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Cultura Pop

The Cure apresenta música nova (ou quase nova) em show nos Estados Unidos

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The Cure apresenta música nova em show nos Estados Unidos

Em meio à turnê norte-americana, o The Cure deu um presente para os fãs que foram ao primeiro dos três shows no Hollywood Bowl na noite de terça (23): uma música nova, a soturna Another happy birthday.

O site Consequence anotou que “mesmo para os padrões do The Cure, é uma música especialmente deprimente”. A música é uma espécie de valsinha gótica, que abre com uma sequência de notas inspirada no “parabéns pra você”, tocada no piano e no sintetizador. Lá pelo segundo minuto, Robert Smith começou a cantar a letra, que tem versos deprês como “e seu aniversário é o pior dia/estou cantando para um fantasma/parabéns/esqueci como é”. Olha o vídeo do show aí.

Another happy birthday tá longe de ser uma completa novidade na história do Cure, no entanto. Em outubro de 1997, Robert Smith chegou a mencioná-la numa entrevista à MTV. Na época, o cantor do Cure tinha montado um estúdio em casa, ia se adaptando devagarzinho a novas tecnologias e estava trabalhando “não apenas no próximo álbum do The Cure, previsto para ser lançado na primavera de 1998” (só saiu em 2000 e se chamou Bloodflowers) como numa coletânea de lados B e raridades (naquele mesmo mês de outubro o Cure lançou a coletânea Galore, mas que basicamente tinha remixes de canções conhecidas).

Sobre a música, Robert disse na época apenas que “é diferente de tudo que o Cure já fez antes. Não é um tipo de música verso-refrão-verso, mas mais fluida”. Não se sabe se a canção apresentada no show é a mesma de 1997, mas bate com a descrição dele. Também não está claro se a música aparecerá no próximo álbum do The Cure, Songs of a lost world, ainda sem data de lançamento prevista. A banda havia apresentado em primeira mão várias outras novas canções na atual turnê da banda, incluindo Alone, And nothing is forever, A fragile thing e I can never say goodbye.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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