Notícias
Phoenix no Circo Voador em dez itens

Semana passada, abriram as vendas de ingressos para o show da banda francesa Phoenix aqui no Rio, no Circo Voador. Vai rolar dia 25 de janeiro na lona da Lapa. E apesar de termos recebido um e-mail da galera do Queremos! falando disso, esquecemos de escrever sobre. Vão aí dez coisas sobre o show do Phoenix no Rio, com atraso
O SHOW do Phoenix vai abrir a temporada 2018 da plataforma Queremos!, no Circo Voador, e os ingressos já estão à venda desde 1º de dezembro por aqui.
O GRUPO se apresenta também no dia 27 de janeiro em Belo Horizonte (no festival Planeta Brasil) e, em 02 de fevereiro, em Curitiba, na Ópera de Arame.
O PHOENIX completou duas décadas de existência em 2017, e voltou aos palcos após três anos de sumiço. Em 2015, fizeram aparição surpresa no especial A very Murray Christmas, tocando Alone on Christmas Day, dos Beach Boys, com Bill Murray fazendo backing vocals. Sofia Coppola, a diretora do programa, é mulher do cantor Thomas Mars.
O DISCO mais recente, Ti amo, saiu em junho. E traz a banda mais voltada para o som eletrônico. E numa fase mais pop, com (o nome do álbum já entrega) letras mais românticas. Olha só aí J-boy (cujo nome é uma sigla para “just because of you”).
O CLIPE dessa música, aliás, é bem criativo. Traz a banda se apresentando num programa de televisão italiana dos anos 1970. Tudo mentirinha, claro. Direção de Warren Fu e Omer Ganai.
OUTRA sobre J-boy é que ela tem aberto os shows do grupo. Que passam por todos os álbuns do Phoenix, com parada estratégica no clássico Wolfgang Amadeus Phoenix, de 2009 (é o de Lisztomania).
MÚSICAS do primeiro disco, United, de 2000, também aparecem no show, como If I ever feel better e Funky squaredance.
O GRUPO teve 70 shows agendados em 2017 depois do retorno. Um deles, você deve saber, foi em 15 de novembro no festival Popload, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Foi a quinta passagem da banda pelo país.
UM APRESENTAÇÃO inesquecível para os fãs rolou no Planeta Terra, em 2010.
E VALE DIZER que além do Phoenix, o Queremos! já anunciou como atração para 2018 o duo franco-cubano Ibeyi, formado pelas gêmeas Lisa-Kaindé e Naomi Díaz. No dia 1º de fevereiro, elas estarão no Circo Voador.
Lançamentos
Urgente!: Pronto, os 17 singles de Hayley Williams agora formam um álbum

Lembra quando Hayley Williams, há algumas semanas, lançou 17 singles de uma vez só, e o pacote ganhou, dado pelos fãs, o nome de Ego? Pois bem: Hayley decidiu lançar hoje tudo de uma vez no formato álbum, e deu ao disco o nome das melhores músicas do conjunto de faixas lançadas em separado por ela no dia 1º de agosto: Ego death at a bachelorette party. A capa é a foto acima.
Ao número original de faixas, foi acrescentada mais uma, Parachute. Um outro detalhe: no anúncio oficial de lançamento do disco no Instagram, Hayley avisa que o disco terá oficialmente 20 músicas – e que mais duas canções serão adicionadas ao projeto oficial.
O lançamento do disco em formato álbum (ainda sem data definida), bem como a entrada de Parachute, já haviam sido feitos por Hayley há alguns dias. A cantora também disse que a tracklist seria feita por um fã (em seu site oficial havia uma área para os fãs montarem sua própria tracklist, depois trancada). Na verdade nem foi bem assim: o site paramore.com.br revela que “a tracklist escolhida é uma mistura entre algumas playlists de fãs e a playlist de Daniel James, produtor do álbum”.
O disco é o primeiro lançamento de Hayley desde 2023 – em dezembro desse ano, o Paramore, banda da qual ela é vocalista, anunciou o término de seu contrato com a Atlantic. Ego death at a bachelorette party sai pelo selo próprio dela, Post Atlantic (note o nome), com distribuição da Secretly Distribution.
Para quem não ouviu, vale a pena conhecer de novo a ordem das faixas na maneira como Hayley as dispôs – por acaso, a ruidosa Parachute é a 18ª música da pacoteira (confira aí embaixo). Cópias físicas do disco já estão em pré-venda e chegam “a todos os lugares” (ela que garante) no dia 17 de novembro.
(e a gente resenhou as músicas novas de Hayley aqui).
