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Olivia Rodrigo cita The Cure em música nova. E Charli XCX diz que o negócio agora é rock (!)

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Olivia Rodrigo cita The Cure em música nova. E Charli XCX diz que o negócio agora é rock (!)

Já saíram o single e o clipe de Drop dead, primeiro single do terceiro álbum de estúdio de Olivia Rodrigo, You seem pretty sad for a girl so in love, previsto para sair no dia 12 de junho pela Geffen Records. A capa do disco já tinha sido revelada (e foi tida por alguns fãs e não-fãs como plágio de uma foto conhecida da cantora MIA, publicada pelo New York Times em 2010).

O clipe que acompanha a música, dirigido por Petra Collins, foi gravado no Palácio de Versalhes, em Paris. Olivia percorre os salões históricos carregando um violão rosa e usando fones de ouvido também na mesma cor.

Agora, um detalhe é que Drop dead, produzida por Dan Nigro e composta por Olivia, Dan e Amy Allen, cita na letra nada menos que Just like heaven, aquele super hit do The Cure – o que é mais um reforço na amizade e na parceria de Olivia com Robert Smith, vocalista do grupo. O cantor revelou recentemente à Vogue britânica que ele e Olivia Rodrigo passaram um tempo gravando juntos.

Será que vem uma colaboração aí? Bom, durante o show dela no Festival de Glastonbury, Smith subiu ao palco com Olivia para cantar dois hits do Cure (Friday I’m in love e Just like heaven) e foi apresentada por ela como “talvez o maior compositor surgido na Inglaterra” e “um herói pessoal meu”. E ele conta que “ela me liga bastante para falar sobre roupas e moda – e tivemos algumas noites memoráveis ​​juntos no estúdio. Mal posso esperar para ouvir o que ela fará em seguida!”

A Vogue britânica, aliás, descreveu o próximo álbum como o “mais experimental” dela até agora – Olivia diz que o disco tem canções de amor tristes (“percebi que todas as minhas canções de amor românticas favoritas eram lindas porque tinham um toque de medo ou saudade”, explica). Mas conta que muito de You seem preetty sad… veio das experiências legais que viveu em Londres, e que dessa vez ela se desafiou a fazer as músicas numa onda de alegria. “Quando você está se sentindo conectado com alguém ou se sentindo muito bem, você não fica pensando em poemas agridoces!”, contou.

***

Por acaso, depois de estrear no cinema e de fazer uma trilha pop e introspectiva para o filme O morro dos ventos uivantes, Charli XCX avisa que seu próximo disco vai ser bem diferente do hyperpop Brat. Num papo com a mesma Vogue, ela tocou uma música inédita cheia de riffs de guitarra, e disse que “acho que a pista de dança está morta, então agora estamos fazendo rock”.

O disco que está vindo aí surgiu de uma temporada em Paris (“sabíamos que seria um período muito agitado e intenso, e gostamos de criar nesse tipo de atmosfera”) e da ideia de não se repetir. “Se eu tivesse feito outro álbum com uma pegada mais dançante, teria sido muito difícil, muito triste. O que me interessa é expandir as possibilidades da minha perspectiva sobre isso”, contou.

Os produtores AG Cook, Finn Keane e George Daniel já descreveram o próximo álbum como “anti-Brat“, e Charli disse que explorou “muita coisa com cordas”, além dos elementos de rock. O site Dork, por acaso, relembrou que Charli, entre 2013 e 2014, foi pra Suécia gravar um disco de punk rock com o produtor Patrick Berger, que acabou arquivado. Vai que sai agora…

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Late Again transforma o caos cotidiano em pop psicodélico, em “Crazy or stupid”

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Late Again (Foto: Henrique Barreto / Divulgação)

Vizinhos gritando na rua, contas esquecidas, teorias estranhas e gente que parece ter perdido a inteligência de uma hora para a outra. Tudo isso causa irritação em qualquer ser humano, mas serviu de matéria-prima para Rafael Melo escrever Crazy or stupid, música nova de seu projeto Late Again. Um pop levemente psicodélico e nada levemente oitentista, e cuja melodia chega a ser rondada pelo fantasma de Eyes without a face, de Billy Idol.

Com visualizer assinado por Gabriel Rolim (Rollinos), a faixa nova do Late Again parte do princípio de que “todo mundo é louco, estúpido ou louco e estúpido”, e usa personagens para explicar a frase – são “representantes de uma sociedade cada vez mais confusa, hiperconectada e incapaz de distinguir informação, entretenimento e delírio”, como explica o texto de lançamento. “Por trás da ironia e de um elenco excêntrico de personagens, a canção mergulha em uma realidade sombria, tornada mais palatável pela leveza ensolarada de sua sonoridade e pela melodia mais contagiante do EP”, explica Rafael, artista multimídia brasileiro radicado no Brooklyn.

