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Cultura Pop

Super Bronco: série inacreditável com Ronald Golias (!) fazendo um alien

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Super Bronco: série inacreditável com Ronald Golias (!) fazendo um alien

Em 5 de maio de 1979 o jornal O Globo anunciou a chegada à Rede Globo do humorista Ronald Golias (que aliás já havia passado por todas as emissoras do Brasil, praticamente). E dessa vez com uma sitcom que… Bom, digamos que parecia bastante original. Em Super Bronco, que estrearia no dia seguinte, o malandrão Carlo Bronco Dinosauro (Golias), popularizado pelo antigo humorístico da TV Record A Família Trapo, voltava com nova roupagem, mais apropriada à onda de filmes “espaciais” que lotavam os cinemas naquele fim de década. Coisas como Alien – O 8º passageiro, Contatos imediatos do terceiro grau e outros.

Só que, em vez de ser o irmão encostado da família, Bronco agora era o habitante de um planeta chamado Work, “onde a civilização está muito mais adiantada do que na Terra”. Mas no dia a dia, o personagem age da mesma maneira de sempre: bota apelidos em todo o mundo (inclusive no chefe, que chama de “voz de veludo”) e escapa do trabalho. Até que, de saco cheio das aprontações de Bronco, a chefia o envia para estudar o comportamento das pessoas aqui mesmo, no Planeta Terra.

>>> Veja também no POP FANTASMA: O remake em espanhol de Vale tudo, da Globo

Bronco entra numa espaçonave no formato de um ovo e viaja para cá. Chegando na Terra, faz amizade com uma garota chamada Totty (a atriz Liza Vieira). Ela, aliás, é a única que sabe de sua origem e de seus superpoderes – que fazem com que ele consiga adivinhar pensamentos, tirar fotografias com a mão e controlar eletrodomésticos à distância.

Ficou muito curioso para ver como ficou isso? Tem cenas dos dois primeiros episódios aqui:

Essa maluquice tinha roteiro de ninguém menos que Carlos Alberto de Nóbrega, o cara da Praça é nossa. E acabou não dando muito certo. Exibido aos domingos às 18h, antes dos Trapalhões, Super Bronco ainda por cima tinha o popularíssimo Programa Silvio Santos como concorrente, o que já diz muito sobre as chances de sucesso. Ficou no ar apenas até outubro e acabou.

O que a tal matéria do Globo não contava é que Super Bronco tinha uma matriz. Que por acaso também não deu muito certo.

>>> Veja também no POP FANTASMA: The new people: o Lost de 1969

Mork & Mindy era uma série lançada em 1978 pela ABC, e que tinha o jovem Robin Williams e a bela Pam Dawber nos papéis principais. Era o spin-off de uma série de sucesso exibida pela própria Globo, Happy days, aliás. Na série, Mork era o habitante de um planeta chamado Ork, viajava para a Terra numa espaçonave oval e conhecia Mindy, que virava sua amiga, confidente, roommate e depois esposa e mãe dos seus filhos.

A série foi bem popular na primeira temporada, mas foi perdendo audiência. No final, na quarta temporada (que foi ao ar quando a própria Super Bronco já tinha acabado, em 1982), os executivos pediram mudanças e obrigaram a produção a escalar outros nomes. Mas o programa rendeu o suficiente para que anos depois, saísse até o documentário Behind the camera: The unauthorized story of Mork & Mindy, revelando os podres da série. E Mork & Mindy saiu até em DVD. Aliás, (impossível não saber) Robin Williams virou estrela do cinema.

Via Memória Globo

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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