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Cultura Pop

“The art of Atari”: livro lembra as artes criadas para o videogame – confira!

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"The art of Atari": livro lembra as artes criadas para o videogame - confira!

"The art of Atari": livro lembra as artes criadas para o videogame - confira!

Tem quem tenha apenas uma vaga lembrança disso, mas o Atari – primeiro videogame a fazer sucesso massivo no Brasil, a ponto de quase virar sinônimo de game lá por 1983/1983 – não era só diversão. Era arte, graças ao visual da máquina e das pinturas que decoravam os cartuchos e as embalagens. Quase tão comum quanto o hábito de soprar os cartuchos caso eles ficassem sem funcionar, era o costume de dar uma viajada nos desenhos – cujas inspirações eram capas de discos, produto campeão de vendas nos anos 1970, quando a Atari começou. “Os jogos eram um produto de consumo que tinha de ter a mesma atenção que um álbum merecia”, afirmou o fundador da Atari, Nolan Bushnell, ao portal Polygon, em 2014.

"The art of Atari": livro lembra as artes criadas para o videogame - confira!

A editora Dynamite celebrou a memória dessa arte lançando o livro “The art of Atari”, editado em outubro após dois anos de trabalho duro. Com 350 páginas, formato de coffee-table book e texto de Tim Lapetino (executivo do Museum Of Video Game Art), ele recorda as nuances de cultura pop que haviam por trás da artes de jogos como “Space invaders”, “Missile command”,”Pac-Man”, “Breakout”, “Centipede” e vários outros.

"The art of Atari": livro lembra as artes criadas para o videogame - confira!

É até curioso ler Bushnell falar sobre o quanto a arte da indústria de games deve à época em que discos vendiam a rodo, até porque hoje está claro o quanto o visual futurista de jogos como ‘”Yars’ revenge” devem a capas de álbuns de rock progressivo e heavy metal. O desenho que encapava esse jogo, feito por Hiro Kimura, poderia ilustrar um álbum do Uriah Heep, ou do Hawkwind – e é um dos preferidos de Tim Lapetino, por causa da impressão de “pele metálica” do inseto voador.

"The art of Atari": livro lembra as artes criadas para o videogame - confira!

Olha aí uma imagem do livro – tirada do Polygon – mostrando parte de um texto explicando como funcionavam os processos de criação da arte no Atari. Como o próprio texto diz, enquanto a empresa buscava a mais alta tecnologia para produzir os games, a arte ia no caminho oposto (“o mais analógico possível”, diz o texto) na hora de criar as embalagens ou o produto de divulgação.

"The art of Atari": livro lembra as artes criadas para o videogame - confira!

Tem mais sobre “The art of Atari” no site do livro (lançado só lá fora, claro), com as imagens dos jogos e alguns desenhos criados para os cartuchos e caixas dos games. Nolan Bushnell, criador da empresa, por acaso, está confirmado na edição 2017 do Brasil Game Show, que rola entre 11 e 15 de outubro no Expo Center Norte, na Zona Norte de São Paulo.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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