
RESENHA: Twen lança Fate euphoric de forma DIY: indie dançante entre pós-punk e sophisti-pop, letras sobre destino e vida nômade no underground. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Poesia Abstrata aposta em gótico eletrônico e dance-rock à la Cure/Depeche Mode, com boas referências e letras desoladas. Texto: Ricardo Schott Nota: 7,5 Gravadora: Paranoia...

RESENHA: Accelerator troca o indie do Bad Suns por um som mais solar. Tem bons momentos, mas soa genérico e repetitivo, com poucas faixas realmente marcantes....

RESENHA: Adult Leisure mistura pós-punk 1980s e indie 2000s com guitarras pesadas. Estreia flerta com Cure, power pop e melancolia. Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5 Gravadora:...

RESENHA: Entre luto e descobertas, Jenny On Holiday estreia com synthpop e dream pop oitentista em Quicksand heart, disco íntimo sobre vulnerabilidade e prazer. Texto: Ricardo...

“E saem os primeiros Grammy da carreira do Cure. Quem precisa? Robert Smith sempre reinou supremo!”, disse um amigo assim que soube da premiação do The...

RESENHA: Banda francesa Nastyjoe estreia em The house com pós-punk sofisticado: vocais graves, guitarras nervosas e clima indie cerebral. Pode virar favorita. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Vienna Vienna mistura punk, glam e synth oitentista em EP confessional sobre redes sociais, solidão e excessos, com energia pop/art rock e olhar queer. Texto:...

RESENHA: So Dead, banda portuguesa, faz pós-punk eletrônico e sombrio no disco A wet dream and a pistol, entre darkwave, synths gélidos e ecos de Joy...

RESENHA: Cat Arcade foge do shoegaze padrão em Fragmentada, misturando ruído, pós-punk e melodia, com vocal dramático e identidade própria. Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5 Gravadora:...