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Palco Tarantino estreia com circuito de shows gratuitos em São Paulo

O Palco Tarantino começa 2026 tentando dar mais uma agitada no mapa da música independente em São Paulo. A ideia, criada pela Tarantino Cervejaria, é simples: um circuito de shows gratuitos espalhados pela cidade ao longo do ano, com mais de 30 bandas ocupando casas diferentes da capital.
A proposta também passa por fazer o público circular — sair do óbvio, conhecer outros espaços e, de quebra, fortalecer quem mantém a cena de pé. Entram no roteiro lugares como FFFront, Red Star Studios, Gaz Burning Bar, La Iglesia, 74 Club e a própria fábrica da cervejaria.
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A agenda vai de maio a dezembro, com datas distribuídas entre esses pontos. No line-up aparecem nomes como Questions, Macaco Bong, Rabo de Galo, Deb and the Mentals (vista acima, em foto de Lucca Miranda) e Sapo Banjo, entre outros, cobrindo um espectro amplo do independente atual. A programação completa, com datas e detalhes de cada show, fica disponível no site do projeto.
“O Palco Tarantino 2026 é um manifesto em movimento: um ano inteiro de música independente, com entrada gratuita”, afirma Isaac Deutsch, sócio fundador da Tarantino e idealizador do projeto. “São mais de 30 bandas ocupando os circuitos mais autênticos de São Paulo para provar que a cidade só vive quando a gente sai de casa”.
A identidade visual do projeto foi desenvolvida pelo Balaústre, laboratório criativo formado por cinco artistas que assinam a arte oficial do festival, que busca traduzir a essência do evento e sua conexão com a produção artística independente. “Nosso compromisso com a identidade cultural da cidade se reflete em tudo o que fazemos”, diz Isaac.
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Hayley Williams abre data extra de show em SP (e ingressos só na quarta)

Alguém duvidava? Hayley Williams abriu outra data de shows em SP, já que tudo esgotou super rápido (com direito a contas de fãs nas redes sociais xingando muito por causa da dificuldade de comprar os ingressos). Além do show do dia 12 de novembro, no Espaço Unimed, vai rolar outra apresentação no dia 13 no mesmo batlocal.
Começou uma pré-venda para fãs hoje (4), ao meio-dia – os códigos liberados anteriormente continuam válidos para essa nova sessão. A venda geral começa no dia 6 de maio, às 10h, pela Eventim (acesse aqui). Hayley vem ao Brasil trazendo a turnê The Hayley Williams Show, pelas mãos da 30e, e divulga aqui o álbum Ego death at a bachelorette party, lançado no ano passado – primeiro como vários singles separados, depois como um (ótimo) álbum inteiro.
Apesar do release do show afirmar que ele “reúne músicas dos três álbuns solo da cantora, além de surpresas especiais”, os setlists dos shows recentes mostram que ela só vem cantando músicas de Ego death, além de algumas covers – a mais frequente tem sido Don’t let me be misunderstood, aquela mesma música que já foi gravada por uma porrada de gente (a versão mais conhecida é a de Nina Simone, mas The Animals e o grupo disco Santa Esmeralda também gravaram). Quem quiser escutar os hits de sua banda Paramore, pode esquecer. Há quem ponha isso na conta de uma briga com a ex-gravadora, a Atlantic – e quem diga que a ideia é tornar o show mais imersivo.
Foto: Zachary Gray / Divulgação
SERVIÇO
Hayley Williams
Realização: 30e
São Paulo
Data: 13 de novembro de 2026 (sexta-feira) DATA EXTRA
Local: Espaço Unimed – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SP
Horário de Abertura da Casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
Setores e preços:
Pista – R$ 282,50 (meia-entrada) | R$ 565,00 (inteira)
Pista Premium – R$ 415,00 (meia-entrada) | R$ 830,00 (inteira)
Mezanino – R$ 472,50 (meia-entrada) | R$ 945,00 (inteira)
Camarote A – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)
Camarote B – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)
Venda geral: 6 de maio, às 10h
Vendas online em: eventim.com.br/HayleyWilliams
Bilheteria oficial – DIA 6 DE MAIO
Espaço Unimed – Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SP
Bilheteria oficial – A PARTIR DE 7 DE MAIO
Allianz Parque – Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a Sábado – das 10h00 às 17h00 | Não há funcionamento aos domingos e feriados. Em dias de eventos na casa, a bilheteria só funciona para o evento do dia.
Outras datas
São Paulo
Data: 12 de novembro de 2026 (quinta-feira)
Local: Espaço Unimed – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SP
Horário de Abertura da Casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal
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Stanley Simmons: qual é a desse projeto unindo os filhos dos donos do Kiss?