Rafael diz também ter evitado qualquer tipo de cinismo ao escrever a letra – prefere observar tudo com uma mistura de humor, perplexidade e identificação, dizendo que desse jogo ninguém está de fora. A faixa, com referências que vão de Mac DeMarco e Men I Trust a Caetano Veloso e Ryuichi Sakamoto, adianta o EP I dreamt I was awake, previsto para setembro.

Foto: Henrique Barreto / Divulgação

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Jungle lança “Someday, somewhere” e mantém clima ensolarado do novo disco

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Jungle - Foto: Mason Rose / Divulgação

Com show agendado para 30 de março de 2027 em São Paulo, o trio britânico de música eletrônica e neo-soul Jungle segue firme no adiantamento de seu próximo álbum, Sunshine, que chega no dia 14 de agosto. Já saíram os singles Carry on e The wave, e chega agora às plataformas Someday somewhere, uma música tão dançante quanto sonhadora, e com o mesmo clima quase derretido, escapista, dos singles anteriores.

Someday, somewhere é sobre se agarrar àquele sentimento de que algo melhor está por vir. Tem aquele otimismo de fim de verão do Jungle, um pouco de saudade, um pouco de fuga, e espero que seja algo em que as pessoas possam se perder”, conta a banda, agora oficialmente formada por J Lloyd, Tom McFarland e Lydia Kitto. A faixa já havia sido apresentada durante um recente set surpresa de DJ de Tom McFarland no Bus Palladium, em Paris.

Os ingressos para o show do Jungle no Brasil ainda estão à venda. Veja como comprar aqui.

Abaixo, você confere Someday, somewhere, a capa de Sunshine e a lista de faixas.

Foto: Mason Rose / Divulgação

Capa do álbum Sunshine, do Jungle

LISTA DE FAIXAS:
1. Come back to me
2. Sunshine
3. Where are you now?
4. Move like you do
5. Romeo II ft Bas
6. Carry on
7. The wave
8. Someday, somewhere
9. Natural
10. Reflection
12. Heavy on my soul

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Echo and The Bunnymen fala de Bruxelas “assombrada” em novo single

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Echo and The Bunnymen fala de Bruxelas "assombrada" em novo single

Prepare seu coração: o Echo and The Bunnymen tá de volta. A banda anunciou o disco Apples for Isaac, seu décimo-terceiro álbum, e já lançou o primeiro single, Brussels is haunted. Na letra, a banda fala da vida de personagens que passaram pela cidade belga.

Nomes como o cantor oitentista Bert Bertrand e lugares como o clube The Classic são citados na faixa – e a impressão é a de que o “assombrada” vem de fantasmagorias pessoais de Ian McCulloch, cantor e letrista da banda. A melodia, por sua vez, tem muito da sonoridade mais aberta e menos exuberante do disco Echo and The Bunnymen, o último com o falecido baterista Pete de Freitas (1987).

Apples for Isaac foi produzido pelo vocalista Ian McCulloch, que também ficou responsável pela mixagem, juntamente com Alan Moulder e Andrea Wright. Levado adiante hoje em dia por Ian e pelo guitarrista Will Sargeant, o Echo contou também com o serviços de um outro baterista já “ido”: Clem Burke, do Blondie, morto em abril do ano passado, toca em dez das onze músicas.

“O poderoso e lendário Clem Burke — amigo de longa data do Mac — foi fundamental para a criação do álbum e, infelizmente, faleceu durante sua finalização… Te amamos, Clem X””., comentou a banda.

Apples for Isaac sucede Meteorites, de 2014, e a coletânea The stars, the oceans & the moon, lançada em 2018. Num papo com a Mojo, recentemente, Ian falou sobre o intervalo de mais de dez anos entre os dois discos. “O que nos atrasou? Acho que a Covid teve algo a ver com isso”, disse ele. “Mas eu também queria, liricamente, que tudo fizesse sentido — ou que fosse enigmaticamente importante. O que é uma baita frase”.

McCulloch acrescentou que “mais do que qualquer outro disco que eu me lembre, ele (Apples for Isaac) está soando exatamente como eu o imaginava. Eu simplesmente disse (pra mim mesmo): cante como você quer se ouvir”.

E tá aí o clipe de Brussels is haunted. Mais embaixo, a capa de Apples e a lista de faixas. Apples for Isaac será lançado em 18 de setembro pela BMG.

Capa do álbum Apples For Isaac, do Echo and The Bunnymen

LISTA DE FAIXAS
01. Take me by the hand
02. Can’t be sold
03. Brussels is haunted
04. I’ll be your sunshine
05. Hijacked
06. The honey
07. Unstoppable force
08. The light that surrounds you
09. Lab rats ran
10. Asimov
11. We prayed in the dark

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