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Cultura Pop

Preservando a memória dos… antigos cartuchos de 8 pistas (!)

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cartuchos de 8 pistas

Possivelmente você conhece muita gente que cultua os vinis ou que não larga seus CDs por nada desse mundo. Se seu grande desafio era achar alguém que até hoje cultue os cartuchos de 8 pistas (que costumavam ser mais usado em rádios e foram lançados comercialmente numa determinada época), achou. Um colecionador de Santo André (SP) chamado Alceu Massini tem uma coleção ENORME com vários desses cartuchos. E pôs fotos de todos num Flickr. Olha alguns deles aí.

1972 - The Fevers / The Fevers - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

1972 - The Fevers / The Fevers - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

1972 - Altemar Dutra - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

1972 - Altemar Dutra - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

1971 - Chico Buarque / Construção - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

1971 - Chico Buarque / Construção - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

1975 - Roberto Carlos / Roberto Carlos - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

1975 - Roberto Carlos / Roberto Carlos - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

1971 - Carnaval do Rio de Janeiro / Sambas-Enredo - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

1971 - Carnaval do Rio de Janeiro / Sambas-Enredo - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

1971 - Trilha da Novela "O Cafona" / Marília Pera - Carlos Lyra - Angela e Paulo Sérgio Valle - Marília Barbosa - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

1971 - Trilha da Novela "O Cafona" / Marília Pera - Carlos Lyra - Angela e Paulo Sérgio Valle - Marília Barbosa - brazilian 8 track - fita cartucho de 8 pistas

Tá, você está se perguntando: “Como assim? As pessoas ouviam música nos anos 1960 e 1970 num formato que eu nunca ouvi falar na vida?”. Bom, várias gravadoras brasileiras (Som Livre, Continental, CBS, Philips) vendiam música dessa forma. Isso veio lá de fora, porque era extremamente comum que carrões norte-americanos usassem esse tipo de fita, com 4 ou 8 pistas. O formato foi estabelecido em 1964 num pool de marcas de áudio e de automóveis, e não resistiu à entrada com força no mercado da fita cassette. No Brasil, você pode pegar discos lançados pela CBS nos anos 1970 (de Roberto Carlos, por exemplo), que num canto, tem lá o aviso “também em mini-tape e cartucho”. No fim dos anos 70 já não era mais comum. Alceu, no entanto, guarda vários deles.

Vale falar que não é a única coleção de Alceu. Ele coleciona televisores antigos desde a década de 1980 e outro dia apareceu no portal G1 afirmando que colocou sinal digital em vários deles – alguns com mais de 50 anos.

https://www.youtube.com/watch?v=eBFlS5aHpzo

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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