De repente dá para botar a culpa na tecnologia das últimas décadas, em que muitas vezes tudo o que é usado num palco – dependendo do artista – pode ser levado num tablet, num laptop ou quem sabe até num pendrive. Seja como for, um sujeito pegou vários “falhas nossa” que rolaram em shows mais recentes do Kraftwerk e mostrou que nem mesmo a experiência e a, er, sabedoria robótica do grupo livrou o quarteto de passar alguns perrengues.

Quando tudo saía errado nos palcos em que o Kraftwerk se apresentava, podia rolar o mesmo que acontecia em diversas apresentações de palestras por aí afora. Ou dava tela azul e o som e a imagem acabavam, ou Ralf Hutter (que passou a tomar conta do grupo) precisava deixar o palco, para o horror dos outros integrantes, ou o som acabava no meio da viagem de Autobahn (aconteceu). Ou o som ficava absurdamente alto no meio de uma música e o computador travava. Pra rir de verdade, tem os momentos em que fãs invadem os palcos e uma fã, discretamente, resolve ir conversar com um dos integrantes do grupo, igualzinho a você quando quer pedir uma música ao DJ.

Vê aí.