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Cultura Pop
Elton John comprando montes de discos na Tower Records em 1975

Em 1991, rolava o fim de uma era para Elton John. O cantor, que estava nas paradas com Sacrifice e You gotta love someone, capitulou diante da onda dos CDs e vendeu toda a sua (enorme) coleção de discos. O fato do artista ter largado bebida e drogas também contribuiu para o fato dele ter resolvido se livrar de alguns objetos e coleções pessoais.
Elton não era exatamente um fã comum de música. Na verdade era bem mais do que isso: o cantor comprava tudo o que via pela frente, inclusive discos em duplicata para ter guardados em suas várias casas, cada uma com um aparelho de som diferente. Ele também saía comprando tudo quanto era single e EP em 45 rpm que via pela frente, e tinha todo (todo!) compacto lançado na Inglaterra desde 1959. Só que bem depois de vender tudo, Elton passou a frequentar a loja Wax Tax, em Las Vegas (“que era dirigida por um cara especialista em doo wop”) e quase gastou a mesma quantia que havia ganho com as vendas dos discos. Ele conta essas histórias no vídeo abaixo.
COMPRE COM SEGURANÇA
O método Elton John de catação de vinis, durante os anos 1970, incluía horas e horas a fio em lojas, com uma listinha (!) na mão incluindo discos já comprados e algumas coisas que o popstar queria ter em sua coleção. Ele também muitas vezes pegava logo duas ou três cópias de algum disco que queria, e levava um segurança (!) para carregar tudo o que estava comprando.
Como a gente sabe disso? Bom, alguém subiu um videozinho (de 1975, ao que consta) de Elton indo às compras na Tower Records do Sunset Boulevard, em Los Angeles. Dá pra ver na mão de Elton John e do segurança dele discos como There’s no place like America today, de Curtis Mayfield (1975) e Lost generation, do cantor, compositor e jornalista (!) novaiorquino Elliott Murphy (do mesmo ano). A situação é tão maluca e ao mesmo tempo tão casual, que o cantor e o ajudante parecem mais dois funcionários da loja conferindo o estoque e carregando caixas, por sinal.
VEJA TAMBÉM NO POP FANTASMA:
– Elton John compondo Tiny dancer em 1970
– Quando Neil Young achou discos piratas seus numa loja
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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