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Cultura Pop

Quando a Frida do ABBA cantou David Bowie

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Quando a Frida do ABBA cantou David Bowie

Possivelmente, em 1975, Frida Lyngstad, a Anni-Frid do ABBA, nunca tinha ouvido falar de Rita Lee. Mas a capa de seu segundo disco solo, Frida ensam (Frida solo) lançado naquele ano, tinha o mesmo clima glam da capa de Fruto proibido, disco de Rita com o Tutti-Frutti, também de 1975.

Quando a Frida do ABBA cantou David Bowie

O disco, que era o primeiro lançado por ela após o sucesso do ABBA, demorou um bom tempo para ser feito. Foram dezoito meses, que começaram em fevereiro de 1974 quando o grupo ainda finalizava o disco que os levou ao estouro, Waterloo (1974). Enquanto isso, a banda fazia vários shows e aparições de TV (que sempre foram capitais para fazer o quarteto conseguir sucesso) e dava entrevistas. O marido Benny Andersson tocou todos os instrumentos e os músicos eram basicamente a mesma equipe que tocava nos LPs da banda – incluindo o superbaixista Rutger Gunnarsson, morto em 2015.

Uma novidade para os fãs que o ABBA mantinha em seu país de origem era que o disco era cantado em sueco, e o repertório era formado basicamente por releituras de sucessos do pop-rock no idioma. Skulle de’ va ‘skönt, por exemplo, era nada mais nada menos que Wouldn’t be nice, dos Beach Boys.

Tinha também Jag är mej själv nu, versão em sueco de Young girl de Gary Puckett e The Union Gap, que tinha feito sucesso em 1968.

E Guld och gröna ängar, releitura de The wall street shuffle do 10cc.

E teve também nada menos que Life on mars?, de David Bowie, em versão bem fiel ao original. O nome mudou para Liv på mars?.

Para não dizer que não teve nada autoral, teve a primeira versão de Fernando, que depois seria gravada pelo ABBA no disco Arrival, de 1976. Só que a música foi gravada por Frida em sueco. A leitura de Frida tocou tanto no rádio a Suécia, que todo mundo queria saber onde comprar o single com a música. O problema é que a canção nunca foi lançada em single. Quem queria ouvir a cantora soltando a voz na faixa precisou comprar o LP inteiro – daí Frida Ensam passou 38 semanas nas paradas da Suécia, quase sempre no topo.

Pega aí o disco da Frida (e ela só voltaria a gravar solo em 1982, em inglês, quando o ABBA estava se despedindo).

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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