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E não é que tá vindo mesmo por aí um disco dos Strokes?

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Strokes (Foto: Reprodução Facebook)

O lançamento de um novo álbum dos Strokes já estava virando piadinha de 1º de abril. Em fevereiro, surgiu até uma música “falsa”, Another blue hour, que brotou no canal da banda no YouTube. Mas agora, tá tudo certinho: a banda anunciou hoje que seu sétimo disco de estúdio, Reality awaits (que sai seis anos após o lançamento de The new abnormal) chega ao público no dia 26 de junho pelo selo Cult (criado pelo vocalista Julian Casablancas) em parceria com a RCA Records.

Reality awaits foi gravado na Costa Rica em parceria com o produtor Rick Rubin (Gossip, Beastie Boys, Kanye West), e envolveu (olha aí, ó) uma… piadinha de 1º de abril. No dia da mentira, a banda soltou um link nos stories, com uma ilustração em 8-bit que trazia uma fita K7 sendo puxada por cavalos. Você clicava lá, colocava seu número de celular, chegava um formulário por SMS (SMS!) e… aconteceu que cem pessoas que preencheram o tal cadastro receberam pelo correio uma fita K7 com o primeiro single do disco, Going shopping. Que chegou às plataformas hoje.

Fica complicado saber para onde os Strokes estão indo, não apenas pela nova faixa, como também pelas notícias mais recentes sobre a banda. O vocalista Julian Casablancas participou recentemente de um podcast e deu a entender que não fala mais com o guitarrista Nick Valensi – pelo menos, ao falar da banda, referiu-se aos “três caras de quem sou amigo, trabalho e ainda converso” e completou com um “desculpa, Nick, brincadeira!”. Além da tal fitinha enviada aos fãs, houve mais mistério de brincadeira no lançamento, já que os Strokes colocaram no Instagram um trailer que parodiava um anúncio de 1975 do Jaguar XJS, sem mais informações.

Agora vem cá: você realmente gostou de Going shopping, novo single dos Strokes?

Bom, a nova música do grupo norte-americano, e a primeira faixa a anunciar Reality awaits, tem as tramas de guitarras que a banda popularizou – e dá pra dizer que o “som Strokes” reside lá. É basicamente uma new wave tranquila, algo bem diferente do material dos primeiros discos – e talvez nem seja o que muitos fãs de primeira hora esperam ouvir.

Lá pelas tantas dá a impressão de que o vocal de Julian Casablancas ganha tratamento de autotune. Só que não é impressão, não: os vocais dele ficam BEM cheios de autotune depois disso, dando um efeito de glitch que aparece pela primeira vez na discografia da banda. A letra é uma boa crítica à sociedade contemporânea e ao consumismo, de todo jeito.

O resultado final, sinceramente, não chega a animar TANTO assim. Mas aí só aguardando o que vem por aí. Abaixo você confere a lista de músicas e a capa de Reality awaits. A arte do disco, que lembra aquelas antigas propagandas do cigarro Marlboro, foi criada por Johann Rashid a partir da pintura Untitled (Cowboy), de Richard Prince, de 1989.

01. Psycho shit
02. Dine n’ dash
03. Lonely in the future
04. Falling out of love
05. Going to babble on
06. Going shopping
07. Liar’s remorse
08. The fruits of conquest
09. Pros and cons

Texto: Ricardo Schott – Foto: Reprodução Facebook

Capa do álbum Reality Awaits, dos Strokes

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Em single novo, Melton Sello fala de um assalto como se fosse um flerte (!!)

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Melton Sello (Foto: @doggskull)

Um assalto, só que descrito como um flerte. A banda carioca de pop punk Melton Sello fez exatamente isso em Dei bobeira, novo single, que acaba de ser lançado pela Deck – e adianta o primeiro álbum do grupo. O grupo já havia lançado anteriormente outro single, Para com essa parada.

O vocalista do grupo, Caio Paranaguá, viveu de verdade a história de assalto descrita na letra – mas decidiu escrevê-la de forma ambígua e cheia de duplos sentidos. A ideia é o ouvinte completar o sentido.

