Connect with us

Cultura Pop

You Suffer: canção de um segundo do Napalm Death aparece em Silicon Valley, da HBO

Published

on

You Suffer: canção de um segundo do Napalm Death aparece na série Silicon Valley, da HBO

Tida como a menor música do mundo lançada no formato de compacto, You suffer, da banda britânica Napalm Death, dura apenas um segundo, e uns quebradinhos. E foi tocada na íntegra (claro, né?) três vezes em um novo episódio da série Silicon Valley, da HBO. O programador Bertram Gilfoyle (Martin Starr) programou um alerta em seu computador, que toca a faixa cada vez que o preço do Bitcoin cai. Olha aí.

You suffer está no primeiro disco do Napalm, Scum, lançado em 1987. O grupo Kylie Minoise, de música ruidosa e experimental, fez uma versão de uma hora (!) dessa música. Você já leu sobre isso no POP FANTASMA.

Cultura Pop

George Harrison em 2001: “O que é Eminem?”

Published

on

George Harrison (Reprodução YouTube)

RESUMO: Em 2001, George Harrison participou de chats no Yahoo e MSN para divulgar All Things Must Pass; com humor, respondeu fãs poucos meses antes de morrer – e desdenhou Eminem (rs)

Texto: Ricardo Schott – Foto: Reprodução YouTube

  • Quer receber nossas descobertas musicais direto no e-mail? Assine a newsletter do Pop Fantasma e não perca nada.

“Que Deus abençoe a todos vocês. Não se esqueçam de fazer suas orações esta noite. Sejam boas almas. Muito amor! George!”. Essa recomendação foi feita por ninguém menos que o beatle George Harrison no dia 15 de fevereiro de 2001 – há 25 anos e alguns dias, portanto – ao participar de dois emocionantes chats (pelo Yahoo e pelo MSN).

O tal bate-papo, além de hoje em dia ser importante pelos motivos mais tristes (George morreria naquele mesmo ano, em 29 de novembro), foi uma raridade causada pelo relançamento remasterizado de seu álbum triplo All things must pass (1970), em janeiro de 2001. George estava cuidando pessoalmente da remasterização de todo seu catálogo e o disco, com capa colorida e fotos reimaginadas, além de um kit de imprensa eletrônico (novidade na época), era o carro-chefe de toda a história. O lançamento de um site do cantor, o allthingsmustpass.com, também era a parada do momento (hoje o endereço aponta para o georgeharrison.com).

Os dois bate-papos tiveram momentos, digamos assim, inesquecíveis. No do Yahoo, George fez questão de dizer que era sua primeira vez num computador: “Sou praticamente analfabeto 🙂 “, escreveu, com emoji e tudo. Ainda assim, um fã meio distraído quis saber se ele surfava muito na internet. “Não, eu nunca surfo. Não tenho a senha”, disse o paciente beatle. Um fã mais brincalhão quis saber das influências dos Rutles, banda-paródia dos Beatles que teve apoio do próprio Harrison, no som dele (“tirei todas as minhas influências deles!”) e outro perguntou sobre a indicação de Bob Dylan ao Oscar (sua Things have changed fazia parte da trilha de Garotos incríveis, de Curtis Hanson). “Acho que ele deveria ganhar TODOS os Oscars, todos os Tonys, todos os Grammys”, exultou.

A conta do Instagram @diariobeatle deu uma resumida no chat do Yahoo e lembrou que George contou sobre a origem dos gnomos da capa de All things must pass, além de associá-los a um certo quarteto de Liverpool. “Originalmente, quando tiramos a foto eu tinha esses gnomos bávaros antigos, que eu pensei em colocar ali tipo… John, Paul, George e Ringo”, disse. “Gnomos são muito populares na Europa. E esses gnomos foram feitos por volta de 1860”.

A ironia estava em alta: George tambem disse que se começasse um movimento como o Live Aid ajudaria… Bob Geldof (!)., o criador do evento. Perguntado sobre se Paul McCartney ainda o irritava, contemporizou: “Não examine um amigo com uma lupa microscópica: você conhece seus defeitos. Então deixe suas fraquezas passarem. Provérbio vitoriano antigo”, disse. “Tenho certeza de que há coisas suficientes em mim que o irritam, mas acho que já crescemos o suficiente para perceber que nós dois somos muito fofos!”. Um / uma fã perguntou sobre o que ele achava da nominação de Eminem para o Grammy. “O que é Eminem?”, perguntou. “É uma marca de chocolates ou algo assim?”.

