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Cultura Pop

Paul McCartney resenhando Jimi Hendrix para a “Melody Maker”

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Paul McCartney resenhando Jimi Hendrix para a "Melody Maker"

As ligações entre Jimi Hendrix e Beatles ficaram bastante claras em 1967. Paul McCartney e Ringo Starr assistiram Hendrix em 11 de janeiro daquele ano no clube Bag O’Nails, em Londres, e curtiram bastante o som. E, mais ou menos na época em que os Beatles gravaram o clássico Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band, a revista Melody Maker pediu para o beatle Paul dar um tempo nos trabalhos e escrever uma resenha para o single recém-gravado de Hendrix, Purple haze.

Purple seria lançado só em março, e Paul recebeu o disco em fevereiro. A resenha de Paul, na verdade, fazia parte de uma seção da Melody Maker chamada Blind date, em que um artista era convidado para escutar músicas recém-lançadas, adivinhar quem estava cantando ou tocando e dar sua opinião. Aqui no Brasil a gente teve algo parecido na Bizz, nos anos 1980 e 1990, com a seção Cabra cega.

“Deve ser Jimi Hendrix” , afirmou Paul McCartney. “Então, Jimi enlouquece e soa melhor por isso! Está surgindo em todo lugar, você sabe. Eu pensei que seria uma daquelas coisas que as pessoas podem manter em segredo, mas o som dele está se espalhando por todo o lado. Você não pode parar. Viva. Esta é uma boa gravação, também”.

“Realmente não sei se é tão comercial quanto Hey Joe ou Stone free. Aposto que é. Provavelmente será. Fingers Hendrix, um ás absoluto na guitarra”, continuou Paul.

Paul também recebeu para escutar lançamentos de Lee Dorsey, Dusty Springfield, The Lovin ‘Spoonful, Alan Price, The Action, The Byrds, Gene Pitney, Paul & Bary Ryan, The Small Faces e The Move. O site Rockbackpages libera de graça um trechinho da resenha de Lee Dorsey.

“Está na mesma linha e será um sucesso. Às vezes me pergunto se ele pode continuar gravando tudo isso. Pode ser perigoso. Ainda acho que ele provavelmente pode fazer mais alguns, porque não há mais ninguém fazendo isso – ele é o único. Isso simplesmente não importa. Lembre-se, ele fará mais sucesso se ele fizer outros cinco singles assim. Isso é bom o suficiente”, escreveu o beatle sobre Dorsey. Paul, por sinal, em certo momento seria chamado para integrar um trio com Hendrix e ninguém menos que Miles Davis, mas acabou recusando o convite.

Via Far Out Magazine

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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