Connect with us

Urgente

Ama odiar o Nickelback? Prepare-se, eles estão de volta

Published

on

Foto: Lindsay Siu / Divulgação

Sabe aquela banda que vários roqueiros ao redor do mundo amam odiar, o Nickelback? Marcou a vida de muita gente, teve sua história recentemente recordada num documentário (Hate to love: Nickelback) e está com disco novo na agulha. Everything under the sun sai 30 de outubro de 2026, via Virgin Music Group, e acaba de ser adiantado por mais um single, Rattle the cage, com participação de John 5 na guitarra. Um som pesado e ágil na linha de Too bad, que foi um dos primeiros sucessos que o grupo teve no Brasil, no começo dos anos 2000.

“Este álbum tem todos os lados da banda nele”, diz Chad Kroeger, vocalista e guitarrista da banda canadense. “Existem músicas que batem tão forte quanto qualquer coisa que já fizemos, músicas que assumem riscos e músicas que nos lembram por que estamos fazendo isso juntos há tanto tempo. Rattle the cage pareceu a maneira perfeita de chutar a porta aberta – tem a energia da qual temos nos alimentado todas as noites no palco, e mal podemos esperar para que as pessoas a ouçam”.

Em março, já havia saído Bones for the crows, feita para a trilha do game Dungeon Hunter, e que também vai estar em Everything under the sun. Abaixo, você confere as duas faixas, a capa de Everything e a lista de faixas do disco.

Foto: Lindsay Siu / Divulgação

Capa do álbum Everything Under The Sun, do Nickelback

LISTA DE FAIXAS:
01. Rattle the cage (feat. John 5)
02. Bones for the crows
03. I already know
04. Leave me behind
05. If I don’t go
06. Make me love you
07. Chasin’ famous
08. Simple song
09. Technicolor steamboat
10. Lift somebody up
11. Bottled dreams
12. Last night was fun

Continue Reading

Urgente

Os Alquimistas e akaStefani lembram romances punks em “Tu”

Published

on

Os Alquimistas e akaStefani lembram romances punks em “Tu”

RESUMO: Em Tu, o trio sul-mato-grossense Os Alquimistas mistura punk e garage rock para contar uma história de amor e noites intermináveis, ao lado de akaStefani. A faixa antecipa seu primeiro álbum, previsto para 2026.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

  • Quer receber nossas descobertas musicais direto no e-mail? Assine a newsletter do Pop Fantasma e não perca nada.

Um romance entre dois punks que se conheceram no colégio, noites que parecem não acabar e aquela impressão de que o relacionamento está por um fio. Pode ser uma história só ou várias lembranças misturadas. É mais ou menos por aí que vai Tu, single dos Alquimistas, trio de Campo Grande (MS) que prepara seu primeiro álbum completo depois de mais de uma década de atividade.

A música foi composta por Bo Loro, integrante da banda, e akaStefani, artista e produtora musical que ele conhece desde os tempos da cena punk de Campo Grande, e que passou por bandas como Duo Chipa e Manobra Feroz. As guitarras ficaram a cargo do cearense Edson Van Gogh, músico que já trabalhou com Cidadão Instigado, Jonnata Doll e os Garotos Solventes e Lirinha.

Em Tu, Os Alquimistas mostram seu lado mais ligado ao punk e ao rock de garagem, com referências que incluem Ramones, Johnny Thunders & The Heartbreakers e Fidlar. A gravação ainda tem uma curiosidade: um sino de verdade, que estava no Estúdio 45, onde o disco foi registrado, acabou entrando na música.

O título faz referência a uma composição de Edson Vander, artista admirado por Bo Loro. Lançada em 18 de setembro, a faixa antecipa o álbum homônimo do grupo, que reúne influências de psicodelia, punk, garagem e música brasileira, incluindo referências sul-mato-grossenses.

Formado em 2013 por Leotta, Perim e Bo Loro, o trio lançou em 2019 o EP Cidade pequena, que recebeu uma indicação ao Prêmio Dynamite de Música Independente na categoria Revelação. A banda também já passou por festivais como Grito do Rock, Campão Cultural e Som da Concha, além de ter feito shows no Rio e em São Paulo.

