Cultura Pop
Trapalhões: a discreta homenagem de Tião Macalé e Mussum a Little Richard

Os Trapalhões eram, antes de qualquer outra coisa, um produto da cultura pop brasileira – e que abusavam de informações vindas da cultura pop do mundo todo.
Dava pra ver isso em cada programa apresentado pelo quarteto, já que volta e meia Didi, Dedé, Mussum e Zacarias apareciam vestidos de super-heróis, ou interpretando uma academia de polícia avacalhada (a Suate), ou contracenando com cantores que apareciam por lá para lançar seus hits. Ou mesmo em pequenos detalhes como o paredão de LPs daquele quadro em que Renato Aragão aparecia numa loja de discos.
E com a morte de Little Richard, o vocalista e guitarrista dos Autoramas, Gabriel Thomaz, reparou numa discreta referência ao pai do rock que surge num dos vídeos mais populares do quarteto no YouTube: aquele do “Mussum armando uma pindureta”, que você já deve ter assistido mais de mil vezes.
Se você nunca viu ou quer ver de novo, olha aí: Mussum e Tião Macalé, atendidos por Didi Mocó, num boteco, em meio a um cervejal de proporções bíblicas (pera, servem cerveja no Livro Sagrado?).
Mussum abre o papo cantando Lá no morro, sucesso do grupo Fundo de Quintal, enquanto Tião avisa que vai cantar uma música “importada”. E a música é nada menos que Jenny Jenny, parceria de Little Richard e Enotris Johnson lançada em 1957 no primeiro disco do cantor, Here’s Little Richard. Tião chega a imitar Little Richard tocando piano e os dois soltam uns “oh, yes” no fim da música.
Tá aí o hit de Little Richard.
Veja também no POP FANTASMA:
– O mundo realista dos Trapalhões
– Tem documentário sobre Mussum vindo aí
– Quando o produtor da Gretchen cuidava dos LPs dos Trapalhões
– Trapalhões: letras traduzidas com Didi Mocó
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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