Cultura Pop
Nile Rodgers conta a história de “Let’s dance”, de David Bowie

Olha que interessante: a Fender, marca de instrumentos musicais, divulgou não faz muitos dias um vídeo em que ninguém menos que o músico, produtor (e co-fundador do Chic) Nile Rodgers conta a história de Let’s dance, clássico de David Bowie que ele produziu.
A história diz que antes de decidir por Nile, Bowie já tinha apalavrado com o velho amigo Tony Visconti (que produziu vários clássicos seus) de fazer mais um álbum com ele. Após sair da RCA, Bowie havia assinado um contrato milionário com a EMI e precisava fazer um disco que vendesse bem – e justamente numa época difícil, de contratos de milhões de dólares, clipes uberproduzidos e dinheiro a rodo rolando pelas gravadoras.
Só que Tony começou a se preparar para trabalho com Bowie no novo disco (que se chamaria Let’s dance e sairia em 1983), e esses encontros não vinham. Um dia ligou para a secretária de Bowie, Coco, e ouviu o que não esperava: Bowie já estava trabalhando com outra pessoa e não precisava dos serviços dele. Essa pessoa era Nile, que Bowie tinha encontrado num clube no fim de 1982 e com quem tinha conversado por várias horas. Um tempo depois, o cantor ligou para Rodgers para oferecer a produção do disco.
O desafio que Bowie tinha pela frente era enorme: numa época em que estrelas da música disco, que já haviam feito muito sucesso, iniciavam namoros com o lado mais comercial do rock, ele queria fazer um álbum dançante, mas que soasse orgânico. No vídeo, Nile recorda que Bowie já o procurou com a ideia de “fazer um álbum de hits”. Um dia o cantor procurou Nile em sua casa e tocou alguns acordes para ele, que eram a gênese de Let’s dance, a música.
O que os dois tinham na mão era uma música que – de acordo com o que Nile toca na guitarra – lembrava algo que poderia estar no repertório do Fleetwood Mac, ou até do R.E.M. Nile diz ter recorrido ao jazz para dar uma mexida na canção e transformá-la em algo com groove. O músico, que recebeu crédito apenas como arranjador e produtor na faixa, foi torcendo tudo e mexendo os acordes até chegar perto do resultado que você ouve no single. Veja com legendas.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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