Ver essa foto no Instagram
Aliás, Parachute já tem um visualizer. Confira aí.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Reprodução
Lançamentos
Radar: Carlos Dafé, Pélico, A Olívia, Cholópoles, Anacrônicos – e mais!

O Radar nacional de hoje começa com um lançamento mais do que aguardado – o produtor norte-americano Adrian Young está preparando disco com ninguém menos que o príncipe do soul nacional, Carlos Dafé, e já tem single rolando. Novidades de Pélico (com Ronaldo Bastos como parceiro!), Anacrônicos, A Olívia e outros nomes completam a série. Monte sua playlist!
Texto: Ricardo Schott – Foto
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CARLOS DAFÉ E ADRIAN YOUNGE, “VERDADEIRO SENTIMENTO”. Após fazer gravações com Marcos Valle, Hyldon e até um excelente disco solo, Something about april III, o músico norte-americano Adrian Younge, se bobear, estava ouvindo de todo o mundo: “E aí, quando é que você vai fazer um disco com Carlos Dafé?”. Pois bem: o gênio do samba-soul (e “príncipe do soul”) Dafé acaba de soltar, ao lado de Younge, a poética Verdadeiro sentimento – cuja letra foi feita por ele nos Estados Unidos num momento de saudade da esposa, Marilda Barcelos (filha de Elza Soares). E não só isso: outros dois singles, Bloco da harmonia e Amor enfeitiçado, estão por aí. Carlos Dafé JID025, o disco que une a dupla Dafé-Younge, sai dia 17 de outubro.
PÉLICO, feat RONALDO BASTOS, “INFINITO BLUE”. No dia 26 de setembro sai A universa me sorriu – Minhas canções com Ronaldo Bastos, disco novo de Pélico, feito apenas de parcerias com o letrista niteroiense, revelado pelo Clube da Esquina (e cujo histórico inclui parcerias com artistas dos mais variados estilos e procedências). Anote aí que você vai se apaixonar por Infinito blue, single do álbum – canção feita a partir de uma melodia que Pélico havia feito há muito tempo, mas que ainda estava em busca de uma letra que combinasse. Com Ronaldo na parada, mais do que combinou. “Ele fez uma letra incrível, bem imagética, criando um clima mágico para canção”, diz Pélico.
A OLÍVIA, “IDEIA MALUCA”. Aproveitando sua primeira turnê fora do Brasil, a banda paulistana decidiu gravar o clipe de uma das faixas de seu disco Obrigado por perguntar em Buenos Aires. A faixa, ligada ao punk-pop, vira clipe no momento em que o grupo lança o disco mais acessível de sua história. O vídeo foca na arte de rua, nos museus, nas paisagens inusitadas e nos personagens da cultura pop que unem o universo latino americano.
CHOLÓPOLES, “LETRAS DE PROTESTO”. Essa banda de São Paulo acaba de lançar o EP Letras de protesto, unindo rock pauleira anos 1970, punk lascado e pós-punk a la Titãs, com vocais fortes. A faixa-título impõe peso e agilidade a uma historia que envolve excesso de informação, banalização, desinteresse e memória seletiva. “Quem não conhece a própria história / tá condenado a repeti-la / e repetir é andar pra trás”, cantam, dizendo também que músicas de protesto fazem bem, “porque o dia a dia é duro”.
ANACRÔNICOS feat KATIA JORGENSEN, “TEMPLO GALAXIAL”. A banda formada por Mauricio Hildebrandt (voz e guitarra), Bernardo Palmeiro (guitarra e voz), José Sepúlveda (baixo e voz) e Pedro Serra (bateria) vai lançar seu segundo EP em breve. Após adiantar o disco com Febre amarela, convidam Katia para dividir esse mistura de hard rock, gospel, samba e rap, com fundamentos espaciais. “Para aqueles que buscam as respostas para as grandes perguntas nos recantos mais distantes da galáxia e desejam navegar para além, o Templo oferece um astrolábio do amor a todos os destemidos que se atreverem a embarcar nessa jornada sem volta”, avisa a banda.
FILARMÔNICA DE PASÁRGADA, feat NÁ OZZETTI, “LADEIRA DA MEMÓRIA”. Aproveitando o logotipo do Lira Paulistana na capa, essa banda decidiu fazer uma homenagem à Vanguarda Paulistana no EP Rua Teodoro Sampaio, 1091 – por acaso, o título é o endereço do teatro do Lira. Ladeira (de Zécarlos Ribeiro) é uma música do grupo Rumo, e narra uma cena do dia a dia de São Paulo, com sua fauna urbana e seus moradores “vagando pelas ruas sem profissão, namorando as vitrines da cidade”. Às mumunhas orquestrais do grupo somou-se a entrada de Ná Ozzetti, integrante do Rumo.
