Cultura Pop
Num especial de TV, Yoko Ono apresenta “Approximately infinite universe”

Até Approximately infinite universe (1973), seu terceiro (e duplo) disco, Yoko Ono era mais conhecida pelos experimentalismos, pelos gritos e pelas músicas enormes. Na gravação de Approximately, Mick Jagger visitou o estúdio e viu que o clima era bem diferente dos álbuns anteriores (“Yoko estava se esforçando para cantar de maneira formal”, contou). John e Yoko dirigiram o disco, contaram com a colaboração da turma do Elephant’s Memory, que tocara nos álbuns anteriores. Mas o som ficava mais próximo do protopunk do que da psicodelia. Ou das maluquices de discos como o primeiro do casal, Two virgins (1969).
Para divulgar o lançamento de Approximately infinite universe, John e Yoko gravaram até um especial para o programa de TV Flipside, da emissora educativa norte-americana Public Broadcasting Service (PBS). O casal deu entrevistas sobre o disco e Yoko cantou três faixas do álbum: “Death of Samantha”, “Catman (The Rosies are coming) e “Winter song”. Na verdade John ainda abriu o especial dizendo que conheceu Ringo Starr “em 1939, estávamos num abrigo nuclear juntos”.
Yoko também aproveitou para cantar uma música até então rara: “Jose ijoi banzai”, gravada por ela em 1973 num compacto especial para o Japão, e composta para uma organização feminista de lá. A novidade é que nesta segunda (14) alguém subiu o especial (que já circulou em algumas edições em DVD) para o YouTube. Pega aí. É em inglês sem legendas, mas vale o show.
John e Yoko falam sobre como foi produzir Approximately infinite universe. E do fato de os dois encararem o estúdio sem George Martin (que cuidava dos discos dos Beatles). E sobre os fãs e críticos que não acham que um artista é capaz de produzir o próprio disco. Yoko também fala da “Death of Samantha”, uma das músicas mais conhecidas do álbum, e diz sobre o que a música trata. “Sempre que você não faz o que quer ou não diz o que quer, está morrendo”, conta.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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