O primeiro álbum dos Alquimistas foi gravado com a colaboração do produtor Anderson Rocha, que já havia trabalhado com a banda no EP de estreia. O disco tem lançamento previsto para 2026 e contará com edição em vinil, atualmente em fabricação em São Paulo.

  • Gostou do texto? Seu apoio mantém o Pop Fantasma funcionando todo dia. Apoie aqui.
  • E se ainda não assinou, dá tempo: assine a newsletter e receba nossos posts direto no e-mail.

Continue Reading

Urgente

Wagner Almeida troca carreira solo pelo slowcore do Sempre Te Falam

Published

on

Wagner Almeida (Sempre Te Falam): Foto: Cauã Medeiros / Divulgação

RESUMO: O mineiro Wagner Almeida estreia o Sempre Te Falam com uma session de quatro faixas que misturam slowcore, post-rock e ruídos intimistas. O projeto terá lançamentos exclusivos no Bandcamp e YouTube.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Cauã Medeiros / Divulgação

  • Quer receber nossas descobertas musicais direto no e-mail? Assine a newsletter do Pop Fantasma e não perca nada.

O músico mineiro Wagner Almeida já havia aparecido aqui no Pop Fantasma com o álbum solo Com cuidado (2023) – um passeio pelas possibilidades não apenas de estilos como shoegaze e guitar rock, mas também pelas vibes herdadas de bandas como Smashing Pumpkins. Agora, ele decidiu encerrar sua carreira solo e recomeçar com o projeto Sempre Te Falam – uma fase nova em que Wagner mantém uma onda narrativo, lo-fi e intimista, mas aposta agora em sonoridades mais intensas, que passeiam por estilos ruidosos e introspectivos como slowcore e pelo post-rock.

Uma boa mostra disso está na session Sempre Te Falam – Ao vivo no Estúdio Central, realizada no estúdio mineiro em 30 de maio. Wagner (guitarra e voz), Mateus Gregs (guitarra), João Carvalho (baixo), Fábio de Carvalho (sintetizador) e João Pedro Fernandes (bateria) dedicam-se a quatro faixas intensas e fechadas, algumas com diferentes segmentos e andamentos. As letras apontam para incertezas da vida.

As faixas iniciais do projeto são Kaury Seymour, Novaclean, Tão normal e Sota-capitão. O próprio Wagner editou o vídeo, que foca numa captação de imagens bem próxima do experimental e do marginal. Um detalhe: Wagner está interessado em maneiras novas de disponibilizar seu material, e as músicas do Sempre Te Falam sairão exclusivamente em seu Bandcamp e seu YouTube.

  • Gostou do texto? Seu apoio mantém o Pop Fantasma funcionando todo dia. Apoie aqui.
  • E se ainda não assinou, dá tempo: assine a newsletter e receba nossos posts direto no e-mail.

Continue Reading

Urgente

Tem robô aí! Raye enfrenta 1,8 milhão de inscrições para show de 5 mil lugares (!)

Published

on

Tem robô aí! Raye enfrenta 1,8 milhão de inscrições para show de 5 mil lugares (!)

RESUMO: Raye tenta separar fãs reais de cambistas e bots após receber 1,8 milhão de inscrições para um show de 5 mil lugares. O caso lembra a polêmica dos supostos fãs artificiais do Geese.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Reprodução

  • Quer receber nossas descobertas musicais direto no e-mail? Assine a newsletter do Pop Fantasma e não perca nada.

A cantora pop Raye virou uma história de sucesso daquelas que dão até gosto de acompanhar. Depois de brigar com sua antiga gravadora porque não conseguia lançar um álbum, a cantora britânica resolveu seguir por conta própria, estourou nas paradas, ganhou seis Brit Awards numa noite só e virou uma das grandes estrelas do pop atual. Agora, está descobrindo um dos lados mais irritantes dessa popularidade: tentar vender ingressos para fãs de verdade num mundo cheio de cambistas e robôs.

