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Roger Waters chama Ed Sheeran de “babaca” e mete um “Ed Who?” num vídeo

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Roger Waters chama Ed Sheeran de "babaca" e mete um "Ed Who?" num vídeo

Defensor da causa Palestina há bastante tempo, o ex-Pink Floyd Roger Waters, comentou nesta terça (15) a demissão do rapper Macklemore da turnê de Ed Sheeran – o rapper foi sacado da tour por suas declarações em apoio aos palestinos que vivem em Gaza. Roger não apenas comentou, aliás: deu uma bela zoada em Ed com um vídeo que começa com “Ed who?” (“Ed quem?”) e inclui um “babaca” dirigido ao cantor.

“Só tenho um recadinho para você”, disse ele, com um trecho da versão de Waters para We shall overcome (um hino histórico associado ao movimento pelos direitos civis nos Estados Unidos) ao fundo. “Existem dois tipos de pessoas neste mundo. Existem pessoas que fazem a coisa certa, e o rapper Macklemore seria uma dessas pessoas, e existem pessoas, muitas delas infelizmente uns babacas f… – desculpe, quase usei a palavra com a letra F. Uns babacas como você, que fazem a coisa errada. Adeus”.

Fizemos um resuminho do rolo envolvendo Ed, que ficou sem nenhum artista para abrir sua turnê, neste link. Após Macklemore ter sido sacado da Loop Tour, Finneas anunciou que também não fará mais os shows de abertura, incluindo as apresentações previstas no Brasil. Teve mais: Aaron Rowe e Lukas Graham, outros dois nomes da programação, também deixaram a turnê. E a banda irlandesa Beoga também anunciou sua saída.

Macklemore afrmou saber que sua saída se deu por culpa de Robert Kraft, um dos grandes empresários da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano) e dono do New England Patriots. De certa forma, bate com o que Sheeran disse num texto do Instagram: “Macklemore saindo da turnê foi uma decisão do promotor, não minha”, afirmou.

“Passei toda a semana conversando longamente com os locais na tentativa de construir uma ponte. Uma dessas pessoas foi (olha quem) Robert Kraft. Também participei de conversas diretas com produtores, além de ativistas de ambos os lados, na tentativa de encontrar uma solução que atendesse a todos, mas a decisão dos locais e do produtor foi final”, escreveu.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

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Peter Hook toca Joy Division com o The Light em São Paulo em 2027

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Peter Hook - Foto: Adam Kennedy / Divulgação

RESUMO: Peter Hook & The Light volta a São Paulo em 9 de março de 2027 para tocar na íntegra os dois álbuns do Joy Division, Unknown pleasures e Closer, em show na Audio. Ingressos começam a ser vendidos dia 18 (sexta).

Texto: Ricardo Schott – Foto: Adam Kennedy / Divulgação

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E acabou que não é só o New Order que vem aí: Peter Hook & The Light, projeto liderado pelo baixista e cofundador do Joy Division e do NO, volta a São Paulo em 9 de março de 2027 para uma apresentação dedicada aos dois álbuns de estúdio do Joy Division. Na Audio, Hook e sua banda vão tocar na íntegra Unknown pleasures (1979) e Closer (1980). Os ingressos começam a ser vendidos nesta sexta-feira (18), às 11h, pela Ticket360.

A apresentação faz parte da turnê Unknown pleasures & Closer, que vem percorrendo diferentes países. Depois de passar pela Europa, a excursão segue para Austrália e Nova Zelândia e terá 24 datas nos Estados Unidos e Canadá. Reino Unido e Irlanda também estão no roteiro, entre novembro e dezembro de 2027.

  • Mais Joy Division e New Order no Pop Fantasma aqui e aqui.
  • Vai sair um box com praticamente tudo ao vivo do Joy Division.

Lançados com menos de um ano de intervalo, Unknown pleasures e Closer foram os únicos discos de estúdio do Joy Division. O segundo teve suas gravações concluídas pouco antes da morte de Ian Curtis, em maio de 1980. A banda se desfez pouco depois e seus integrantes restantes formariam o New Order.

Hook vem apresentando esse repertório em turnês desde 2010, quando tocou o repertório de Unknown pleasures em um show beneficente. A partir daí, passou a revisitar discos do Joy Division e do New Order em apresentações dedicadas a cada álbum. O projeto já passou por discos do New Order como Movement (estreia do grupo, 1981), Power, corruption & lies (1983), Low-life (1985), Brotherhood (1986), Technique (1989), Republic (1993) e Get ready (2001), além das coletâneas Substance (1987) e Still (compilação do Joy Division de 1981).

Em 2026, Hook também entra para a turma do Rock & Roll Hall of Fame ao lado dos demais integrantes do Joy Division e do New Order. A cerimônia de inclusão acontece em Los Angeles em novembro e, até o momento, ele é o único integrante das duas bandas a confirmar presença – a tecladista-guitarrista Gillian Gilbert, atualmente tratando um câncer, e o baterista Stephen Morris, seu marido, provavelmente não irão.

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SERVIÇO:
Show Peter Hook & The Light – Tocando Unknown pleasures e Closer, do Joy Division.
Data: 9 de março de 2027 (terça-feira).

Local: Audio – Avenida Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São Paulo – SP.
Abertura da casa: 20h. Show: a partir das 21h30.

