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Série de jazz do Queremos! traz Joshua Redman para shows no Rio e SP

O Queremos! traz ao Brasil o saxofonista e compositor norte-americano Joshua Redman, que se apresenta pela série Queremos! Jazz no dia 29 de setembro, no Teatro Bradesco, em São Paulo, e no dia 30 de setembro, no Vivo Rio, no Rio de Janeiro. Considerado um dos principais nomes do jazz contemporâneo nas últimas décadas (que o digam nomes como Brad Mehldau, Christian McBride, Pat Metheny, Brian Blade e The Bad Plus, que já trabalharam com ele), Redman traz a turnê de seu novo disco, Words fall short, lançado pelo lendário selo Blue Note.
No disco, Joshua mostra novas músicas feitas ao longo dos últimos anos ao lado de uma nova banda: o pianista Paul Cornish, o baixista Philip Norris e o baterista Nazir Ebo. Joshua faz uma exploração de temas como imperfeição, linguagem, memória e conexão humana em sua música – o resultado é a combinação entre sons mais introvertidos e outros mais intensos, improvisados. Nomes como a saxofonista Melissa Aldana, a trompetista Skylar Tang e a cantora Gabrielle Cavassa participam do álbum.
“A trajetória do Joshua Redman ajuda a entender como o jazz contemporâneo segue em transformação, conectando tradição, improvisação e novas formas de composição coletiva”, afirma Pedro Seiler, co-diretor do Queremos!. “Trazer esse trabalho ao Brasil faz parte do nosso compromisso em apresentar artistas fundamentais da música internacional em momentos importantes de suas carreiras”, completa Felipe Continentino, também diretor do projeto.
QUEREMOS! JAZZ
Com a série Queremos! Jazz, o Queremos! reafirma sua missão de promover experiências musicais inovadoras e encontros que atravessam gerações. “O projeto nasceu do desejo de explorar as múltiplas possibilidades do jazz como forma de expressão em constante transformação, reunindo artistas que representam a diversidade e a vitalidade do gênero hoje”, afirma Pedro Seiler. “O jazz é, por natureza, um gênero em transformação e a série vem para ampliar essa escuta e trazer ao Brasil artistas que estão moldando o som do presente”, completa Felipe.
SERVIÇO
JOSHUA REDMAN NO BRASIL – SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO
REALIZAÇÃO: QUEREMOS!
SÃO PAULO
Data: 29 de setembro de 2026 (terça-feira)
Local: Teatro Bradesco
Endereço: Rua Palestra Itália, 500, Loja 263, 3° Piso – Bourbon Shopping
Abertura da casa: 20h
Horário do show: 21h
Classificação etária: 18 anos
Ingressos: a partir de R$ 100 (meia-entrada)
VENDAS ONLINE SÃO PAULO
RIO DE JANEIRO
Data: 30 de setembro de 2026 (quarta-feira)
Local: Vivo Rio
Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
Abertura da casa: 19h
Horário do show: 21h
Classificação etária: 18 anos
Ingressos: a partir de R$ 100 (meia-entrada)
VENDAS ONLINE RIO
Foto: Divulgação
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Festival da Lua Cheia 2026 vai ter BaianaSystem, Mano Brown, Céu e Chico Chico, entre outros

O Festival da Lua Cheia divulgou o line-up completo de sua 34ª edição, que acontece entre os dias 4 e 7 de junho de 2026, no Hotel Fazenda Vale das Grutas, em Altinópolis, interior de São Paulo. Focado em música alternativa, o festival reúne mais de 40 atrações, 80 horas de música e 200 oficinas gratuitas em uma imersão cultural e artística realizada no alto das montanhas.
Entre os destaques da programação estão BaianaSystem, Mano Brown, Céu, Zeca Baleiro, Melly, Braza, Chico Chico, Lamparina, Maneva e Russo Passapusso & Ministereo Público Sound System. A ideia é conectar diferentes gerações, linguagens e territórios da música brasileira contemporânea, por meio de seis palcos espalhados pela área do festival. Há também camping, áreas de convivência, programação infantil, vivências multiculturais, oficinas, intervenções artísticas e atividades voltadas ao bem-estar, convivência e conexão com a natureza.
