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Peter Hook toca Joy Division com o The Light em São Paulo em 2027

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Peter Hook - Foto: Adam Kennedy / Divulgação

RESUMO: Peter Hook & The Light volta a São Paulo em 9 de março de 2027 para tocar na íntegra os dois álbuns do Joy Division, Unknown pleasures e Closer, em show na Audio. Ingressos começam a ser vendidos dia 18 (sexta).

Texto: Ricardo Schott – Foto: Adam Kennedy / Divulgação

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E acabou que não é só o New Order que vem aí: Peter Hook & The Light, projeto liderado pelo baixista e cofundador do Joy Division e do NO, volta a São Paulo em 9 de março de 2027 para uma apresentação dedicada aos dois álbuns de estúdio do Joy Division. Na Audio, Hook e sua banda vão tocar na íntegra Unknown pleasures (1979) e Closer (1980). Os ingressos começam a ser vendidos nesta sexta-feira (18), às 11h, pela Ticket360.

A apresentação faz parte da turnê Unknown pleasures & Closer, que vem percorrendo diferentes países. Depois de passar pela Europa, a excursão segue para Austrália e Nova Zelândia e terá 24 datas nos Estados Unidos e Canadá. Reino Unido e Irlanda também estão no roteiro, entre novembro e dezembro de 2027.

  • Mais Joy Division e New Order no Pop Fantasma aqui e aqui.
  • Vai sair um box com praticamente tudo ao vivo do Joy Division.

Lançados com menos de um ano de intervalo, Unknown pleasures e Closer foram os únicos discos de estúdio do Joy Division. O segundo teve suas gravações concluídas pouco antes da morte de Ian Curtis, em maio de 1980. A banda se desfez pouco depois e seus integrantes restantes formariam o New Order.

Hook vem apresentando esse repertório em turnês desde 2010, quando tocou o repertório de Unknown pleasures em um show beneficente. A partir daí, passou a revisitar discos do Joy Division e do New Order em apresentações dedicadas a cada álbum. O projeto já passou por discos do New Order como Movement (estreia do grupo, 1981), Power, corruption & lies (1983), Low-life (1985), Brotherhood (1986), Technique (1989), Republic (1993) e Get ready (2001), além das coletâneas Substance (1987) e Still (compilação do Joy Division de 1981).

Em 2026, Hook também entra para a turma do Rock & Roll Hall of Fame ao lado dos demais integrantes do Joy Division e do New Order. A cerimônia de inclusão acontece em Los Angeles em novembro e, até o momento, ele é o único integrante das duas bandas a confirmar presença – a tecladista-guitarrista Gillian Gilbert, atualmente tratando um câncer, e o baterista Stephen Morris, seu marido, provavelmente não irão.

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SERVIÇO:
Show Peter Hook & The Light – Tocando Unknown pleasures e Closer, do Joy Division.
Data: 9 de março de 2027 (terça-feira).

Local: Audio – Avenida Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São Paulo – SP.
Abertura da casa: 20h. Show: a partir das 21h30.

Preços: Pista – Lote 1: R$240 (inteira) e R$120 (meia-entrada), Lote 2: R$260 (inteira) e R$130 (meia-entrada) e Lote 3: R$280 (inteira) e R$140 (meia-entrada); Pista Solidária – Lote 1: R$160, Lote 2: R$180 e Lote 3: R$200 – com doação de 1kg de alimento não perecível; Mezanino – Lote 1: R$300 (inteira) e R$150 (meia-entrada) e Lote 2: R$320 (inteira) e R$160 (meia-entrada).

Vendas: www.ticket360.com.br (a partir do dia 18 de setembro de 2026)
Observações: acessibilidade para deficientes físicos, área PNE, local para alimentação e Wifi.
Classificação etária: 18 anos.

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Afterhourless transforma guerra nuclear em shoegaze romântico em “Magnetic”

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Rafael Panke (Afterhourless) - Foto: Divulgação

RESUMO: No projeto solo Afterhourless, o curitibano Rafael Panke transforma uma guerra nuclear e chuva ácida em shoegaze existencial em Magnetic (Late heavy bombardment), single de seis minutos.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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Integrante de várias bandas e projetos da cena indie curitibana (ruído/mm, Delta Cockers, Lonely Nerds’ Songbox, entre eles), além de colaborador de artistas como Marina Gasolina e Rosie & Me, Rafael Panke já havia lançado um EP com seu projeto solo Afterhourless, No friends at dusk (2025, resenhado pela gente aqui).

Dessa vez sai o single Magnetic (Late heavy bombardment), um épico de seis minutos, cozido no shoegaze, onde uma guerra nuclear e uma chuva ácida ganham um clima meio romântico, meio existencial, com versos como “eu poderia evitar um desastre / salvar nossas peles na última cena / mas eu não vou impedir / vou deixar as bombas caírem / abrir meu peito e enterrar todas as minhas falhas”.

