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Cultura Pop

Vai uma fita do embrião do Linkin Park por US$ 4.500?

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Vai uma fita do embrião do Linkin Park por US$ 4.500?

O site Discogs, uma espécie de bíblia online para tarados por discos (com capas, contracapas, selos e vendas de discos), resolveu verificar, para uma matéria, quais são as fitas K7 mais caras que seus usuários colocaram à venda. Isso porque rolou uma mudança drástica no ranking do site: desde 2016 que a fita mais vendida era uma do Prince. Agora não mais: quem está na frente é um grupo chamado Xero, com sua fita demo de 1997. Não é um grupo desconhecido, não: o Xero é o embrião do Linkin Park.

O tal do Xero foi fundado por Mike Shinoda e Mark Wakefield em 1996, e passou a gravar material no estúdio caseiro de Shinoda A tal demo tinha só quatro faixas (Rhinestone e Reading my eyes no lado A, Fuse e Stick’n move no B) e teve duas versões de capa: uma com um carrinho de compras (a primeira, imediatamente descartada) e uma com o desenho de um bebê. Tá a fim de ter uma? Só 4.500 dólares.

A fita circulou bastante pela Califórnia e faz parte das coleções de doze usuários do Discogs, segundo o site. Só que na época não chegou a fazer sucesso e a banda não conseguiu contrato nenhum. Wakefield saiu do grupo, a formação foi modificada, o grupo mudou de nome para Hybyrd Theory e depois para Linkin Park, já com Chester Bennington nos vocais.

A tal fita de Prince é outra surpresa: foi lançada em 1995, quando o cantor ainda era “o artista anteriormente conhecido como Prince” (e usava um símbolo como nome). The Versace experience: Prelude 2 gold saiu em 1995, está sendo vendida a módicos 4.117 dólares e foi distribuída com exclusividade aos participantes de um desfile da Paris Fashion Week em 1995. Fãs de Prince podem conseguir cópias mais baratas tentando arrumar um dos relançamentos feitos no Record Store Day 2019, mas a original é bem rara.

Tem conteúdo extra desta e de outras matérias do POP FANTASMA em nosso Instagram.

 

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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