“Queremos que as pessoas voltem pra casa sentindo que viveram algo verdadeiro. Não apenas um evento, mas uma experiência que as atravessou de alguma forma, pelos shows, pelas conversas inesperadas, pela sensação de estar completamente presente. O Lua Cheia sempre foi esse lugar onde o tempo muda de ritmo e as pessoas se encontram de um jeito que o cotidiano raramente permite”, afirma Mikhael Nakad, diretor do Festival da Lua Cheia, que já existe há mais de três décadas.
“O Lua Cheia ocupa um lugar diferente dentro do circuito de festivais brasileiros. É um festival com memória, com comunidade e com uma experiência construída ao longo de décadas. Em um cenário cada vez mais acelerado, seguimos acreditando em um modelo mais humano, onde cultura, convivência e transformação cultural caminham junto com a música”, afirma Pedro Barreira, curador do Festival da Lua Cheia.
Foto: Divulgação
LINE-UP POR DIA
Quinta-feira (04/06)
Maneva, Russo Passapusso & Ministereo Público Sound System, Funk Como Le Gusta, Lança Xote, Flavinho Lima, Trio Macambira, África Mãe do Leão, JZ Roots Phavella, Trio Maracá, Forrozêra.
Sexta-feira (05/06)
Mano Brown, Chico Chico, Lamparina, Melly, Furmiga Dub, O Cheiro do Queijo, Roça Nova, Batucada Tamarindo, Diego Oliveira, Duda Stefano, Relo Rolo.
Sábado (06/06)
BaianaSystem, Zeca Baleiro, Céu, Braza, Nubia, Mari Jasca, Rom Santana, Diana do Sertão, Thaís Nogueira, Trio Beijo de Moça.
SERVIÇO
Festival da Lua Cheia 2026
Data: 4 a 7 de junho de 2026
Local: Hotel Fazenda Vale das Grutas – Altinópolis (SP)
Programação: mais de 40 atrações, 80 horas de música, 200 oficinas gratuitas, seis palcos, camping e experiências multiculturais
Ingressos no site do evento.
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Al Jardine (Beach Boys): “Aquela cabra branca da capa de ‘Pet sounds’ me mordeu”

Ninguém (ou melhor, talvez só Alex James, baixista do Blur) discute a qualidade de Pet sounds, disco histórico dos Beach Boys que chegou aos 60 anos neste sábado (16) e ainda ganhou uma reedição definitva, The Pet Sounds sessions (Deluxe edition), com 90 faixas – já nas plataformas, e em edições físicas.
Al Jardine, um dos fundadores do grupo, disse certa vez que no começo achou o disco uma mudança muito radical, mas passou a gostar, até por ter pais que amavam música clássica. “Eu levava as partituras (do disco) para casa e tocava para meus pais, dizendo: ‘Não é ótimo?’. Eles respondiam: ‘Não entendi, mas soa ótimo'”, contou em 2000. E num papo publicado nesta sexta no jornal The Independent, contou que tem ótimas recordações da gravação do álbum. Só não tem nenhuma lembrança boa da capa do disco.
“Aquilo é uma bagunça. Capa de álbum horrível. Simplesmente estúpido”, contou Al, que diz ter recebido um comentário até de Paul McCartney, que lhe disse para ficar mais de olho nas capas dos discos da banda. “É uma bobagem, sabe? Mas às vezes o departamento de arte não se comunica com o departamento de música. Acho que foi provavelmente isso que aconteceu. Poderia ter sido muito melhor”.
A capa de Pet sounds (a da foto aí de cima) você já viu trilhões de vezes: da esquerda para a direita, os três irmãos Wilson (Carl, Brian e Dennis, nessa ordem), Mike Love e Jardine alimentam cabras com maçãs no zoológico de San Diego – faltou só Bruce Jonhston, que na época ainda fazia parte do staff de produtores da Columbia Records, e não podia aparecer na capa nem ganhar créditos. A foto parece mostrar uma tarde tranquila, mas rolou até um sanguinho: aquela cabra grande e branca que Jardine alimenta, diz o músico, sapecou-lhe uma mordida.
Já sobre o disco, ele só tem coisas boas a dizer: “Parece que foi ontem. É difícil acreditar que todo esse tempo já passou”, contou o músico, de 83 anos, recordando que Brian, então ausente dos shows da banda após ter tido uma crise de pânico durante um voo para Houston (ataque esse que, por sinal, rolou ao lado de Jardine), ligou para ele do Japão pedindo pra banda retornar imediatamente pra Califórnia.
