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Cultura Pop

The Who: “Live at Leeds” x “Live at Hull”

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The Who: "Live at Leeds" x "Live at Hull"

Continuando o papo sobre “Live at Leeds”: como todo fã do Who já está careca de saber, a ideia original da banda era gravar dois shows em fevereiro de 1970: um em Leeds em 14 de fevereiro, e um em Hull, no dia seguinte, pertinho de Leeds. E juntar os dois num disco. Ao ouvir o show de Hull gravado, a banda não ficou satisfeita e deixou só o show da universidade.

O álbum de Hull circulou muito tempo em versão pirata (ironicamente clonando a capa de “Live at Leeds”, que já era uma paródia de discos piratas) e finalmente saiu em CD como parte de um relançamento de “Live at Leeds”, em 2012.

O vocalista Roger Daltrey – que nunca foi muito de concordar com Pete Townshend nem com ninguém do Who – afirmou certa vez numa entrevista à BBC (que já andou pelo YouTube e saiu de lá) ter achado o show de Hull bem melhor que o de Leeds. “Para ser honesto foi bem melhor sim. Foi em condições melhores, num teatro de verdade, com acústica boa. Só que o baixo não foi gravado”, contou.

Não foi mesmo. Olha “Heaven and hell” sem baixo, no piratão “Live at Hull”. A música foi composta e cantada justamente pelo baixista John Entwistle, e é uma das melhores compostas por ele para a banda.

Aliás pega aí “Young man blues” (de Mose Allison), primeira faixa de “Live at Leeds”, na versão de Hull.

E “Substitute”, segunda do LP de Leeds, em Hull.

E “Summertime blues”, terceira de “Live at Leeds”.

“Shakin’ all over” encerrava o lado A de “Live at Leeds” e aqui aparece na releitura de “Live at Hull” (e, opa, dá pra ouvir o baixo!)

Sei lá o motivo, mas “My generation”, primeira do lado B do LP “Live at Leeds”, aparece em duas partes no YouTube na versão de Hull. Também tem trechos retirados de “Sparks”, tema instrumental de “Tommy”, e é bem maior que a versão de Leeds.

“Magic bus”, última do LP “Live at Leeds”, não foi tocada no show. Pega aí um monte de áudios de Hull.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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