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“Caio consegue transformar a pior das experiências em uma letra bem feita e divertida. Lembro de quando ele foi assaltado e, no dia seguinte, chegou com essa música pronta falando sobre isso”, comenta o baixista Gabriel Barros. Musicalmente, a ideia do grupo é mostrar algo diferente do que costuma ser associado ao som do Melton Sello: Dei bobeira partiu de referências eletrônicas e latinas e foi ganhando corpo até chegar a um reggae de influência latina.

“É a música mais diferente do álbum” afirma Caio Paranaguá. “Ela funciona também como um convite, mostra um lado da banda capaz de transitar por outros gêneros além do pop punk”, completa.

Foto: @doggskull

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Avid Fan: pós-punk de terror, direto de Manchester

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Avid Fan: pós-punk de terror, direto de Manchester (Foto: Divulgação)

O Avid Fan é uma banda bem nova – surgiu no fim de 2024 em Manchester e se define como “o que acontece quando o underground de Manchester se mistura ao horror cult e se recusa a pedir desculpas por isso”. Isso porque o grupo é maluco pelo pós-punk que marcou a história do rock britânico desde os anos 1970, e simultaneamente é louco pela estética dos filmes de terror.

“Linhas de baixo pesadas. Narrativas assombradas. A energia visceral de uma banda que soa como se talvez nem chegasse ao fim do show — e soubesse exatamente o que está fazendo. O Avid Fan ocupa esse espaço sombrio onde a urgência do pós-punk colide com uma atmosfera influenciada pelo horror”, diz o grupo ao definir seu som.

O Avid Fan é formado por Stephen Wilson (voz, guitarra), Dawn Acton (baixo) e Beau Topwsey (bateria, DJ) e já dividiu palcos com bandas clássicas do punk, como Slaughter and The Dogs e The Undertones. Por enquanto, a única forma de ouvir o grupo é procurar nas plataformas o single com as músicas Run like Rosie e Frightening on your own. Saiu no dia 22 de abrl por um selo chamado AKO Records.

A primeira faixa é quase gothic punk, com ruídos de guitarra, design musical sombrio e synths. Já a segunda é mais próxima da rapidez do punk – e dá uns traços fortes com o rock do anos 1960 e com a psicodelia. Um som bastante ligado ao passado, mas como eles próprios dizem, sem nostalgia. “É o leste de Manchester em 2026, filtrado por uma vida inteira de obsessões cult e tolerância zero para enrolação”, contam eles.

Foto: Divulgação

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Billy Corgan: “O Smashing Pumpkins adoraria tocar na Las Vegas Sphere!”

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O rolê da camisa Zero de Billy Corgan (Smashing Pumpkins)

Olha… nós achamos que isso iria ser ótimo – mas sei lá, não depende da gente nem dele. Billy Corgan, cantor dos Smashing Pumpkins, revelou num papo com a emissora de rádio estadunidense KROQ que amaria fazer um show no Las Vegas Sphere, aquele local esférico e “imersivo” onde o U2 fez uma temporada histórica – e que já anunciou uma temporada do Metallica.

Segundo Corgan, o grupo toparia “absolutamente” fazer uma apresentação no local. O músico foi além e chegou até a sugerir o conceito do espetáculo. “Se a Sphere viesse até nós e dissesse: ‘Adoraríamos que vocês tocassem todo o Mellon Collie com essa produção’, isso faria total sentido para mim”, comentou o músico, citando o clássico álbum Mellon Collie and the Infinite Sadness (1995), que está tendo suas três décadas comemoradas com a turnê The rats in a cage.

“Faz sentido para mim fazer algo assim, construir um show em torno do álbum, como fizemos com a ópera no Lyric Opera de Chicago, e agora ela vai para a Europa. Faz sentido porque aí você tem a chance de reimaginar as músicas e a música em uma dinâmica diferente”, conta. Só que tem uma ressalva nisso aí… “Tocar um álbum de 30 anos com aquele ritmo e aquela ordem das músicas, e esperar que todo mundo fique sentado e feliz, acho que é pedir demais do público. É por isso que lutamos contra simplesmente sair em turnê e tocar o disco”, diz.

E enfim: o Las Vegas Sphere é um espaço com capacidade para 17.600 pessoas que transformou o entretenimento ao vivo desde sua inauguração em setembro de 2023. Dá pra entender o autoconvite. Olha aí o papo com Corgan na minutagem corrteta (e toda a conversa também).

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