JULIETA SOCIAL, “FOME”. “Me apoio muito nas conversas que temos no grupo para escrever, e essa letra carrega dores que sinto e que vejo muitos da nossa geração sentindo”, diz Rafael Bastos, cantor da banda paulista Julieta Social e um dos autores de Fome, novo single do grupo. Inspirada diretamente em Arctic Monkeys e numa mescla que vai de Zé Ramalho a sons do afropop, a nova música é definida por Rubens Adati (guitarrista) como “quase um beat tocado por banda” – o que é explicitado pelos corais hipnotizantes, pelo eco nas guitarras e pela combinação de baixo e bateria.
SUPERVÃO, “TUDO CERTO PARA DAR ERRADO – AO VIVO”. A banda gaúcha prepara uma session ao vivo para lançamento nas plataformas e já libera o primeiro single: Tudo certo para dar errado – ao vivo está no EP AVGN na Rádio Agulha, gravado em uma sessão nos túneis subterrâneos de Porto Alegre, debaixo da chaminé do Shopping Total, onde hoje funciona a Rádio Agulha. O Supervão reparou que essa música faz bastante sucesso com os fãs e é a mais ouvida nas plataformas, daí começar a divulgação por ela. E AVGN na Rádio Agulha, você deve imaginar, recauchuta o repertório do álbum mais recente da banda, Amores e vícios da geração nostalgia.
ANTONIO DA ROSA, “MUNDO DE AMOR”. Antonio decidiu, em seu novo clipe, falar de amor – mas não na onda do “ela me deixou, estou triste”, e sim com mensagens de esperança para quem se desiludiu com o amor. “É como se o eu-lírico Antônio canção fosse o próprio amor ou a vida em si”, conta ele. Mundo de amor migra para o universo do pop sem medo de ser feliz, com metais, batida dançante e refrão fácil de decorar.
ASTERISMA, “PROCEDURAL (AUTOMÁTICO)”. “Procedural” é um termo usado no universo das séries e define seriados como Friends, em que os episódios são histórias com começo, meio e fim, sem continuidade – na real, é algo que segue uma sequência de passos ou um método definido para alcançar um resultado. É também o nome escolhido pela banda gaúcha Asterisma para batizar seu novo single, que conta uma historinha de brigas internas e dúvidas em meio a guitarras pesadas e referências de shoegaze e emo.
Lançamentos
Radar: The Cribs, She’s In Parties, David Byrne, Superstar Crush, Origami Ghosts – e mais

O Radar do Pop Fantasma vai dar uma desaceleradinha nas próximas semanas e volta logo logo ao normal – tempo suficiente para a gente encarar uns trampos fora do site (é, eles existem) e encerrar coisas. Daí tem música que tá saindo meio atrasada por aqui, uns sons que já estavam no nosso arquivo e algumas outras novidades. E hoje tem Radar internacional, abrindo com The Cribs e seu som novo – e a primeira faixa depois de cinco anos. Ouça tudo no volume máximo.
Texto: Ricardo Schott – Foto (The Cribs): Steve Gullick/Divulgação
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THE CRIBS, “SUMMER SEIZURES”. Dentre as bandas indies que despontaram para a fama no começo do século 21, aposto que você, quando foi enumerá-las, esqueceu-se de uma: os britânicos do The Cribs, grupo formado por três irmãos Jarman (Ryan, Gary e Ross) – e importante a ponto de ter contado com o ex-smith Johnny Marr no posto de guitarrista entre 2008 e 2011. O grupo se prepara para lançar seu primeiro álbum em seis anos, Selling a vibe, dia 9 de janeiro, e adianta o trabalho com a bela melodia e os vocais bem construídos do single Summer seizures.
Ryan diz que a música surgiu quando ele estava na cozinha de seu apartamento em Nova York e sentiu que o verão estava começando. “Todos os grandes eventos da minha vida parecem ter acontecido no verão – os bons e os ruins. Quando pude sentir que tudo voltava, foi uma forma de marcar o tempo, olhar para onde estou agora e tentar conectar tudo. É uma música sobre amor, tragédia e aprender a conviver consigo mesmo, tudo ambientado no verão em Nova York”, contou.
SHE’S IN PARTIES, “SAME OLD STORY”. She’s in parties é o nome de uma música do Bauhaus – mas o som dessa banda britânica tá mais próximo do rock alternativo dos anos 1990, turbinado com guitarras altas, do que do som gótico. A cantora e guitarrista irlandesa Katie Dillon imprime um clima que lembra o lado franco e doce do rock-de-guitarras da época, com direito a versos confessionais sobre os descaminhos da vida no single novo, Same old story. O próximo EP do quarteto, Are you dreaming?, sai dia 7 de novembro.
