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Cultura Pop

O macarrão anteriormente conhecido como Prince

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O macarrão anteriormente conhecido como Prince

O título acima é brincadeira. A empresa Prince Pasta, que sobrevive no mercado americano desde os anos 1912 produzindo macarrão, aparentemente vai bem até hoje, obrigado. E não consta que tenha mudado de nome. Mas em 1985 ela incomodou nada menos que o astro pop Prince. E justamente numa época em que o cantor não saía das paradas de sucesso.

Entre 1984 e 1985, para onde quer que você olhasse, veria um sujeito chamado Prince Rogers Nelson. O cantor havia feito bastante sucesso com o filme/disco Purple rain (1984) e estava na lista de convidados para a gravação do single de caridade We are the world. Não conseguiu ir ao estúdio por ter compromissos na data, mas contribuiu com uma música inédita para o LP decorrente das sessões, 4 the tears in your eyes, que virou raridade e nunca apareceu em disco nenhum do cantor.

O período de enorme sucesso de Prince foi ganhando continuidade com novos lançamentos, como o single Raspberry Beret. E produções, como o single Manic monday, das Bangles (lançado no finalzinho de 1985). Sem falar no disco Around the world in a day (1985). O álbum trazia Prince embarcando na onda da neopsicodelia, famosíssima na época, e na qual surfavam bandas como Psychedelic Furs, Echo & The Bunnymen, Teardrop Explodes e novidades como My Bloody Valentine (que ainda nem tinha disco gravado, na época).

E para completar, nada como uma tradição na publicidade: uma paródia num comercial. A Prince Pasta mandou para o ar um reclame que anunciava “Prince in concert”, mas o show era do macarrão e do molho de espaguete da empresa.

Claro que deu merda. Prince não gostou nem um pouco do atrevimento da empresa e, conforme saiu noticiado na época, mandou uma carta para a Prince (a empresa) solicitando que parassem de usar seu nome em comerciais.

Na época, a Prince avisou que usava o nome havia várias décadas e tinha o direito de usá-lo em propagandas. “Também há uma linha de equipamentos de tênis Prince. Essa empresa está cortejando litígios? Existe até na Inglaterra uma fila inteira de pessoas que se chamam Prince (“príncipe”). A rainha da Inglaterra pode esperar uma carta de reclamação?”, saiu publicado no Sun Sentinel.

Veja também no POP FANTASMA:
– Prince fazendo um emocionante solo de guitarra em While my guitar gently weeps
Purple rain: a festa de lançamento do filme de Prince
Maria Bartiromo, musa de Joey Ramone, recebe Prince (!)
Little Red Velvette: receitas de bolos e cupcakes inspiradas em Prince
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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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