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Games

Aquele momento em que VOCÊ vira o videogame

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Best Fantasy: Aquele momento em que VOCÊ vira o videogame

É bastante criativo, vá lá. A Best Fantasy, uma casa de jogos de Hong Kong, põe o cliente DENTRO do jogo que ele quer jogar. Nada de videogames ou de partidinhas de totó ou pingue-pongue. O lance lá é jogar pingue-pongue humano. Os jogadores enfiam as cabeças em buracos localizados no tabuleiro e vão soprando (!) a bola. O totó deles é um jogo em que os participantes precisam movimentar vários obstáculos (várias partes móveis do tabuleiro, enfim) e enfiar uma bola de futebol nos buracos. E ainda tem uma diversão que mais parece saída do Domingo Legal, em que várias pessoas pedalam em bicicletas ergométricas – a mais lerda recebe água na cabeça. Confira aí.

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Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

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Cultura Pop

Um passeio (em vídeo) pelo museu do pinball

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Um passeio (em vídeo) pelo museu do pinball

A produtora 30 LBS Skunk fez um curta mostrando a história e as origens do Pacific Pinball Museum, cuja sede fica numa cidade da Califórnia chamada Alameda. Um textinho publicado no blog Make Zine explica que, não fosse pela atuação dessa turma, as máquinas de pinball seriam nada mais do que uma diversão empoeirada e reduzida a um grupo de nerds retrô.

“O Pacific Pinball Museum foi fundado no final dos anos 1990 por Michael Schiess, um artista multidisciplinar e um ávido fã de museus. Ao longo dos anos, Mike transformou a organização sem fins lucrativos em 13 membros do conselho e um exército de voluntários dedicados, além de acumular e restaurar uma coleção impressionante de máquinas de Pinball”, escrevem.

Desde 2007, em todo outono, o Pacific Pinball Museum reúne mais de 400 de suas máquinas restauradas ​​para sediar a Exposição anual de pinball do Pacífico em San Rafael, CA. Quem vai, pode conhecer os membros do conselho do PPM e participar de seminários com historiadores, designer, artistas e fornecedores de máquinas – e dá pra jogar muito também.

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Aliás um produtor de vídeo chamado Eddie Codel chegou a fazer imagens de drones do museu, com milhares de máquinas de pinball sendo catalogadas, fotografadas e/ou reparadas para uso futuro, quando o museu for aberto ao público novamente.

>>> POP FANTASMA PRA OUVIR: Mixtape Pop Fantasma e Pop Fantasma Documento
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Cultura Pop

Top 10 de jogos subestimados do Atari: descubra agora!

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Se tem uma coisa que me irrita é quando nós, nerds saudosistas, nos reunimos e começamos a lembrar dos nossos games favoritos de infância. Quando o assunto é o bom e velho Atari 2600, sempre os mesmos jogos vêm à tona: River Raid, Enduro, H.E.R.O., Pitfall, etc… Mas que povo sem criatividade!

Falando assim, parece até que só existiam esses cartuchos! Aí chega um cara como eu, com uma memória um pouquinho mais abrangente, a cara de espanto é geral e eu me sinto como se estivesse falando sobre algo de outro planeta! Prefiro acreditar que eu não sou o único a conhecê-los, porém como desencargo de consciência nós do POP FANTASMA achamos por bem citar outros dez jogos de Atari que ninguém lembra, mas que são surpreendentemente bem feitos (para os padrões do aparelho, claro) e que até hoje são diversão garantida!

Aproveitamos que hoje é aniversário da Atari (empresa fundada em 27 de junho de 1972 em Sunnyvale, Califórnia) e dividimos nosso Top 10 de jogos subestimados com nossos leitores e leitoras. Ah, e se você tiver discorda dessa lista e lembra de algum cartucho que te marcou, fale com a gente, adoraríamos saber! Agora, sem mais delongas, vamos à lista.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Punhos de Repúdio: num game, muita porrada nos negacionistas

LASER GATES: À primeira vista, trata-se de um típico shmup – corruptela de “shoot ’em up”, ou simplesmente um jogo de tiro descerebrado onde você apenas mata tudo que vê pela frente. Mas analisando mais profundamente, ele inova bastante por você ter que administrar com sabedoria sua energia (ou seja, quanto mais pipoco você dá, mais rapidamente ficará sem energia e morrerá), seu escudo (quanto menos tiver, mais dano os ataques dos inimigos causarão) e o tempo. Desafio e diversão na medida certa!

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KUNG FU MASTER: Lançado em 1987, quando o Atari 2600 lá fora já estava morto e enterrado, Kung Fu Master é incrivelmente bem feito e com comandos criativos. Aliás, se hoje em dia tem botão pra pulo, soco, chute e tudo o mais, imagina programar tudo isso tendo apenas um botão à disposição! Tem até trilha sonora, coisa que raríssimos jogos do Atari têm! E o mais assombroso é saber que tudo isso foi feito com apenas 8KBITES (só para efeitos comparativos, o logo do Google tem 6KB)!!