Bom, no papo do MSN um fã abusou da ingenuidade e perguntou se o próprio George era o webmaster de si próprio. “Eu não sou técnico. Mas conversei com o pessoal da Radical Media. Eles vieram à minha casa e instalaram os computadores. Os técnicos fizeram tudo e eu fiquei pensando em ideias. Eu não tinha noção do que era um site e ainda não entendo o conceito. Eu queria ver pessoas pequenas se cutucando com gravetos, tipo no Monty Python”, disse.

Pra ler tudo e matar as saudades do beatle (cuja saída de cena também faz 25 anos em 2026), só ir aqui.

  • Gostou do texto? Seu apoio mantém o Pop Fantasma funcionando todo dia. Apoie aqui.
  • E se ainda não assinou, dá tempo: assine a newsletter e receba nossos posts direto no e-mail.
Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Acompanhe pos RSS

Resenha: Paul McCartney – “The boys of Dungeon Lane”
Crítica1 hora ago

Ouvimos: Paul McCartney – “The boys of Dungeon Lane”

Papangu (Foto: Helder Bruno / Divulgação)
Urgente3 horas ago

Papangu vai do prog ao metal MUITO pesado em em “Taxidermia”

Naturezautomática - Foto: Flávio Charchar / Divulgação
Urgente5 horas ago

Naturezautomática: a história da internet em três minutos e meio em “Vem!”

Resenha: Daisy Grenade – “So much to say” (EP)
Crítica5 horas ago

Ouvimos: Daisy Grenade – “So much to say” (EP)

Resenha: Luise Volkmann e Kiko Dinucci – “Canto de olho”
Crítica5 horas ago

Ouvimos: Luise Volkmann e Kiko Dinucci – “Canto de olho”

Resenha: Fabiano do Nascimento & Vittor Santos Orquestra – “Vila”
Crítica5 horas ago

Ouvimos: Fabiano do Nascimento & Vittor Santos Orquestra – “Vila”

Resenha Sweet Pill – “Still, there’s a glow”
Crítica6 horas ago

Ouvimos: Sweet Pill – “Still, there’s a glow”

Marisa Monte e Nando Reis (Foto: Leo Aversa / Divulgação)
Urgente7 horas ago

E aí, curtiu ouvir Marisa Monte e Nando Reis cantando “Pra você guardei o amor”?

Slayer volta ao Brasil para tocar “Reign in blood” na íntegra em São Paulo
Urgente7 horas ago

Slayer volta ao Brasil para tocar “Reign in blood” na íntegra em São Paulo

Tem EP do The Who no Festival de Monterey nas plataformas
Urgente9 horas ago

Roger Daltrey apela: “The Who foi a primeira banda de heavy metal”

Christine Valença, Verso, Félicien, e Luazó (Foto: Louis Emilie / Divulgação)
Urgente10 horas ago

Brasil e França: Christine Valença une nações e idiomas no colaborativo “Sur ton ìle”

Tem música nova do Durutti Column, a mágica "Liars"
Urgente1 dia ago

Tem música nova do Durutti Column, a mágica “Liars”

Resenha: The All-American Rejects – “Sandbox”
Crítica1 dia ago

Ouvimos: The All-American Rejects – “Sandbox”

Crítica1 dia ago

Ouvimos: Yago Opróprio – “À la carte” (mixtape)

Reenha: Grocery Bag – “Dead volt” (EP)
Crítica1 dia ago

Ouvimos: Grocery Bag – “Dead volt” (EP)

Resenha: Delmore – “Tão logo cada poste se ilumina”
Crítica1 dia ago

Ouvimos: Delmore – “Tão logo cada poste se ilumina”

Ste A Viva (Foto: Anna Chaves / Divulgação)
Urgente1 dia ago

Ste A Viva: música, voo e imagem misturados em “Lá fora”

Paul McCartney (Foto: Mary McCartney / Divulgação)
Urgente1 dia ago

Paul McCartney faria tudo “funcionar direito” se fosse primeiro-ministro