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Cultura Pop

Jamelão recusou selinho de Hebe e ainda saiu contando vantagem

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Jamelão recusa selinho de Hebe e ainda sai contando vantagem

O sambista Jamelão, morto em 14 de junho de 2008, era dono de um humor muito peculiar. Não gostava de fã ou jornalista enchendo o saco. Ficava puto com piadinhas envolvendo sua escola de samba (Mangueira). E era capaz de brigar feio com alguém que ousasse chamá-lo de “puxador de samba”. Respondia que só existia “puxador” de carro, ou de fumo (era como a moral dos anos 1950 e 1960 chamava os consumidores de maconha). Em uma ocasião, deu um sai-pra-lá no vocalista de uma conhecida banda de reggae que tentou beijar sua mão.

Já sei que você está pensando que seres humanos como Jamelão fazem falta no mundo. Mas no vídeo abaixo, ele estava no auge da casca-grossice. Deu uma chegadinha no programa da saudosa Hebe Camargo, no SBT, conversou com ela no sofá e… recusou o tradicional selinho da apresentadora. Alegou que sua mulher o estava observando do outro lado da câmera. Na mesma entrevista a Hebe, ele acaba tendo que explicar (provavelmente pela milionésima vez, o que deve ter sido um desafio para a curtíssima paciência do sambista) sobre sua mania de andar com elásticos nas mãos. E relembra o dia em que foi entrevistado no Jockey Clube do Rio – e precisou encarar um repórter que lhe perguntou sobre aquela velha piada da “entrada da Mangueira”.

Depois da ida ao programa de Hebe, é visto recordando a história no palco do antigo Mistura Fina, no Rio, em 2003. “Fui no Programa da Hebe e ela queria me beijar. Eu: ‘Pô, não vai me beijar, eu vim aqui pra cantar. Que merda é essa?'”

E o trecho acima foi tirado do documentário Jamelão 90 anos, de Marco Altberg. Que você confere abaixo.


Via Mofo TV

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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