>>> Veja também no POP FANTASMA: Quando fizeram um game em homenagem a Charlie Chaplin

SOLARIS: Quase ninguém lembra desta pequena pérola, que tem gráficos surpreendentes e uma jogabilidade única (você usava os dois controles ao mesmo tempo!). Basicamente nós assumimos o comando de um caça estelar conhecido como StarCruiser. E exploramos vários quadrantes da galáxia em busca do planeta perdido Solaris, que seria a única forma de derrotar o inimigo, uma raça alienígena chamada Zylon.

Como curiosidade, o título original desse game seria The last starfighter, para tentar pegar carona no sucesso do filme com o mesmo nome (batizado aqui como O último guerreiro das estrelas). Mas obviamente a estratégia não deu certo e, ao serem ameaçados de processo, sabiamente resolveram mudar de nome.

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PAC MAN JR.: Uma coisa que sempre me intrigou: por que diabos o Pac-Man lançado em 1982 é lembrado sempre com tanta nostalgia, e essa continuação que é mil vezes mais bonita graficamente e fiel ao arcade é sumariamente ignorada? Não dá pra entender!! Os labirintos são muito maiores, mais coloridos, a dificuldade é maior… Enfim, ele é superior ao seu antecessor em todos os aspectos. Mas talvez fosse uma questão de timing ruim. Afinal, ele foi lançado em 1986, no final da vida útil do console por lá (não aqui no Brasil, claro) e isso talvez tenha atrapalhado para ter se tornado mais popular… Pena!

>>> Veja também no POP FANTASMA: “Pai”, de Fábio Jr., em versão game 16 bits

MONTEZUMA’S REVENGE: Na minha modesta e humilde opinião, é disparado o melhor jogo do console, junto com o badalado H.E.R.O.! Sempre gostei dos pequenos detalhes que tornavam esse jogo diferenciado, como só poder acessar determinados locais depois que obtivéssemos as chaves ou de necessitar de tochas para iluminarmos algumas salas. Eram coisas que parecem corriqueiras em qualquer RPG atual, mas que eram novidade no distante ano de 1984, quando foi lançado.

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SMURFS – RESCUE IN GARGAMEL’S CASTLE: Outro caso de game que eu não consigo entender porque é tão ignorado. OK, concordo que ele é bastante repetitivo e a trilha sonora é irritante. Porém não dá pra negar que a jogabilidade é excelente e que seus gráficos são muito bonitos e coloridos. E o resultado final é infinitamente superior a tralhas insuportáveis como Bobby is going home, que sabe-se lá porque fez um sucesso tremendo aqui no Brasil. É, o mundo nem sempre é justo…

CHOPPER COMMANDO: Neste jogo lançado em 1982, assumíamos o controle de um helicóptero, cujo objetivo era escoltar um comboio de caminhões e protegê-lo contra ataques dos inimigo. Era avançadíssimo para a época, porém foi mais um caso de timing ruim que acabou atrapalhando sua popularização. Por ter uma jogabilidade semelhante ao do clássico Defender muita gente achou na época tratar-se de uma imitação e optou por deixar Chopper commando de lado. Uma tremenda injustiça, já que ambos chegaram ao mercado praticamente ao mesmo tempo. E, no aspecto visual, ele deixava o rival no chinelo.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Cadê o Howard Scott Warshaw?

PRESSURE COOKER: Nesse jogo, assumíamos o papel de um confeiteiro que precisava fazer bolos de acordo com os pedidos dos clientes, conforme indicado na base da tela. Mas claro que, à medida que o tempo passa, a velocidade vai aumentando até chegar a algo humanamente impossível. Uma coisa que me chamava muito a atenção no game era o fato de ele não seguir o padrão usual dos demais jogos do sistema. Não havia tiros, cenários diferentes a serem acessados, veículos ou vidas. Era bem simples e divertido, como todo o bom game deveria ser!

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MOON PATROL: Havia muitas conversões de arcades famosos para o Atari 2600 e 99% delas ficavam muito inferiores ao original. Claro, nem dava para ser muito diferente, haja vista que o hardware do videogame em questão já era obsoleto no início dos anos 1980. Se duvida, é só comparar um game da época com seu similar para os consoles rivais Intelevision ou ColecoVision.