“Ele estava muito entusiasmado com esse novo projeto e, claro, nós estávamos ansiosos para saber do que se tratava”, disse Jardine, que observou logo que a composição das músicas de Pet sounds era “um pouco mais sombria” do que os fãs estavam acostumados.
“Para ser sincero, era realmente um álbum do Brian Wilson. Era o sentimento dele, principalmente, a criação dele, e ele estava experimentando”, disse. “Era o álbum dele, e nós éramos apenas os backing vocals. Estávamos lá para ajudá-lo. Sempre respeitamos a abordagem criativa de Brian, tudo o que ele trazia para a mesa – e ele nos respeitava”.
Jardine conta até que entrada da canção folclórica Sloop John B, uma das músicas mais populares do disco – e que depois entrou na trilha do filme Forrest Gump (1994) – foi ideia dele. Ele já vinha sugerindo a música havia anos e só conseguiu convencer Brian na época de Pet sounds.
“Finalmente, tive a oportunidade de fazer isso e disse: ‘Brian, vamos transformar isso em uma música dos Beach Boys, porque tem um grande potencial de harmonia’. Mas acabou entrando no álbum, porque ele não queria colocar Good vibrations no disco, o que eu achei um erro. Essa foi a única vez em que realmente tivemos uma divergência. Mas eu tinha uma opinião muito forte sobre Good vibrations“, recordou.
Falando nisso, desde 2025, Jardine vem fazendo shows com a Pet Sounds Band, uma versão reformada da banda de apoio de Brian Wilson. A partir de junho, Al e banda estarão em turnê.
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Vacations: reuniões chatas por zoom inspiraram o novo single, “Holy grail”

Dizem por aí que palavras como branding e rebranding estão na moda – aliás estão na moda a ponto de surgirem por aí montes de picaretas enriquecendo ao oferecer consultorias de branding bem salafrárias. O clipe do novo single da banda australiana Vacations, Holy grail – uma música bem delicada e leve, mas com momentos de peso – traz justamente a banda fazendo uma chamada de zoom com um especialista em branding, que começa a sugerir mudanças na imagem do grupo. Bom, o sujeito acende o alerta vermelho logo no começo, compartilhando a tela dele e mostrando as palavras “Vacations” e “Holy grail” escritas na fonte Comic Sans…
A tal reunião é tão entediante que cada integrante desliga sua câmera e começa a se imaginar fazendo o que tem vontade: andar de moto, de skate, jogar bola… Por acaso o vocalista e principal compositor Campbell Burns abre vários mapas no Google Maps e começa a viajar neles – e acaba indo parar em Copacabana, “andando” virtualmente por ruas como Domingos Ferreira e Nossa Senhora de Copacabana. O single, que anuncia o álbum Pursuit of anything (com lançamento marcado para o dia 2 de outubro pela gravadora Nettwerk) surgiu mesmo de um papo desagradável pela internet.
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“Ela foi baseada em uma chamada de zoom estressante que tivemos como banda no ano passado”, reflete Burns. “Estávamos nesse período de querer escrever e gravar material novo, mas também presos em um ciclo de turnês insustentáveis. Tantas pessoas que conheço dedicaram suas vidas inteiras à música e, ainda assim, às vezes pode parecer que você está em busca de qualquer coisa (a frase Pursuit of anything significa exatamente isso, “em busca de qualquer coisa”) apenas para fazer dar certo”.
“Essa dinâmica de atração e repulsão de algo que amo tanto é fascinante para mim. Posso passar por dificuldades às vezes, mas sempre voltarei a isso porque me traz muita alegria e realização, e no final supera qualquer ponto negativo”, conta o vocalista, que divide o grupo com o baixista Jake Johnson, o guitarrista Nate Delizzotti e o baterista Joseph Van Lier. Burns também adianta que no disco, há casamentos, famílias, reflexões sobre o passado e esperança em relação ao futuro. “É sobre a felicidade como um ciclo de feedback”, diz Burns a respeito do título do disco. “Sobre como você continua perseguindo a próxima coisa”.
O disco já tem capa e lista de músicas liberadas – tá tudo aí embaixo. E mais abaixo, você confere o clipe de Holy grail.
Foto: Andrew Boyle / Divulgação
1 Congratulations
2 Yesterday
3 Holy grail
4 Ready or not
5 Last call
6 Fooling you
7 Punchline
8 So suddenly
9 I see myself in you
10 Lucky Forever









































