Cultura Pop
Quando o Pink Floyd se dividia entre “Atom heart mother” e a estreia solo de Syd Barrett

No dia 11 de dezembro, na nossa série de “várias coisas que você sabia sobre…” (que vai voltar em março), lembramos de um disco que completou 50 anos no ano passado. Nada menos que Atom heart mother, clássico do Pink Floyd – por sinal um disco bastante controverso, cuja importância (e qualidade) são discutidas até hoje por fãs e até por ex-integrantes da banda. Recentemente o baterista Nick Mason relembrou um pouco do repertório do álbum no DVD de sua nova banda, A Saucerful Of Secrets, que volta nas músicas do comecinho do Pink Floyd.
Um detalhe que recordamos no texto é que, enquanto faziam Atom heart mother, os integrantes do grupo se dividiam entre o Pink Floyd e as gravações da estreia solo do ex-líder Syd Barrett. Na época do disco, o grupo ainda era assombrado pelo fantasma de Syd, que tinnha sido o principal compositor da banda, e a quem tinham demitido por causa de seu comportamento errático no palco e no estúdio (causado por excesso de LSD e esquizofrenia).
David Gilmour e Roger Waters estavam entre os que passaram pelo estúdio durante a elaboração do primeiro disco solo de Barrett, The madcap laughs, lançado em 3 de janeiro de 1970. Os dois chegaram a produzir coisas no álbum. Peter Jenner, ex-empresário do Pink Floyd, migrou para a carreira solo de Barrett e cuidou igualmente do disco do guitarrista.
O disco de Barrett trouxe muito da “ética de trabalho” do Pink Floyd naquele período. A banda não costumava descartar músicas e reaproveitava muita coisa – tanto que reaproveitou material da trilha que fez para Zabriskie Point, de Michelangelo Antonioni, em alguns discos seus. Com exceção de uma música gravada em 1968, o material foi todo gravado entre abril e julho de 1969, em meio a instabilidades de Barrett. Aliás, havia quem chamasse nas internas o disco de “interminável”. Gilmour e Waters eram partidários da ideia de usar o disco para fotografar o momento do cantor e não jogar nada fora. “Quisemos explicar o que estava acontecendo”, conta Gilmour.
E, pouco tempo depois que The madcap foi lançado, Barrett já entrava em estúdio de novo para, mais do que gravar, manter-se ativo, com Gilmour no comando. Barrett, o segundo disco, saiu em 14 de novembro daquele ano, com Gilmour e Rick Wright na produção. As bases eram primeiramente gravadas com Syd cantando e tocando violão, e os outros músicos eram acrescentados depois.
O “várias coisas que você já sabia sobre…” retorna em março com novos discos (e outras coisas: shows, grandes nomes, etc).
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Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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