Entre as raríssimas exceções, Moon patrol se destaca. Você vai conduzindo um veículo lunar que patrulha o terreno (daí o título, oras). O jogo é difícil, mas não a ponto de fazer você querer arremessar o cartucho contra a parede. E é bonito e divertido. Pena que não pegou por aqui…

>>> Veja também no POP FANTASMA: Quando transformaram Dolly Parton em personagem de pinball

REAL SPORTS TENNIS: Games esportivos eram quase uma unanimidade negativa no Atari, mas Real Sports Tennis era a exceção que confirmava a regra. Sem falar que, para a molecada que viveu os anos 1980, era um tremendo programão para os fins de semana chuvosos, pois incitava a torcida e deixava alvoroçada a turma do “a de fora é minha” (se você sabe do que estou falando, está ficando velho!). Me trouxe boas lembranças…

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Destaque

Punhos de Repúdio: num game, muita porrada nos negacionistas

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Criado pela novíssima equipe da Braindead Broccoli, o game Punhos de Repúdio ainda está em fase de crowdfunding (apoie aqui). E se define como “um game de porrada clássico”. Só que, no jogo, quem vai apanhar bastante são as pessoas que insistem em andar na rua sem máscara, enquanto há uma certa pandemia rolando.

O jogo, bolado em 2D com animações feitas à mão (e indicado apenas para maiores de 18 anos) faz uma proposta irresistível para quem faz isolamento desde março de 2020, enquanto observa parentes e amigos promovendo aglomerações pela cidade (e pelas fotos do Instagram): “Ande pelas ruas dessa distopia e bata na galera sem máscara e nos conspiracionistas malucos que acreditam apenas na sua própria pós-verdade. É você quem vai finalmente acabar com essa parada com a força dos próprios punhos”.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Pai, de Fábio Jr., em versão game 16 bits

“É revoltante todas vez que precisamos ir ao mercado ou algum serviço presencial e nos deparamos com pessoas que insistem em ignorar medidas sanitárias básicas. E claro, o resultado disso é um número cada vez maior de vítimas o que nos entristece muito”, afirma por e-mail ao POP FANTASMA a turma da Braindead (três deles, Kainã Lacerda, Ulisses D’ávila e Luiza Bartolette responderam).

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No jogo, as heroínas do grupo Punhos de Repúdio (até o momento são três: Laura, Nina e Olga) combatem personagens bem parecidos com uma turma aí que a gente conhece. Tem o “babaca profissional” e terraplanista Marcos Cuzzione, a “pobrefóbica” Patricia Goebbels e o “argumentador de bar” Lucas Estevez, além do “vil e covarde comandante dos negacionistas fanáticos”.

Punhos de Repúdio: num game, muita porrada nos negacionistas

>>> Veja também no POP FANTASMA: Puppet Motel: o game de Laurie Anderson

“As pessoas reconhecem muitos inimigos nas rua, infelizmente não é raro ouvir esses relatos. Com alguma frequência recebemos mensagens falando “caramba, um dos inimigos é igual ao meu vizinho!”, contam. “É revoltante toda vez que precisamos ir ao mercado ou algum serviço presencial, nos depararmos com pessoas que insistem em ignorar medidas sanitárias básicas. E claro, o resultado disso é um número cada vez maior de vítimas, o que nos entristece muito”.

Além dos inimigos já incluídos na história, outros mais devem entrar. O game passou por um replanejamento no começo do ano, logo assim que turma viu o sucesso da demo. “O roteiro já está pronto, a gente já tem mais ou menos uma ideia fechada de tudo que vai colocar no jogo. A primeira fase teve que sofrer mudanças, algumas coisas saíram e foram para outras fases e algumas coisas novas entraram”, dizem. “A ideia do jogo é que cada fase fique mais consistente e uniforme, quase como um capítulo em si, abordando um tema e uma aventura diferente na saga maior dessa pandemia fictícia que o jogo aborda”.

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O jogo é o primeiro projeto da Braindead, que começou em 2020 como um projeto de garagem, apenas com Kainã e Ulisses. Inicialmente, a dupla foi fazendo o jogo com os recursos que tinha à mão. Mas na sequência, foram entrando responsáveis por áreas como trilha sonora, programação, efeitos sonoros e social media.

Já o crowdfunding vai até o dia 28 de maio, e os apoios iniciam em R$ 10. Mas para quem escolher contribuir com um pouco mais, entre os prêmios, além da chave do jogo, há pôsteres digitais, camisetas e até uma máscara do game (“é só um item de coleção, para se proteger use a pfff2”, avisam). O projeto do jogo atingiu a meta de lançamento para PlayStation 4 e Mac, e a Braindead Broccoli faz projetos para lançamento em Xbox One e Nintendo Switch.

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“Como a equipe é muito nova, o Punhos de Repúdio é nosso primeiro projeto. A gente tá colocando toda nossa criatividade em força mental nesse projeto, sem muitos planos para projetos futuros. O nosso objetivo agora é focar o máximo da gente no Punhos, pro projeto sair da forma mais irada possível”, dizem.

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