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Cultura Pop

Buzzcocks, Nirvana, Joy Division: quase MIL Peel Sessions para ouvir no YouTube

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Não é por nada, não, mas achamos que a diversão da sua quarentena acaba de chegar. Um blogueiro chamado Dave Strickson resolveu matar o tempo fazendo uma lista de todas as Peel Sessions (as sessões da rádio BBC 1 comandadas pelos saudoso DJ John Peel, enfim) que podem ser ouvidas na íntegra no YouTube. Peel, como você sabe, ficou quatro décadas no ar lançando futuros sucessos, dando a primeira oportunidade para várias bandas que depois se tornariam conhecidas e levando ao ar shows inteiros de artistas e grupos.

Peel também esteve do outro lado do balcão algumas vezes: foi o criador do selo Dandelion Records, que lançou grupos bizarros como Principal Edwards Magic Theatre, Medicine Head (banda que em 1972 lançou um disco chamado Dark side of the moon, um ano antes do disco do Pink Floyd) e Stack Waddy (grupo pré-punk que certa vez cometeu uma versão iletrada de Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes). Você já leu sobre essa iniciativa dele aqui no POP FANTASMA. A partir de 1986, Peel pôs para rodar seu selo Strange Fruit e saiu lançando várias Peel Sessions por ele.

Além do YouTube, tem uma parte bem grande desse material que já está no Spotify. Mas se você der uma olhadinha nos links selecionados por Strickson, vai achar quase mil vídeos, incluindo entre eles: David Bowie (na fase dos Spiders From Mars), Roxy Music, Joy Division, New Order, The Cure, Siouxsie & The Banshees, The Smiths, The Fall, Echo & The Bunnymen, Nirvana, Hole, Jack White, Elvis Costello, Cocteau Twins, The Jesus & Mary Chain, Sonic Youth, Be Bop DeLuxe, Alien Sex Fiend e mais uma porrada de gente. Tem até sessões raras de Syd Barrett e T. Rex (ambas em 1970). Confira tudo aqui.

E aqui, você vê uns vídeos que a gente já viu e curtiu.

Via Brooklyn Vegan

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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