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Cultura Pop

Compre uma camiseta do Jethro Tull e vire o maior pegador

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Compre uma camiseta do Jethro Tull e vire o maior pegador

Jethro Tull, desde 1969 ajudando os homens a se darem bem com as mulheres. Pelo menos é o que dá para entender dessa propaganda que saía publicada em revistas no comecinho da carreira da banda. O anúncio garantia que se não tivesse ninguém querendo você, era só preencher o cupom e mandar vir uma t-shirt transada do monolito progressivo inglês. Que então era apenas uma banda iniciante, claro. Inclusive no anúncio da camiseta do Jethro Tull aparece a capa do terceiro disco deles, Benefit, lançado em 1970.

Compre uma camiseta do Jethro Tull e vire o maior pegador

O texto anunciando a oferta da camiseta do Jethro Tull parece ter sido escrito por alguém que encheu a cara de ácido ou quem sabe de alguma substância bem mais psicodélica. Leia parte dele aí, em tradução EXTREMAMENTE livre.

“Você não está pegando ninguém? Quando você faz um olhar igual ao de Paul McCartney as mulheres dizem para você ‘sai daqui, perdedor!’? Até mesmo a oferta de um assento do seu lado no show do Led Zeppelin é um incentivo insuficiente para uma garota passar parte da noite com você?

Então o que você precisa é de uma CAMISA SUPER FORA DE SÉRIE DO JETHRO TULL (…). Tudo o que você precisa fazer é: 1) preencher o cupom abaixo; 2) nos enviar o cupom até o tempo de reprodução exato do primeiro lado do disco mais recente e historicamente aclamado do Jethro Tull (certamente você não espera que a gente te dê algo sem primeiro tentar te enrolar pra você comprar alguma coisa). Essa informação do tempo de duração você tem que olhar no álbum e remover o papel celofane da capa para olhar”.

Aparentemente a camiseta do Jethro Tull que estava sendo anunciada é essa aí embaixo (a foto foi tirada do site Electrocutas).

Compre uma camiseta do Jethro Tull e vire o maior pegador

Via Flashbak

Leia aqui sobre o dia em que o Jethro Tull tirou o Grammy do Metallica.

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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