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Cultura Pop

Glenn Danzig apresenta sua coleção de livros

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Glenn Danzig apresenta sua coleção de livros

Tem um vídeo no YouTube no qual o diabólico, sorumbático e esquisitão Glenn Danzig – que desde os anos 1970 aterroriza geral à frente de bandas como Misfits, Danzig e Samhain – apresenta alguns de seus livros preferidos.

Para a alegria de uma boa turma aí, o cantor aparece sem camisa, num ambiente bem sinistro e escuro, à frente de algo que parece uma piscina – pelo menos a parca iluminação deixa entrever algo que parece água, na frente dele. Glenn mostra uma parte de sua estante e diz que irá exibir “vários livros sobre a morte, a antropologia do mal”.

Entre os alegados livros preferidos de Danzig estão O lobisomem de Montague Summers (“muitas histórias de lobisomens aqui, todas documentadas, todas verdadeiras”) e As raízes ocultistas do nazismo, de Nicholas Goodrick-Clarke, que ele classifica como “um livro que deve ser lido “por todas as crianças em idade escolar”.

Outro que ele tinha na sua coleção era The lost books of the bible, de William Hone. “Tem um capítulo aqui que fala da infância de Jesus e é o tipo de coisa que as igrejas não gostariam que você soubesse, porque não fazem parte da sua ideologia”, conta Danzig, referindo-se a uma parte do livro onde Jesus, criança, mata um coleguinha.

Bom, lá por 1994 – deve ser mais ou menos a época desse vídeo – a Rolling Stone fez uma matéria com Danzig, visitou o cantor em casa e descobriu que a coleção dele tinha mais itens, como Antropologia do mal (David Parkin) e Magia cerimonial (possivelmente O livro de magia cerimonial, de Arthur Edward Waite). Não falaram nada de piscina em frente à biblioteca. De qualquer jeito, veja o vídeo aí.

Ah, sim, tá aí o novo disco de Glenn Danzig em que, para a alegria de muitos fãs da antiga (que sempre o consideraram um Elvis Presley do metal) ele relê o repertório do rei do rock.

Via AV Club.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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