No single, Rafael fez tudo: letra, música, instrumentos, produção, gravação, mixagem. Magnetic (Late heavy bombardment) sai pelo selo Spleen Teen.

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Mr. Trip Fest reúne rock autoral carioca com Dani Vallejo, Mauren McGee, Ladrão e Massive Fire

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Radar: Dani Vallejo, Jambu, A Olívia, Dimas e mais novos sons nacionais

RESUMO: O Mr. Trip Fest reúne neste domingo (20) quatro nomes da cena autoral do Rio (Dani Vallejo, Mauren McGee, Ladrão e Massive Fire) em uma programação que cruza rock, blues, stoner, groove e heavy metal, com foco na produção independente atual.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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O rock autoral carioca ganha um festival dedicado a quem está fazendo música agora. O Mr. Trip Fest, idealizado pela Mr. Trip Produções com apoio da Braza Produções, reúne Dani Vallejo, Mauren McGee, Ladrão e Massive Fire em uma programação que mistura rock, blues, stoner, groove e heavy metal. Vai rolar neste domingo (20) no Coordenadas Bar, em Botafogo, 19h.

A proposta do festival é fugir um pouco da lógica de shows baseados apenas em repertórios conhecidos – e mostrar algumas das direções tomadas pela produção autoral da cidade. Em vez de olhar para o rock como uma coisa do passado, o Mr. Trip Fest coloca no mesmo palco artistas com trabalhos autorais e trajetórias diferentes dentro da cena independente do Rio.

“Rock não é apenas memória ou celebração do passado; é energia criativa em constante transformação. O Mr. Trip Fest nasce da parceria e da necessidade de dar palco e visibilidade aos músicos que estão compondo hoje, gravando novos trabalhos e construindo o futuro do gênero no nosso circuito”, afirma a organização.

Dani Vallejo (foto acima) representa uma vertente mais direta do rock autoral, com guitarras e letras que partem de questões contemporâneas. Ela vem lançando singles como Drama preferido, Anastácio, Cascata e Tão longe daqui, unindo estilos do indie pop mundial – e falando sempre de temas como autoconhecimento e realinhamento com o que é verdadeiro.

Já Mauren McGee aproxima blues rock, stoner e hard rock de uma trajetória que passou por diferentes cidades e cenas musicais. Cantora e atriz, ela tem entre suas referências experiências vividas em Nova York, Brasília, São Paulo e nos Estados Unidos.

O Ladrão leva ao festival um power trio formado por Daniel Vitarelli (bateria e voz), Farrah (guitarra e voz) e Formigão (baixo, também integrante do Planet Hemp). O grupo mistura rock, funk, groove e elementos do manguebeat, como já aparecia no EP Demo cracia, lançado pela Monstro Discos.

Fechando o line-up, a Massive Fire representa o lado mais pesado da programação. Formada em 2006 por Pedro Soriano (guitarra e voz), a banda completa duas décadas de atividade em torno do heavy metal. Atualmente, conta também com Lulu Ribeiro no baixo e Thomás Martinoia na bateria. O grupo tem três álbuns: Massive fire (2012), Atomic fusion (2017) e The anunnaki (2021).

SERVIÇO:
Mr. Trip Fest
20/09 (domingo), às 19h
Coordenadas Bar — Rua da Passagem 19, Botafogo
Ingressos aqui.

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Surfe cruza MPB e psicodelia no single duplo “Saudades tropicais – Volume 1”

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Surfe cruza MPB e psicodelia no single duplo "Saudades tropicais - Volume 1"

RESUMO: O trio paulistano Surfe mistura MPB, rock psicodélico e referências do Clube da Esquina no single duplo Saudades tropicais – Volume 1, com duas faixas contemplativas.

Texto: Ricardo Schott – Foto:

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Mesmo distante do mar, na Zona Leste de São Paulo, Lucas Soares (voz, violão e guitarra), Fernando Santana (baixo) e Leonardo Soares (bateria) decidiram batizar sua banda como Surfe – indicando que o grupo se divide entre ondas como a MPB e o rock psicodélico. O projeto teve início de forma remota na era da pandemia, em 2020, e foi retomado no final de 2025. E acaba de gerar o single duplo Saudades tropicais – Volume 1.

Descanso e Saudades tropicais, as duas faixas do single, são exemplos de uniões contemplativas entre MPB e rock – a primeira, instrumental e bem mais introspectiva, com percussão e violão, e a segunda levando baixo e bateria para o som. Ambas as faixas usam cordas e têm referências da psicodelia e da musicalidade do Clube da Esquina. No single, a primeira faixa acaba servindo de introdução para a segunda, cujo clima lembra tanto o soul psicodélico dos anos 1970 quanto os álbuns de Beto Guedes na mesma época.

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