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Cultura Pop

Grita!: quando a MTV anunciou uma gravadora americana de punk latino

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Grita!: quando a MTV anunciou uma gravadora americana de punk latino

Em 1995, quando montou o selo Grita!, o músico (baterista da primeira formação do Bad Religion) e empresário (é hoje CEO da startup de tecnologia Dympol) Jay Ziskrout deu uma crescida de olho para os Raimundos, que fizeram sucesso com o primeiro disco e estavam preparando o segundo álbum. “Mas parece que eles preferem ficar só no Brasil”, contou à revista Bizz, quando veio ao país procurar fitas demo e bater papo com bandas novas.

Trabalhando na época como diretor administrativo da gravadora Epitaph (criada por Brett Gurewitz, do Bad Religion, e responsável em 1994 pelo sucesso mundial do Offspring com o disco Smash), ele tinha montado o selo Grita! para trabalhar justamente com bandas da América Latina. Contratou bandas como Los Mas Turbados, Todos Tus Muertos, Niños Con Bombas e uma banda brasileira, Blind Pigs.

Olha aí Jay explicando a que vinha o Grita! numa reportagem da MTV (desencavada pela turma do grupo 90Under).

O disco do Blind Pigs pelo selo, São Paulo chaos, saiu em 1997. Curiosamente, Jay escolheu uma banda que cantava em inglês e tinha uma proposta bastante parecida com a das bandas da Epitaph. Hoje, o álbum está no catálogo do selo paulistano Hearts Bleed Blue, por onde lançaram em 2015 seu mais recente disco, o EP Linha de frente.

https://www.youtube.com/watch?v=bsnqo1vdU8g

Ah, sim: uma banda que merece um dia um textinho especial aqui no POP FANTASMA é o Niños Con Bombas, trio formado na Alemanha por um chileno (Daniel Puente Encina), um brasileiro (Alex Menck) e um alemão (Norman Jankowski). O grupo durou até 1999 e gravou dois discos pelo selo. Ouve aí Skreamska e diz o que achou para a gente.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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