Cultura Pop
O Oasis, aquela banda britânica de sucesso. Não, peraí…

Lembra do Oasis, aquela banda britânica ? Não não é a banda dos irmãos Gallagher, mas vamos por partes. Em primeiro lugar, a julgar pelo Hot 100 de 1984 da Billboard, revalorizar naquela época o lado mais tristonho e orquestral da do soft music setentista não parecia uma grande ideia.
As paradas da época acabaram encabeçadas pela animada “When doves cry”, de Prince e os dez primeiros lugares eram ocupados por músicas como “Jump”, do Van Halen, “Owner of a lonely heart”, do Yes, e “Karma chameleon”, do Culture Club. E cadê aquela angústia que o consumidor de música pop precisa? Ok, nos dez primeiros tinha “Against all odds”, do Phil Collins e “Hello”, do Lionel Richie.
Bom, um grupo responsável por um raro revival dessa tristeza pop naquela época foi uma banda britânica chamada Oasis. Olha eles aí, em 1984, interpretando seu grande hit, “If this be the last time”.
Calma, nada a ver com aquele grupo que você está pensando. O Oasis de 1984 era um supergrupo pop cujas maiores estrelas eram o compositor e pianista inglês Peter Skellern (morto em fevereiro deste ano), o violoncelista Julian Lloyd Webber (irmão do compositor de musicais Andrew Lloyd Webber) e ninguém menos que Mary Hopkin. Ela, por outro lado, era uma cantora escocesa que tinha sido uma das primeiras contratações do selo Apple, dos Beatles.
O grande hit dela, “Those were the days” (1968), é mais conhecido no Brasil por ter sido durante anos o tema de abertura do “Show de Calouros”, do Silvio Santos. Enfim, o tema do verso “a Sonia Lima, la lalalalalala, lalalalalalalalalala”, etc. Na época, ela estava divorciada do marido – ninguém menos que o produtor de David Bowie, Tony Visconti – e retomava a carreira musical.
O grupo lançou um único disco, epônimo, pela WEA, naquele ano, e rolou sucesso – chegaram na 23ª posição da parada britânica de álbuns e ficaram por lá durante 15 semanas. Mas não durou muito. Afinal, Julian saiu da banda e foi substituído por Audrey Riley para uma turnê britânica que iria se iniciar. Em seguida Mary Hopkin teve problemas de saúde, e a banda acabou sem poder fazer a tal turnê. Fim.
Finalmente, tem mais dois vídeos do Oasis aí, “Hold me” e “Sirocco”.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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