park.

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Urgente!: Tom Morello faz show para vítimas da violência policial em Minneapolis nesta sexta (30)

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Tom Morello, um dos nomes mais politizados do rock, anunciou um show beneficente em Minneapolis para apoiar famílias vítimas da violência de agentes federais.

Tom Morello, um dos nomes mais politizados do rock, anunciou um show beneficente em Minneapolis para apoiar famílias vítimas da violência de agentes federais. Batizado de A Concert of Solidarity & Resistance to Defend Minnesota!, o evento acontece nesta sexta (30), no histórico First Avenue, palco que já viu de tudo no rock americano – inclusive o show histórico do Hüsker Dü que deu origem a esta caixa que a gente resenhou aqui.

A ideia do show é arrecadar fundos para as famílias de Renee Good e Alex Pretti, ambos mortos em janeiro de 2026 durante ações do U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) e da U.S. Customs and Border Protection. Morello, que não é de fazer rodeios, divulga o show chamando as ações dos agentes federais pelo nome: fascismo.

“Se parece com fascismo, soa como fascismo, age como fascismo, se veste como fascismo, fala como fascismo, mata como fascismo e mente como fascismo, meninos e meninas, é fascismo, porra”, escreveu Morello no Instagram. “Está aqui, está agora, está na minha cidade, está na sua cidade, e deve ser combatido, protestado, defendido, enfrentado, exposto, deposto, derrubado e expulso. Por você e por mim”.

Além de Morello, o palco vai receber Rise Against, Ike Reilly e o guitarrista de jazz fusion Al Di Meola, com direito a convidado surpresa prometido pela organização. Os ingressos custam US$ 25, e toda a renda vai direto para as famílias das vítimas.

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Cinema

Urgente!: Show solo de Thom Yorke (Radiohead) na Austrália vira filme

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Urgente!: Show solo de Thom Yorke (Radiohead) na Austrália vira filme

É provável que os fãs do Radiohead estejam esperando BASTANTE por um filme de concerto do grupo – mas pelo menos vem por aí um filme de show de… Thom Yorke, líder da banda. A primeira tour solo do cantor vai ganhar o registro oficial Thom Yorke Live at Sydney Opera House, com os shows que ele fez em novembro de 2024 no Forecourt, pátio da Ópera de Sydney. Detalhe que os fãs não apenas do Radiohead como também de todos os projetos capitaneados por Thom podem esperar para se sentirem contemplados pelo filme. A direção é de Dave May.

Isso porque, segundo o comunicado de lançamento, Thom Yorke Live at Sydney Opera House “abrange todos os aspectos dos mais de trinta anos de carreira de Yorke como artista de gravação, desde uma versão acústica de tirar o fôlego de Let down (Radiohead), até faixas menos conhecidas favoritas dos fãs (como Rabbit in your headlights, do UNKLE) e seleções de seus aclamados álbuns solo com influências eletrônicas”. Ou seja: você confere lá todo o baú de recordações do cantor, que mergulhou também em canções de sua banda paralela Atoms For Peace e de seu projeto em dupla com Mark Pritchard (o disco Tall tales foi resenhado aqui pela gente).

Um outro detalhe que o release promete: mesmo que a casa de shows seja enorme, a sensação é a de assistir a um show bem intimista, tipo “uma noite com Thom Yorke”. “O filme tem ares de um vislumbre íntimo dos bastidores, permitindo testemunhar um mestre em ação. Yorke une as diversas vertentes de sua carreira com seu falsete arrebatador e presença de palco magnética. Para fãs de Radiohead, The Smile e tudo mais, esta é uma experiência cinematográfica imperdível”, dá uma enfeitada o tal texto.

Live at Sydney Opera House estreou no Playhouse da Ópera de Sydney no último dia 20 de janeiro. No dia 6 de março, uma sexta-feira, ele chega nos cinemas da Austrália. Vale aguardar? Confira aí Thom soltando a voz em Back in the game, dele e de Pritchard, e o trailer do filme (e sem esquecer que temos um podcast sobre o começo do Radiohead, que você ouve aqui).

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