A confusão começou com o anúncio de This symphony may contain hope, apresentação especial marcada para 23 de outubro no Royal Albert Hall, em Londres – e que faz parte do ciclo de divulgação do disco This music may contain hope (resenhado aqui). São apenas 5 mil ingressos disponíveis. O problema? Mais de 1,8 milhão de pessoas se inscreveram para tentar comprar uma entrada. Sim, você leu certo.

Raye, cujo nome verdadeiro é Rachel Keen, contou nesta terça (13) que ela e sua equipe estão precisando analisar manualmente as inscrições para tentar separar os fãs reais dos cambistas e das contas automatizadas. A ideia era justamente evitar uma pré-venda tradicional, que poderia facilitar a vida de quem compra ingressos aos montes para revendê-los por preços absurdos.

“É um mundo novo em que estamos vivendo. Nunca tinha visto robôs nessa escala”, escreveu a cantora no Instagram (via The Independent). “Não sei o que o futuro reserva para a venda de ingressos, mas sei que essa experiência abriu muito meus olhos.”

Ela também prometeu discutir novas maneiras de lidar com o problema. “Eu e minha equipe vamos pensar muito seriamente no que podemos fazer no futuro”.

Os fãs selecionados receberão por e-mail um link e um código para participar da pré-venda. Se sobrarem ingressos, eles serão oferecidos ao público em geral. A preocupação de Raye é que as entradas cheguem às mãos de quem realmente pretende assistir ao show, pagando o preço original.

E olha que o sucesso dela não veio exatamente de bandeja. Depois de anos enfrentando dificuldades com sua gravadora, a cantora rompeu o contrato e lançou My 21st century blues em 2023. O disco chegou ao segundo lugar da parada britânica, entrou na lista do Mercury Prize e rendeu seis troféus no Brit Awards de 2024, incluindo o de álbum do ano.

De lá para cá, Raye emplacou mais um número um com Where is my husband!, depois do sucesso de Escapism, e foi atração principal dos festivais Reading e Leeds. Seu segundo álbum, This music may contain hope, mistura soul, blues, jazz, R&B, hip-hop e pop, com 17 faixas que falam de desilusões amorosas, autoestima e esperança, num clima de filme musical das antigas. É esse repertório que vai aparecer no Royal Albert Hall.

Aliás, a história de Raye lembra outra discussão recente, só que com uma diferença importante. No caso da cantora, os robôs são suspeitos de atrapalhar a venda de ingressos. Já o Geese, banda estadunidense que virou uma das grandes sensações do indie rock, precisou responder a suspeitas de que contas artificiais estariam ajudando a fabricar sua popularidade.

A confusão envolveu a Chaotic Good, empresa de marketing digital que trabalhou em campanhas para o Geese e para a carreira solo do vocalista Cameron Winter. A companhia utilizava redes de perfis e publicações no TikTok para aumentar a circulação de conteúdos musicais. Quando a história veio à tona, começaram as perguntas sobre quantos daqueles fãs eram reais.

Em entrevista à Rolling Stone, Winter resolveu brincar com a situação. “Parecia uma explicação razoável. A gente ficou tipo: ‘Meu Deus, tudo isso é falso’. Estávamos em pânico. Aí fomos até nossa gravadora por e-mail e perguntamos: ‘Há quanto tempo todos os nossos fãs são falsos, seus filhos da puta?’”

Segundo o cantor, a explicação recebida foi que a Chaotic Good havia sido contratada para divulgar vídeos de shows, e não para criar comentários ou fãs falsos. “Eram posts de baixa qualidade no TikTok, usados para impulsionar o algoritmo. Eles nos mostraram alguns exemplos, e isso me fez sentir melhor porque eram muito ruins”, contou. Já o baixista Dominic DiGesu foi ainda mais direto: “Venham ao show e me digam quantos bots vocês viram”.

  • Gostou do texto? Seu apoio mantém o Pop Fantasma funcionando todo dia. Apoie aqui.
  • E se ainda não assinou, dá tempo: assine a newsletter e receba nossos posts direto no e-mail.
Continue Reading

Acompanhe pos RSS