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Cultura Pop

Peraí, existiu uma banda chamada Club House?

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Pera, existiu uma banda chamada Club House?

Se você não saiu do planeta Terra nos últimos dias, já sabe que surgiu uma rede social de áudio chamada Clubhouse, com diversas salas de bate papo. O aplicativo foi criado por Rohan Seth, ex-funcionário do Google, e por Paul Davidson, empresário do Vale do Silício. E na verdade já havia surgido em março de 2020. Mas só depois que o bilionário Elon Musk participou de um bate-papo no app, o jogo virou para os criadores da rede. O que provavelmente você não sabe, ou não lembra, é do grupo Club House.

Falando sério agora, pode ser que você se lembre sim. A começar porque o Club House, um grupo italiano de house music, teve pelo menos um grande hit: o medley que une Do it again, do Steely Dan, e Billie Jean, do Michael Jackson. Isso aí tocou em muitas pistas de dança e possivelmente vai continuar tocando quando todo mundo puder voltar a se aglomerar. Saiu até no Brasil.

Aparentemente é o Club House na TV.

https://www.youtube.com/watch?v=hpUsDgLhdtA

O Club House foi um grupo formado pelos produtores, músicos e compositores italianos Gianfranco Bortolotti, Carl Fanini, Hidalgo Serra e Silvio Pozzoli. Surgiu em 1983 e já foi logo estourando com o tal medley, que costumeiramente é chamado de “o primeiro mashup”. Não é bem assim – o termo mashup é relativamente recente mas o conceito já rola há várias décadas. De qualquer jeito, o single invadiu as paradas em vários países (na Irlanda por exemplo, ficou em sétimo lugar).

MANIA DE MICHAEL

O medley de Do it again com Billie Jean foi mais um dos produtos que vieram da paixão fulminante que o mundo passou a nutrir por Michael Jackson após o sucesso de Thriller, em 1983. Por causa das trocentas cópias que o LP vendeu, muita gente apareceu tirando uma bela casquinha do êxito do cantor, logo na sequência.

Nessa, rolaram singles como Dear Michael, da atriz de TV americana Kim Fields, Letter to Michael, da cantora Leslie e até um outro medley de quatro hits de Michael feito pela cantora britânica Ashaye. Aliás, teve também a curiosidade I’m in love with Michael Jackson’s answerphone, da britânica Julie (esta, por acaso, investindo no amor teen pelo eu-lírico garanhão da letra do hit Billie Jean).

Por acaso, vale citar que existiu uma outra versão do mesmo medley do Club House, só que feita pelo Slingshot, um grupo de Detroit. Essa chegou ao 25º lugar da parada r&b da Billboard em 1983.

MAIS SINGLES

A história do Club House não terminou na tal tentativa de estourar com a música de Michael. Saíram vários outros singles. Em 1987, saiu um medley de I’m a man e de Yeké yeké, do cantor guineense Mory Kanté.

Em 1993, o grupo ainda fez sucesso com um Light my fire que não era a canção dos Doors.

Em 1995, o Club House lançou um álbum, Nowhere land, que contou até com uma versão house de All by myself, aquele hit derrama-lágrimas de Eric Carmen. O Club House gravou até 1997 e depois deu espaço para as carreiras de seus integrantes.

Tem conteúdo extra desta e de outras matérias do POP FANTASMA em nosso Instagram.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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