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Gaby Amarantos lança “Rock doido” em vinil e transforma fase premiada em registro físico

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Gaby Amarantos lança "Rock doido" em vinil e transforma fase premiada em registro físico

Depois de um ciclo intenso com Rock doido, Gaby Amarantos transforma o disco em objeto: o álbum ganha versão em vinil pela Três Selos Rocinante. Não é só fetiche de formato. É um jeito de cristalizar a fase mais afirmativa da cantora — aquela em que o tecnobrega, o pop e a cultura paraense fazem uma mistura saudável e festeira.

O LP (que já ganhou resenha nossa aqui) reúne mais de 20 faixas, incluindo Essa noite eu vou pro rock, Arrume-se comigo, Te amo, fudido, Dá-lhe sal, Eu tô solteira e Foguinho. Canções que ajudaram a ampliar o alcance do projeto e a reforçar a ideia de que Gaby joga no mainstream sem perder o sotaque nem a pista – e ainda renderam um filme, que na verdade é um clipão do disco.

O momento ajuda a explicar o movimento. Em 2025, Rock doido levou o APCA de Melhor Álbum, venceu o Multishow na categoria Brega do Ano e ainda apareceu no Prêmio Potências/Billboard Brasil como Música do Ano. O vinil chega nesse embalo, como registro físico de um disco que reposicionou Gaby no centro do pop brasileiro.

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NightNight: baixista do The Wants lança projeto de som eletrônico dark

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NightNight (Foto: Divulgação)

Quem lê o Pop Fantasma já viu algumas menções aqui ao trio novaiorquino The Wants, voltado para um pós-punk ruidoso e sombrio. E Yasmeen Night, baixista do grupo, visita mais uma vez as sombras musicais em seu projeto paralelo, o NightNight. O grupo está preparando o segundo álbum, More weight, com produção de Gareth Jones (Depeche Mode, Einstürzende Neubauten) e mixagem feita em Abbey Road por Alex Wharton. Sai em breve.

O The Wants chamou a atenção da gente por causa do single Fear my society – do disco de estreia, Container (2020). Uma música até bastante solar em se tratando deles, mas que lamentavelmente não ultrapassou a linha nada fina do mainstream. No ano passado foi a vez do The Wants abraçar o caos no disco Bastard, que resenhamos aqui. O NightNight, por sua vez, nem tenta chegar perto do sol: Yasmeen segue estilos como trip-hop, alt-pop e eletrônica underground, e cita nomes como Massive Attack, Chelsea Wolfe e Fever Ray como referência.

Total control, o single mais recente, é noturno, eletrônico e tem um clima vintage, lembrando a fase dark do Depeche Mode. Yasmeen compôs e tocou tudo, com exceção de uns synths acrescentados por Gareth. Tem remixes a caminho, um deles assinado por Johnny Hostile, além de mais alguns singles antes que o álbum saia. Yasmeen, por sinal, acredita bastante no poder da música em tempos de IA, redes sociais e marketing agressivo – e o conceito do NightNight passa por isso.

“As músicas são distribuídas por nós a pessoas em quem confiamos, de boca em boca no underground de Nova York e entre amigos e DJs de confiança. O objetivo é criar ressonância, compartilhar um álbum feito por humanos no qual realmente acreditamos”, diz o release dela. “Esperamos que descobrir o NightNight seja como ouvir de um amigo sobre algo que ele ama – e não como ser alvo de alguma coisa”.

Um alívio ler esse tipo de coisa hoje, aliás. Abaixo, você confere Total control, single do NightNight. E também ouve uma outra curiosidade, que é a versão absolutamente sombria e fria que o grupo fez para Go your own way, do Fleetwood Mac. O clássico do disco Rumours (1977) vai deixar você sem conseguir dormir.

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Lúcio Maia anuncia novo álbum e lança o instrumental psicodélico “Fetish motel”

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Lúcio Maia. Foto: João Liberato / Divulgação

Com um álbum solo, um EP e alguns singles na discografia – além de trilhas sonoras, colaborações e dois discos usando o codinome Maquinado – Lúcio Maia prepara seu segundo álbum solo, chamado simplesmente Lúcio Maia, prometido para 16 de abril. O primeiro vislumbre é o single instrumental Fetish motel, que mistura funk e psicodelia puxados por sintetizadores e beats, e sai pelo selo Opium em parceria com a ForMusic Records.

Ao fazer Fetish motel, o ex-guitarrista da Nação Zumbi aproximou-se de seu trabalho como trilheiro: ele pensou a faixa quase como uma trilha imaginária para filmes noir dos anos 1960. Algo que fica rondando essa fronteira meio turva entre o real e o imaginado. A guitarra de Lúcio chega a soar como uma cítara, e lá pelas tantas aparecem vocais que lembram música do Oriente Médio. A música vem também com um clipe dirigido por Miwa Shimosakai.

O próprio Lúcio Maia produz a faixa, que ganha mixagem do mais do que lendário Mario Caldato. Além dele, tocam na música Arquétipo Rafa (bateria), Marco Gerez (baixo) e Pedro Regada (synth). O guitarrista já anuncia outro single, Tábua das horas, e apresenta Fetish motel ao vivo num show no SESC Avenida Paulista, dia 14 de março (sábado), às 19h30. As projeções ficam com Miwa Shimosakai e Julia Ro, e a luz com Cris Souto.

Foto: João Liberato / Divulgação

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O mistério do 1+1+1: um “projeto solo” japonês de grunge lo-fi

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O mistério do 1+1+1: um “projeto solo” japonês de grunge lo-fi

Nem no release nem nos créditos de Forest gamp, single mais recente do 1+1+1, você acha nenhum crédito, a não ser “música tocada e apresentada por 1+1+1” – nome de gente, não tem em lugar algum. As informações a respeito de quem toca nas faixas também são: nenhuma.

Sabe-se só que é um projeto musical que começou em Tóquio no fim dos anos 1990 e cujo som é uma espécie de grunge + powerpop bacana e extremamente lo-fi, tocado como se tivesse saído de um estúdio de Seattle em 1992. E que a voz do vocalista range como se ele quisesse imitar Bob Dylan, e não Kurt Cobain. O tipo de som que, se bobear, alguma gravadora grande até lançaria lá pra 1993, ainda que não fizesse sucesso.

Forest gamp (“acampamento da floresta” e um trocadilho pra lá de bizarro em cima do filme Forrest Gump), aliás, tem uma letra que fala sobre crescer no meio de uma “floresta” de amadurecimento – mesmo que a gente nunca consiga alcançar o que queremos (eita, assunto sério).

Até o momento, o 1+1+1 tem apenas um punhado de singles lançados, todos com capinhas desenhadas no melhor estilo “que fofo” – o autor das capas adora desenhar animais, especialmente gatos. Provavelmente é só um projeto de estúdio que não vai sair das quatro paredes, mas deu uma bela instigada.

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