DAVID BYRNE, “THE AVANT GARDE”. Dia 5 de setembro sai o novo de Byrne, Who is the sky?, que está sendo desenhado na cara dos/das fãs, com singles e clipes. The avant garde, música nova, fala do que muita gente chama de “arte pela arte”. Ou seja: erudições e experimentações que rompem com todos os padrões possíveis, mas não conseguem chegar a um público muito grande. Um risco, claro, corrido por ele desde a época dos Talking Heads. “Não há garantia de que vá alcançar o que se propõe, mas quando isso acontece, as recompensas emocionais e intelectuais valem a pena. Esse é o risco que se corre ao criar algo novo e fora do convencional”, diz.
SUPERSTAR CRUSH, “THEY KEEP CALLING”. Essa banda canadense de pop barroco faz de seu novo single um encontro entre dream pop e psicodelia. They keep calling abre como folk psicodélico, com vocal tremido, à maneira de Lullaby to Tim, dos Hollies. Torna-se depois um som sonhador, que une modernidades às influências de pop sessentista. Está no disco novo do grupo, Way too much.
ORIGAMI GHOSTS, “VIRTUAL REALITY BOY”. Essa inventiva banda de Los Angeles fala sobre um universo onde pessoas são quase tamagochis (lembra disso?) em seu single novo. O som é uma mistura bem feita de David Bowie, T. Rex e folk doidão. Faz parte do álbum A fine time to talk about nothing, o novo dessa banda indie. “E se eu não pudesse sair deste mundo virtual? Como um cenário tipo Willy Wonka. Eu comeria doces a vida toda? Como uma situação de ‘cuidado com o que deseja’?”, diz JP Scesniak , cantor, guitarrista e tecladista.
14 FLAMINGOS, “THE DUKE”. Esse quinteto do Canadá é assumidamente inspirado em Talking Heads, Lou Reed, Tom Waits, e nos textos de Hunter S. Thompson – ou seja, é música marginal e criativa das boas. The duke, single novo, é um pós-punk com guitarrra de blues, andamento funkeado, vocal grave numa onda Iggy Pop. O grupo tem um trompetista, então espere algo próximo do clima de fanfarra no som.
ANNE BENNETT, “ELECTRIC SIN”. Essa cantora nasceu e se criou em Salem, Massachussets – aquela cidade conhecida pelas bruxas locais. Isso acabou inspirando suas músicas e também a jornada de resistência e de vulnerabilidade que ela põe em suas letras, e em seu vocal delicado. Electric sin tem algo de darkwave na instrumentação eletrônica, sombria e minimalista – mas tem vocais que lembram a placidez do soft rock.
EV. G, “WAY WE REMEMBER”. Músico experimental do Canadá, Ev mexe com temas como experimentação e desorientação em seu novo single – o tipo da música feita para desafiar ouvidos, com referências de rap e dream pop. Tanto ele quanto o produtor e parceiro Brock Geiger lembram que na demo, já era uma música bastante etérea – que funcionava como uma paleta musical para a composição da faixa. Já o clipe traz imagens pra lá de surreais clicadas nas montanhas.
SORRY, “ECHOES”. Dia 7 de novembro sai o novo álbum do Sorry, Cosplay, pela Domino. O conceito do álbum é que qualquer pessoa, hoje em dia, pode ser qualquer um – um tema bem louco, mas que parece filtrado pelas IAs da vida, e pelo universo virtual no qual muita gente vive imersa 24 horas por dia. Já o single Echoes parte de uma historinha bem louca e filosófica: um poema sobre a história de um menino que grita “eco” dentro de um túnel, esperando pela resposta – com isso, a banda criou uma música sobre se perder no amor. O som é pós-punk com emanações de Talking Heads e Velvet Underground. E já tem clipe.
BURN KIT, “LOOKING THROUGH THE WINDOW AT YOU”. Pós-punk sinistro (e põe sinistro nisso), com ligeiras tendências a se tornar viajante e pesado. Essa banda de Boston acaba de lançar esse single, cujo clipe é tão sombrio tanto a música, envolvendo um assassinato, uma ocultação de cadáver e uma investigação. “A música confronta a sempre conhecida porta trancada que existe dentro de todas as mentes humanas. O fato de que ninguém se conhece verdadeiramente. Sempre há coisas em que pensamos, coisas que não dizemos e aparências que mantemos em meio à automação da vida cotidiana moderna”, diz Valentino Valpa, cantor da banda.
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