Preços: Pista – Lote 1: R$240 (inteira) e R$120 (meia-entrada), Lote 2: R$260 (inteira) e R$130 (meia-entrada) e Lote 3: R$280 (inteira) e R$140 (meia-entrada); Pista Solidária – Lote 1: R$160, Lote 2: R$180 e Lote 3: R$200 – com doação de 1kg de alimento não perecível; Mezanino – Lote 1: R$300 (inteira) e R$150 (meia-entrada) e Lote 2: R$320 (inteira) e R$160 (meia-entrada).

Vendas: www.ticket360.com.br (a partir do dia 18 de setembro de 2026)
Observações: acessibilidade para deficientes físicos, área PNE, local para alimentação e Wifi.
Classificação etária: 18 anos.

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Afterhourless transforma guerra nuclear em shoegaze romântico em “Magnetic”

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Rafael Panke (Afterhourless) - Foto: Divulgação

RESUMO: No projeto solo Afterhourless, o curitibano Rafael Panke transforma uma guerra nuclear e chuva ácida em shoegaze existencial em Magnetic (Late heavy bombardment), single de seis minutos.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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Integrante de várias bandas e projetos da cena indie curitibana (ruído/mm, Delta Cockers, Lonely Nerds’ Songbox, entre eles), além de colaborador de artistas como Marina Gasolina e Rosie & Me, Rafael Panke já havia lançado um EP com seu projeto solo Afterhourless, No friends at dusk (2025, resenhado pela gente aqui).

Dessa vez sai o single Magnetic (Late heavy bombardment), um épico de seis minutos, cozido no shoegaze, onde uma guerra nuclear e uma chuva ácida ganham um clima meio romântico, meio existencial, com versos como “eu poderia evitar um desastre / salvar nossas peles na última cena / mas eu não vou impedir / vou deixar as bombas caírem / abrir meu peito e enterrar todas as minhas falhas”.

No single, Rafael fez tudo: letra, música, instrumentos, produção, gravação, mixagem. Magnetic (Late heavy bombardment) sai pelo selo Spleen Teen.

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Mr. Trip Fest reúne rock autoral carioca com Dani Vallejo, Mauren McGee, Ladrão e Massive Fire

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Radar: Dani Vallejo, Jambu, A Olívia, Dimas e mais novos sons nacionais

RESUMO: O Mr. Trip Fest reúne neste domingo (20) quatro nomes da cena autoral do Rio (Dani Vallejo, Mauren McGee, Ladrão e Massive Fire) em uma programação que cruza rock, blues, stoner, groove e heavy metal, com foco na produção independente atual.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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O rock autoral carioca ganha um festival dedicado a quem está fazendo música agora. O Mr. Trip Fest, idealizado pela Mr. Trip Produções com apoio da Braza Produções, reúne Dani Vallejo, Mauren McGee, Ladrão e Massive Fire em uma programação que mistura rock, blues, stoner, groove e heavy metal. Vai rolar neste domingo (20) no Coordenadas Bar, em Botafogo, 19h.

A proposta do festival é fugir um pouco da lógica de shows baseados apenas em repertórios conhecidos – e mostrar algumas das direções tomadas pela produção autoral da cidade. Em vez de olhar para o rock como uma coisa do passado, o Mr. Trip Fest coloca no mesmo palco artistas com trabalhos autorais e trajetórias diferentes dentro da cena independente do Rio.

“Rock não é apenas memória ou celebração do passado; é energia criativa em constante transformação. O Mr. Trip Fest nasce da parceria e da necessidade de dar palco e visibilidade aos músicos que estão compondo hoje, gravando novos trabalhos e construindo o futuro do gênero no nosso circuito”, afirma a organização.

Dani Vallejo (foto acima) representa uma vertente mais direta do rock autoral, com guitarras e letras que partem de questões contemporâneas. Ela vem lançando singles como Drama preferido, Anastácio, Cascata e Tão longe daqui, unindo estilos do indie pop mundial – e falando sempre de temas como autoconhecimento e realinhamento com o que é verdadeiro.

Já Mauren McGee aproxima blues rock, stoner e hard rock de uma trajetória que passou por diferentes cidades e cenas musicais. Cantora e atriz, ela tem entre suas referências experiências vividas em Nova York, Brasília, São Paulo e nos Estados Unidos.

O Ladrão leva ao festival um power trio formado por Daniel Vitarelli (bateria e voz), Farrah (guitarra e voz) e Formigão (baixo, também integrante do Planet Hemp). O grupo mistura rock, funk, groove e elementos do manguebeat, como já aparecia no EP Demo cracia, lançado pela Monstro Discos.

Fechando o line-up, a Massive Fire representa o lado mais pesado da programação. Formada em 2006 por Pedro Soriano (guitarra e voz), a banda completa duas décadas de atividade em torno do heavy metal. Atualmente, conta também com Lulu Ribeiro no baixo e Thomás Martinoia na bateria. O grupo tem três álbuns: Massive fire (2012), Atomic fusion (2017) e The anunnaki (2021).

SERVIÇO:
Mr. Trip Fest
20/09 (domingo), às 19h
Coordenadas Bar — Rua da Passagem 19, Botafogo
Ingressos aqui.

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