Cultura Pop
“Pink moon”, de Nick Drake, faz aniversário – parabéns!

O POP FANTASMA relembra diariamente alguns discos que estão fazendo aniversário. Os textos serão escritos e postados com total desrespeito ao velho apetite do jornalismo por datas redondas, clássicos indiscutíveis (opa, alguns dos que vamos colocar são clássicos sim) e efemérides de meter medo. Veja (e ouça também!) discos que sopram velinhas em 25 e 26 de fevereiro.
No dia 25 de fevereiro de 1972 saía o último disco de Nick Drake, “Pink moon”…
… e no dia 25 de fevereiro de 1977 o Ultravox! (ainda com um ponto de exclamação ao lado do nome) lançava o primeiro disco em clima glam rock, preparados para cair dentro do punk e dos sons eletrônicos em álbuns posteriores…
https://www.youtube.com/watch?v=dS1Gx9wexcE
… um clássico que saiu em 25 de fevereiro de 1985 foi o segundo disco do Tears For Fears, “Songs from the big chair”…
… Midnight Oil tá vindo aí e, em 25 de fevereiro de 1990 lançava o bom “Blue sky mining”…
… e hoje, dez anos de “Either/Or”, terceiro disco do saudoso Elliott Smith…
… passando para o dia 26 de fevereiro, a coletânea “Hey Jude”, dos Beatles, marcou muitos fãs (trazia vários lados-B bacanas do grupo, inclusive o hit que deu nome ao disco) e saiu em 26 de fevereiro de 1970…
.. 26 de fevereiro de 1974 foi o dia do lançamento de “Lady of the night”, LP de estreia de Donna Summer…
… mexido, remexido e lançado em várias versões, o LP com a trilha sonora de “The great rock and roll swindle”, filme explicando como Malcolm McLaren montou os Sex Pistols (e que, na falta de mais LPs, é considerado um disco dos Sex Pistols) saiu em 26 de fevereiro de 1979
… em 26 de fevereiro de 2002 saía um grande disco da banda americana … And You Will Know Us By The Trail Of Dead, “Source tags and codes”…
https://www.youtube.com/watch?v=2vj92LePMKM
… e um disco que faz dez anos em 26 de fevereiro é o segundo do Kaiser Chiefs, “Yours truly, angry mob”. Parabéns aos discos e aos fãs!
https://www.youtube.com/watch?v=WCJTmsdQibk
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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