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Cultura Pop

Quer ficar com um corpinho igual ao do Arnold Schwarzenegger?

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Arnold Schwarzenegger's total body workout

E aí, quer ficar com um corpinho igual ao do Arnold Schwarzenegger? Bom, pelo menos no que diz respeito à trilha sonora do treino, tá de boa. Em 1981 o então apenas ator e fisiculturista meteu-se numa parceria com a gravadora Columbia (hoje Sony) e soltou nas lojas o LP Arnold Schwarzenegger’s total body workout, no qual fornecia instruções para a sua malhação caseira, enquanto deixava rolar os hits do momento.

Sim, isso mesmo: alguns anos antes da figura do personal trainer virar algo comum, o protagonista de O exterminador do futuro queria ser o seu personal. Era só comprar o disco e escutar sua voz orientando exercícios em meio a hits de Journey (Don’t stop believin’), Tommy Tutone (867-5309 / Jenny, que virou um exercício para pernas e bumbum), The Weather Girls (It’s raining men, com os “up” e “down” de Arnold marcando o ritmo), Third world (Try Jah love) e Blue Öyster Cult (Burnin’ for you).

“É para deixar sua mente preparada para os exercícios. Escute a música e mova-se ao mesmo tempo”, dizia Arnold enquanto rolava a primeira música do disco, Save the overtime for me, de Gladys Knight and The Pips. “Pra cima, pra baixo… onze… doze… muito bom, vamos para o próximo exercício, que eu chamo de ‘alcançando o céu'”.

Pelo menos dois clássicos pop pouco lembrados estão entre as preferidas do Arnoldão: Let your body rock, da banda new-wave-r&b Champaign, e Think I’m in love, do sumidão Eddie Money.

O disco de Arnold, olha que legal, ainda vinha com ilustrações mostrando como eram e como deviam ser praticados os exercícios. O LP original era dividido em “exercícios sem pesos” (lado A) e “exercícios com pesos” (lado B).

Arnold Schwarzenegger's total body workout Arnold Schwarzenegger's total body workout Arnold Schwarzenegger's total body workout

E se você acha que o LP do Arnold é uma pérola esquecidíssima do universo pop-rock, engano seu: ele foi lançado em CD nos Estados Unidos em 2003 e pode ser escutado no… Spotify, Olha aí.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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