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Cultura Pop

VinylVideo: vinil para ver na TV

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VinylVideo: vinil para ver na TV

Vinil pra ver na TV não é exatamente uma novidade. No começo do século passado, um engenheiro escocês chamado John Logie Baird já havia construído um sistema viável de transmissão televisiva. Em 1925, apresentou um projeto que consistia de um disco giratório perfurado, no qual luzes de néon se acendiam por trás, respondendo ao sinal de uma estação de rádio, que capturava as imagens também através de um disco de dez polegadas. Quem quiser saber mais detalhes sobre isso, tem o site The Dawn Of The TV, que explica um pouco.

De qualquer jeito, nunca foi algo popular ou que teve uso doméstico. Mas tem uma turma aí disposta a reavivar de alguma forma o uso de vinil para guardar e transmitir imagens. E isso já vem rolando há um certo tempo. Um vídeo do canal Techmoan explica que em 1998, numa época em que ninguém mais acreditava em vinil e as vendas dos LPs tinha chegado a um ponto em que quase se podia dizer que ninguém mais comprava o formato, um artista plástico austríaco decidiu fazer experiências com o formato. Gebhard Sengmüller fazia trabalhos que envolviam a história das mídias eletrônicas e, em cooperação com alguns colegas (dentre eles um cientista chamado Martin Diamant) desenvolveu um projeto chamado VinylVideo.

A ideia era que o VinylVideo servisse como uma maneira de armazenar vídeos em LPs de vinil, usando um kit que consistia de um toca-discos, um conversor e uma televisão. O próprio projeto não escondia que não se tratava de uma reprodução de alta fidelidade – o objetivo era que uma nova maneira de ver certas obras surgisse, justamente a partir do aspecto lo-fi do vídeo e do áudio (o som era mono, como o de um antigo rádio AM). Mais: como tudo era operado por uma vitrola, o acesso a determinadas partes do vídeo seria bem diferente, por exemplo, do manuseio de um DVD ou VHS. Enfim, bendita experiência.

O projeto ganhou espaço em algumas galerias e foi colocado à venda (para um público extremamente segmentado, vamos assim dizer). Não que tenha sido um sucesso. Na real, não dá nem para dizer que foi um fracasso: foram vendidos apenas dez kits, com os discos produzidos por eles, mais o decodificador. O VinylVideo, como proposta artística, teve vida curta, ganhou sua última exibição em 2003 em Liverpool e, fim.

Até que uma empresa de Viena, a Supersense, decidiu desencavar o VinylVideo e voltar a fazê-lo. Eles têm até um site muito informativo. E ainda estão vendendo o conversor (ok, nessa época deve ser complicado comprar essas coisas) pela quantia de 178 euros. Os laboratórios de pesquisa da empresa estão sendo supervisionados pelo próprio Diamant.

Faltou falar dos discos lançados por eles. A Supersense fez uma parceria com a gravadora Sounds Of Subterrania e está fazendo alguns lançamentos musicais no formato. O destaque é nada menos que o Motörhead tocando Get back in line, no formato. Detalhe: um dos produtos oferecidos é um single da banda The Courettes, radicada na Dinamarca, e formada pelo casal Martin Couri (bateria) e Flavia Couri (guitarra). A brasileira Flavia foi baixista do Autoramas até 2015.

No vídeo acima, o Techmoan toca os discos, que vieram com o box comprado por ele, e revela que não se trata de um produto em que a qualidade de som e imagem são os principais apelos. Mas fica aí a dica para fanáticos.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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