Cultura Pop
Jogaram o vídeo de divulgação de “3 Feet…” do De La Soul, no YouTube

Vai ter gente chorando vendo isso. Tem um tempinho, alguém jogou no YouTube o vídeo de divulgação de nada menos que 3 feet high and rising, disco de estreia do trio de rap De La Soul (1989). Um disco tão importante para a cultura hip hop (e para a cultura pop de modo geral) que tem quem o defina como o Sgt Pepper’s ou o The dark side of the moon do estilo musical.
Logo que saiu, 3 feet cristalizou uma imagem bem-humorada e “psicodélica” do De La Soul, trio de Nova York que foi considerado uma espécie de new wave do hip hop – partindo do princípio que o Public Enemy era o punk, mais duro e engajado. Aparentemente o grupo formado por Kelvin Mercer (Posdnous), David Jude (Trugoy) e Vincent Mason (Maseo) já tinha gravado o material de divulgação escaldado. Tanto que certa parte do vídeo é gasta com a galera fazendo questão de explicar que não são um grupo de hippies e que não têm nada a ver com o assunto.
E por que isso? Bom, na época do álbum, o De La Soul tinha ido ao programa de Arsenio Hall apresentar o hit My, myself and I e foi apresentado como “os hippies do hip hop”. Isso criou um rótulo difícil de dissipar. É o momento abaixo.
No vídeo de divulgação, o De La Soul mostra seu quartel-general, seu animal de estimação (um pombo branco que “estabelecia a paz” no estúdio da banda) e explicava os conceitos do disco e do grupo. O produtor do De La Soul, Prince Paul, numa atitude bastante pioneira, mostrava que era capaz de achar beats de soul em tudo o que quisesse. Até mesmo num vinil antigo do Clube do Mickey, que põe no toca-discos.
Mais: se você nunca entendeu a sigla DA.ISY, que aparece em determinados momentos de 3 feet – ou aquele conceito de DA.ISY Age – a turma esclarece que se trata de “da inner sound y’all” (“som interior para todos vocês”, ou algo do tipo).

“Daisy” em português, significa “margarida”. Não por acaso, a banda resolveu mudar de imagem no segundo disco, De La Soul is dead (1991). Pôs um vaso de margaridas derrubado na capa, passou a falar um pouco mais grosso mas não deixou de atacar o movimento gangsta que começava a fazer (cada vez mais) sucesso na época.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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