Se você for ouvir as duas músicas que já saíram da banda que une os filhos de Paul Stanley e Gene Simmons, do Kiss (Evan Stanley e Nick Simmons, respectivamente) vai encontrar um som bem próximo do paz-e-amor sessentista e da zoeira glam – e que tem muito pouco a ver com a banda dos pais. O Stanley Simmons (esse é o nome do grupo) já revelou que o primeiro álbum, Dancing while the world is ending, sai dia 28 de agosto, e já adiantou capa e lista de faixas.
Sobre as duas músicas: Body down parece bastante influenciada pela era Déjà vu, de Crosby, Stills, Nash & Young (1970) – no clipe, os dois ganham ares de Lemon Twigs ultrapsicodélicos e bruxuleantes. E a faixa-título é Queen purinho, parece um tema de musical (e o clipe vai na onda glam-punk). No domingo (4), o grupo iniciou sua primeira turnê norte-americana – que abriu em San Diego e está programada para terminar em 13 de maio em Ventura. O primeiro álbum já está em pré-venda. Em novembro, os dois músicos haviam afirmando que o grupo era coisa recente.
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“Há um ano, Stanley Simmons nem sequer passava pela nossa cabeça. Agora, é praticamente a cabeça de todos nós. Estamos incrivelmente orgulhosos do disco que estamos gravando e muito animados para compartilhá-lo com todos vocês”, escreveram num comunicado à imprensa no ano passado. Já Evan Stanley afirmou numa entrevista que tudo surgiu da maneira mais despretensiosa possível.
“Nunca foi para ser um projeto. Nós só queríamos cantar juntos uma vez. Aí ouvimos a gravação e pensamos: ‘Espera aí, isso soa realmente especial’”, contou, respondendo também como é lançar uma banda sendo filho de um integrante do Kiss. “As pessoas se empolgam com os sobrenomes. Mas isso não leva a lugar nenhum. Você não consegue usar contatos para criar algo que realmente emocione as pessoas”.
Evan tem razão – se o som não for nada bom, de nada adianta (mas claro que ter os pais certos, os contatos certos e até um nome bacana pra banda, ajudam). A parceria dos dois vem de longe: Evan e Nick cresceram juntos e se consideram “praticamente irmãos”. A paixão por algo próximo do folk 60’s, também: em dezembro de 2024, os dois compartilharam um vídeo deles fazendo uma cover do clássico The sound of silence, de Simon & Garfunkel. Nem havia ainda uma banda, mas Gene deu entrevista elogiando o trabalho da dupla.
Enfim, a lista de faixas, os dois singles já lançados e a capa do álbum seguem aí. Não há nome de gravadora anunciado e os dois singles já publicados são lançamentos independentes.
1 Body down
2 Dancing while the world is ending
3 Starve the beast
4 Running just a little too long
5 Cellophane
6 Cold
7 Lilith
8 Dystopia boogie
9 Temporary love
10 Real life
11 Love real slow
12 Sing myself to sleep

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Annick lança “Date train” e transforma fase turbulenta em pop confessional

Vivendo na Califórnia, a cantora e compositora Annick Nicoli (ou simplesmente Annick) vem ganhando espaço como um nome brasileiro com alcance fora do país. Depois de ultrapassar 100 mil reproduções com Cheia de graça, né e se apresentar em palcos de Los Angeles, ela apresenta o single Date train. A música aposta no pop em inglês, com guitarras em evidência que ajudam a conduzir a dinâmica da faixa.
A produção é de Jonny Maia, vencedor de quatro Grammys Latinos e indicado outras 16 vezes, e reforça um traço já presente no trabalho de Annick: transformar vivências pessoais em canções. Em Date train, isso aparece de forma mais nítida, com uma narrativa emocional que dialoga diretamente com momentos específicos da sua trajetória.
A composição nasceu em 2024, num período instável. Na época, Annick precisou pausar os estudos nos Estados Unidos e voltar ao Brasil, indo morar novamente com a família. Esse retorno, carregado de sentimentos conflitantes, acabou influenciando diretamente o processo criativo e o clima da música.
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“Eu escrevi essa música, quando tive que pausar minha faculdade por um ano e voltar para o Brasil. Fiquei mais próxima da minha família, mas ao mesmo tempo me senti muito isolada por estar distante das minhas amizades e da minha vida nos EUA. Escrevi Date train logo depois de um encontro que tive naquela época — inclusive compartilhei um vídeo desse momento. Esse date, junto com tudo que eu estava vivendo, acabou se transformando na música”, conta Annick.
Já o single Cheia de graça, né, Annick aborda temas como o assédio e a hipersexualização da mulher brasileira — um indicativo da conexão de cantora com pautas contemporâneas e relevantes.
Foto: Riles / Divulgação





































