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Cultura Pop

O dia em que Billy Ray Cyrus virou herói da Marvel

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O dia em que Billy Ray Cyrus virou herói da Marvel

O dia em que Billy Ray Cyrus virou herói da MarvelA primeira coisa que chama a atenção na capa ao lado é que Billy Ray Cyrus ­- astro do country, pai da cantora Miley Cyrus – usava o maior mullet já visto em histórias em quadrinhos de super-heróis em todos os tempos. A segunda é que a ilustração, feita por Dan Barry, se assemelha mais a capas de romances no estilo Barbara Cartland do que a HQs.

Seja como for, Billy Ray Cyrus virou personagem da Marvel nos anos 1990. Ganhou um história que envolve viagens no tempo e uma ida à Idade Média. E que até hoje é citada como um exemplo terrível de relação bizarra entre HQs e outras mídias. Essa foi uma das obras criadas pela divisão Marvel Music, que se estabeleceu em 1994. Tanto a obra envolvendo Billy quanto a historinha feita para o grupo de rap Onyx (mais conhecido no Brasil por ter, ao lado do Biohazard, feito o tema do filme Judgement night, ou uma Jogada do destino) aparecem numa lista do site io9, compilando comics que a empresa gostaria desesperadamente de esquecer que fez um dia.

Uma reportagem feita pela Spin em 2014 lembra que a ideia da Marvel Music começou com um objetivo bem nobre. O de reeditar a velha relação entre rock e quadrinhos. Afinal, Robert Crumb não havia feito a capa de Cheap thrills, de Big Brother & The Holding Company (com Janis Joplin nos vocais, em 1968)? Em 1962 Rick Nelson não ganhara sua própria aventura em quadrinhos? O Kiss também não faria quadrinhos nos anos 1970?

No caso da história que chegou até Billy, tudo começou com um telefonema da Epic Records para Neil Gaiman, criador do Sandman (da DC), em 1991. A Epic, lado a lado com a Marvel, pedia a ele que desenvolvesse um conceito junto com Alice Cooper para o que se tornaria seu disco The last temptation (1994). O tal conceito gerou o álbum The compleat Alice Cooper, escrito com Michael Zulli e lançado em 1994. Isso apesar da negativa inicial de Gaiman e do fato de ele trabalhar para a concorrente da Marvel, DC.

Mas teve mais. Saíram livros com histórias de Bob Marley (Tale of the Tuff Gong: Iron) e o tal livro do Onyx (Fight!, que partiu de um argumento da própria banda). E até um dos Rolling Stones, Voodoo lounge. Que foi baseado no disco de mesmo nome (aquele cuja turnê trouxe a banda pela primeira vez ao Brasil) e vinha com um floppy disc (!) interativo. E, ah, teve também a famigerada HQ de Billy Ray Cyrus.

O dia em que Billy Ray Cyrus virou herói da Marvel O dia em que Billy Ray Cyrus virou herói da Marvel

A empresa acabou não dando certo e fechando em um ano. Segundo a tal reportagem da Spin, ninguém conseguia (ou tinha competência para) vender os produtos. A ideia era que os próprios artistas vendessem os quadrinhos nos shows. No caso de historietas sobre Bob Marley e Elvis Presley, claro que isso seria um tiro n’água. Algumas ideias foram abandonadas. Entre elas, um quadrinho de David Bowie em parceria com Neil Gaiman. Outra ideia foi uma historinha com Chuck D, do Public Enemy. O quadrinho de Billy Ray Cyrus, no entanto, marcou época pra uma turma enorme. Positivamente e/ou negativamente. Olha aí uns trechos.

O dia em que Billy Ray Cyrus virou herói da Marvel

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No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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